Contribuições
do Deputado Eduardo Artur Neves Moreira com artigos e notícias
ligada a Emigração e da Relação Luso/Brasileira
Show Agenda Brasil
Johnny
Paz
Johnny Paz se
apresenta nos dias 10,11,12,13,14,15,17, 18,19,20,21,22,24,25,
26,27,29 e 31 de Maio de 2005 na cidade de Vitória-ES Clique
aqui e fique por dentro da agenda do cantor na primeira quinzena de
Maio/2005.
Agenda Canadá
EU E O FADO e o novo trabalho de Tony
Camara que irá ser apresentado ao puúblico no dia 4 de Junho no Ambiance
pelas 18:30, com a colaboração de sua mãe Lourdes Faria e Humberto
Silva. Saiba
mais...
Agenda Casa dos Açores de
Toronto
Casa dos Açores de
Toronto
DIA
DOS AÇORES EM TORONTO
A
Casa dos Açores de Toronto convida a Comunidade a participar nas celebrações
do DIA DOS AÇORES.
Clique
aqui e acompanhe a programação do Centro Cultural Banco do
Nordeste de 11 a 20 de Maio
Por Liberal do Couto -
Canadá
HOMENAGEM
A TEREZA LOPES
O
conhecido Urbano Silva, preocupa-se combem estar da sua paróquia e muito especial da cultura, e foi ele
que teve a iniciativa de reconhecer o mérito de Tereza Lopes
tanto com mulher, como paroquiana, como mulher de fé e muito especial
como artista que provou mais uma vez que mereceu a justa homenagem que lhe
foi prestada, no passado Sábado na Paróquia de São José em
Oakville.Leia
mais...
Uma
Festa de Casamento Inesquecível
A bonita e requintada Igreja
de Cristo Rei em Mississauga, foi o templo onde Filomena e Walter
disseram o sim, perante Deus e muitos amigos e parentes. A igreja decorada
com flores para o fim, com o erudito repertório interpretado e tocado a órgão
pela cantora lírica, Dália Medeiros Sousa. Leia
mais...
Carlos
Botelho um homem de Sucesso!!!
Conseguir
obter sucesso na carreira é uma questão de saber detectar oportunidades."
Uma
frase que se identifica com o empresário Carlos Botelho,
oriundo de São Miguel Açores, mais precisamente das Capelas, que como
muitas famílias que vieram para cá, tentando uma vida melhor. Leia
mais...
Destaques
Teatro
A
PEQUENA SEREIA
“A
PEQUENA SEREIA”
é um espetáculo teatral infantil adaptado da história original do lendário
escritor Hans Christian Andersen pela dramaturga Bel Antunes . Este
projeto éproduzido pela Cia Nitzer Projetos Culturais, sob a direção artística da atriz e
diretora Bel Antunes.Saiba
mais...
P.S.: SEU GATO
MORREU!
Escrita por James Kirkwood, traduzida e
protagonizada por Teco Tavares,
a peça - uma tragicomédia - se passa no coração de Manhatan poucas horas
antes do Réveillon e revela um ator/escritor, careta e quase falido, à beira
de um ataque de nervos.Leia
mais...
Divulgação
Escola do Escritor
Chega
a você a oportunidade de se tornar um escritor ou aperfeiçoar seus
talentos literários: a Escola do Escritor, uma célula literária
dos Parceiros do Livro, pode direcionar a realização desse sonho. Saiba
mais...
Lançamento
de Livro
ANABEL
E SEUS QUINZE ANOS
Estréia
brasileira de um dos principais escritores latinoamericanos do nosso tempo. Branko
tem criado um novo estilo de prosa e poesia nas suas Short Stories acompanhadas
cada uma por belíssimas ilustrações do eterno pintor LINVS.
Um livro
apresentado pela Cidade Universitária de Nova Iorque (City University of New
York) através do mundialmente famoso Latin American Writers Institute. Saiba
mais...
Lançamento
anterior
Vilarejo dos Anjos
O
poeta e escritor Achel Tinoco nasceu paraense, de
São Domingos do Capim, mas mudou-se para a Bahia um ano depois e hoje mora em
Salvador, onde cursou as faculdades de Letras e Administração de Empresas.
“Em Vilarejo dos Anjos, seu
quarto livro (o segundo romance) Achel Tinoco percorre quase cem anos da história
de diversos personagens e rincões da Bahia. Saiba
mais...
Dom
Paulo Evaristo Arns
Há quem diga que política, futebol e religião
não se discutem. Dom Paulo Evaristo Arns contraria esta regra. Em 1964,
foi ferrenho opositor do regime militar. Nove anos mais tarde, posou com a
bandeira do Corinthians na capa da revista Placar. Agora, em “Corintiano
Graças a Deus”, o arcebispo emérito de São Paulo mostra que a
sobriedade esperada de um religioso pode ser perfeitamente conciliada com
os furores causados por um dos esportes mais passionais do mundo. Leia
mais...
Livros
- Release
Com o
Pé na Forca
"Com o pé na
forca" é o livro de estréia de Milton Faro, um livro de humor
com histórias divertidas para serem lidas antes, durante e depois de
qualquer casamento, "exceto durante a benção do padre que pega
mal", lembra o autor. Leia
mais
Roda
Mundo Roda-Gigante
Recém lançado, o Painel multicultural de estilos e
propostas literárias, o livro reúne autores residentes em Porto
Rico, Portugal, Holanda, EUA, Uruguai, Peru, Chile e México, além do
Brasil. Leia mais
Cantos
de Outono
romance da vida de Lautréamont
A
saga do escritor Isidore Ducasse começa
aos 2 anos, quando testemunha o suicídio de
Célestine,
sua mãe, ocorrido na noite natalina de 1846.
"Quando
o vento está forte e em direção da Floresta, eu queimo as essências
florais de novo para que meus filhos sintam o aroma da minha pele que tanto
gostavam quando eram pequenos. Quem sabe assim, eles se lembrem que um dia
foram tão amados por mim e venham me visitar"
Clique
aqui e veja no meu fotolog algumas fotos do
lançamento do livro no Centro Cultural Suassuna que estão
disponíveis.
Release por
Geraldo Nogueira
Livro: O Segredo da
Sra. Greey
O
Segredo da Sra. Greey, livro de Elaine Paiva, é um dos
escritos mais emocionantes que li nos últimos tempos. A
forma com que a autora dá vida às personagens é de uma
rara preciosidade. Não obstante ao ficcionismo da história,
o enredo mistura misticismo, ação e drama numa simbiose
que leva o leitor a entrar na história e viver a realidade
das personagens.
O livro
possui um conteúdo que possibilita ao leitor um novo
aprendizado sobre o respeito à diversidade humana e, ainda,
sobre os valores do amor e da ética nas relações
afetivas.
De fácil
leitura e rico em conteúdo, o livro oferece ao leitor a
oportunidade de viajar pela ficção com garantia de acréscimos
em sua bagagem de retorno.
- Fundação da Academia Brasileira de Literatura
- ABRALI Editora
- PAAC - Programa ABRALI de Apoio Cultural
- Projeto Terra
- Despachante Literário
- Papo Literário
Veja mais detalhes e como participar e receber todos benefícios que a estrutura da ABRALI oferece.
Temos três estreantes.
Sejam bem-vindos!
A Cultura agradece.
- Tom Coelho é Professor Universitário, empresário e brilhante Consultor e Palestrante, reconhecido internacionalmente.
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=> Colunas atualizadas:
Sandra Regina Baldessin entrevista o Poeta e Escritor Antonio Miranda em "Entreletras" - Coluna Direita
» Coluna do DOM - Domingos Oliveira Medeiros
» Dizer NÃO às drogas, não basta! - Elizabeth Misciasci Estréia
» Quid est veritas? - Henrique Chagas Estréia
» O autor de Brasileiros Pocotó - Luciano Pires
» Expressão do cotidiano - Priscila de Loureiro Coelho
» Infinito - Tom Coelho Estréia
» Falando ao Coração - Ir. Zuleides Andrade
Especial declamado
» Com muito bom-humor, DOM - Domingos Oliveira Medeiros - conta o drama de um amigo:
O Exame do Francelino - declamado
» A sublimidade da Poesia Cabocla de Luis Carlos Mordegane:
Saudades do Meu Sertão - declamado
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Amor Verdadeiro foi o título do primeiro trabalho discográfico de Lindsay Moita apresentado no passado Domingo, no Oásis Convenction Centre perante uma platéia de cerca de trezentas pessoas. Como foi visto nos clips do seu espetáculo, Lindsay desde pequena já mostrava seu talento, ainda não descoberto por todos, seja nas festas que freqüentava com 7 anos, nas quais dançava do início ao fim, seja dentro de casa, ou na rua, sempre se destacava pelo jeito de menina que usava de tudo um microfone .
Lindsay Moita
O seu sorriso e meiguice reflete bem o jeito dessa menina lusa, com um fôlego inacreditável, que vem desde a sua infância e permanece até hoje. As inúmeras vezes que cantava enfrente a Tv serviram de palco para que com 14 anos descobrisse sua voz. Uma voz forte, que foi se educando aos poucos. Nesta mesma época, Lindsay começa a cantar em Clubes da nossa Comunidade.
Era preciso correr atrás, lutar e vencer. Para isto não lhe faltava talento, força de vontade e paixão. E ela agora começou e não desiste, ultrapassou os obstáculos, conquistou pessoas e mostrou seu talento. Convites foram surgindo, pessoas foram se "apaixonando", daí surgiu o sonho de gravar este trabalho discográfico que veio-se realizar com muito trabalho. Os amigos sempre acompanhando e apoiando especialmente sua mãe e seus avós.
"Amor Verdadeiro", o novo Cd traz belas canções como, ¿Sou portuguesa¿ com letra de Dra Fátima Toste e música de John Ferreira, "Vai de Roda" e outras que na sua maioria com letra e musica de John Ferreira. Também tem a composição do jovem John Costa e os vocais de Crisálida Cacilhas, Felicita Carvalho, Victoria Cabral, e Isabel Moita. Estúdios de gravação e arranjos de John Ferreira, foto de Custodios Studio, com a arte gráfica de Jaime Iria/Creative 7inc, sendo a biografia da minha autoria, a composição deste trabalho é de 10 canções.
Maria dos Anjos
Ana Patrícia
Lindsay e Folclórico de Brampton
Lindsay e Nativa Brasil
O espetáculo foi aberto por Maria dos Anjos e Ana Patrícia que teve grande produção, colaboração e participação de Steve Vieira, com alguns números como a apresentação do Grupo Folclórico de Brampton, da Nativa Brasil, e fez dupla com Steve Vieira e Marcelo Neves.
Lindsay e seu pai
Pais de Lindsay agradecendo a presença dos convidados
O Casal Moita agradeceu a todos os presentes, em especial aos patrocinadores e Comunicação Social, que foram a base da realização do trabalho discográfico e do espetáculo em si.
Os video-clips tiveram várias testemunhas especialmente os avós-maternos que deram o incentivo a Lindsay desde o seu inicio. Dra. Fátima Toste que escreveu algumas canções incentivando a carreira da artista na música, mas ao mesmo tempo incentivando-a continuar nos seus estudos. O Carteiro e Emanuel de Paiva também deram o seu apoio desde do inicio da carreira da artista, eu também e continuo apoiando essa menina de características multiculturais e que a vi dar os primeiros passos na música.
O Som de Non-stop Productions do jovem Mark Lima e a boa e simpática apresentação de Denise Guimarães fizeram o complemento para fosse um espetáculo de Sucesso.
Convidados
Convidados
Para todos aqueles que deram o seu apoio e que acompanharam a jovem cantora, é sinônimo de carinho, força positiva, e com certeza ela irá romper as fronteiras levando sua extrema alegria para todos que a incentivaram, pois ela é absoluta, e tem o grande Dom "O Dom da Alegria", e ela tem o poder de modificar uma realidade tocando sempre em nossa alma e nossos corações.
Obrigado Lindsay por ser esta pessoa tão maravilhosa, e que nos traz tantas coisas boas, que tenha toda a felicidade do mundo, pois merece tudo de belo que existir!.
T E A D O R A M O S !!!
Liberal do Couto é Jornalista, escreve para o Jornal Milênio-Stadium, Revista Saber, e tem uma rúbrica(programa) "Eco da Comunidade" na rádio Aquarela Portuguesa
É proibida a reprodução das fotos sem autorização do Jornalista. Para obter as fotos entre em contato com o site.
Neste mágico momento em que comemoramos 5 anos de atividades culturais, recebo um outro presente; minha poesia publicada no México, segue texto abaixo:
"Grupo PALAVREIROS"
Grupo Palavreiros - 5 anos de atividades culturais
Diadema - SP - Brasil
En este mágico momento en que conmemoramos 5 años de actividades culturales, recibo un otro presente; mi poesía publicada en México, sigue texto abajo:
SOBRE LA POESÍA DE NERES en Edición Especial Bilingüe Suplemento Cultural "Coordenadas de la Utopía" del periódico el Regional del Sur, México, Número 15, 25 de Septiembre de 2004
Poesía de José Geraldo Neres por Alejandro Campos Oliver
La producción literaria de Neres exige un abordaje necesariamente heterodoxo, clama una senda propia de acceso. Es una poesía doblemente disidente, tanto en forma, como en fondo, pero tal vez sólo en terrenos occidentales. Neres logra crear nuevas realidades literarias, a partir de escenarios que logra trascender, pues toma dichos contextos en momentos dialécticos, así logra subyugar la esencia del fenómeno; su lírica, nos remite a la incesante polémica que comenzara en las postrimerías del siglo XVIII, la terca discusión del "arte por el arte" (arte puro) y el "arte comprometido" (utilitario). Neres también escribe literatura de evasión, pero también siente un compromiso por su época, precisa esta realidad-caos, en una convicción que nos recuerda la poesía social de Efraín Huerta y sus poemínimos, pero también a Revueltas: "El escritor es ante todo un hecho moral, un problema de ética y no de estética (...) donde su conciencia de ser humano, su responsabilidad de ser humano consciente, lo es todo; y es más, muchísimo más que el simple hecho de escribir libros y publicarlos.
Neres logra además lo mejor de la composición poética japonesa (haiku) su capacidad de traer a nuestra memoria o imaginación ese "algo" que siempre queda suspendido en el aire, y, desde luego, su laconismo. Poesía que encuentra sus fuente en la filosofía Zen; poesía que nos remite a la generación beat de los 50´s, al existencialismo de Heidegger, a esa famosa respuesta que Yao-shan, un maestro Zen, dio tras preguntársele: "Qué es el camino del Zen?"; él contestó: "¡Una nube en el cielo y agua en la jarra!", al interés de Roland Barthes por el haiku, por su detención del lenguaje, su exigencia fragmentaria. Son así, una especie de "obra abierta", entendida por el italiano Umberto Eco, como: "una obra de arte que se presenta ante el espectador sólo parcialmente terminada, de forma que cada individuo la puede completar y enriquecer con sus propias aportaciones".
Estas esencias destiladas de literatura, que bien hacen un homenaje desde donde se oculta el sol, a la mayor conquista estética japonesa en el terreno de la literatura y a sus grandes poetas: Basho, Yosa Buson y Kobayashi Issa, celebran lo inadmisible, lo paradójico, la ruptura, el escollo de sentido, el fluir de la existencia ante la angustia que genera la cerrada, cosificada-enajenada y continua cultura occidental que mira y se comporta más como un espejo y no como un cristal en la cima de un monte.
Alejandro Campos Oliver
*Alejandro Campos Oliver
Estudia Lic. en Docencia en el ICE de la UAEM.. Diplomado en Artes Plásticas por el CMA. Docente de nivel medio superior. Coordinador de talleres de creación literaria. Ponente en importantes eventos nacionales e internacionales en México y el extranjero. Representante Internacional de la Casa del Poeta Peruano en México. Director y Editor de diversas publicaciones. Ha publicado poesía, ensayo, narrativa y reseña en diversas revistas, diarios y páginas electrónicas de Latinoamérica. Su trabajo ha sido incluido en antologías de México, Argentina, Uruguay, Perú, Brasil y Cuba. Participa en radio y difusión cultural. Miembro del Comité Internacional Organizador del Festival Internacional de Revistas de Arte y Literatura de Perú. Actualmente es parte del equipo estatal de capacitación del programa de salas de lectura de Morelos y Secretario Académico y de Difusión Cultural de la Federación de Estudiantes Universitarios en Morelos periodo 2003-2006.
*José Geraldo Neres. (1966, Garça/SP/Brasil) - Poeta/escritor, guionista de cine y estudiante de dramaturgia, cofundador del Grupo Palavreiros (año de 1999 - grupo de escritores/poetas residentes en Diadema/SP/Brasil), actual Coordinador de Comunicación y Webmaster del sítio PALAVREIROS, co-editor da revista digital "Poética Social".
"1º lugar" en la Muestra de Artes de la ciudad de Diadema - Premio Cultural Plínio Marcos - año 2004, modalidad literatura. "2º lugar" en la Muestra de Artes de la ciudad de Diadema - Premio Cultural Plínio Marcos - año 2003, modalidad literatura(poesías: Dorso de luna y En la piel del sol). "Mención Honrosa" en la Muestra de Artes de la ciudad de Diadema - Premio Cultural Plínio Marcos - año 2003, con el cuento Fragmentos de Pétalos. (Julio/2003). Finalista del - Mapa Cultural Paulista - Literatura; poesía, clasificado para fase final provincial-2003/2004(El Mapa Cultural Paulista contó con la participación de 316 municipios), tiendo su poema indicado para publicación en el catálogo de Literatura. (son publicados los quince mejores trabajos).
Idealizó y organiza el festival día mundial de la poesía, que esta en su tercera edición; contando con la participación de más de 1000 poetas de 38 países. La edición de 2004 es un homenaje al poeta "Pablo Neruda". Antologías Poéticas (internacionales): Como Ángeles en Llamas, Algunas voces latinoamericanas del S. XX. Lima, 2004 / "Antología bilingüe, castellano-alemán: MeloPoeFant International, Berlín, 2004 / "La Cósmica Vereda de un Poema", Ecuador, 2004.
Su trabajo ha sido incluido en numerosas antologías brasileiras, así como en diversas revistas de América Latina; cuenta con publicaciones en prosa, poesía en internet en sítios brasileños y en la Argentina, Chile, Colombia, Ecuador, España, Estados Unidos, México, Portugal, Puerto Rico, Suíça, Venezuela y El Salvador. Proyectos literarios (sin previsión de lanzamiento): "Ambrosia", poesía erótica; "Homo-Sapiens", poemas soturnos; "Poemas Esparsos", "Poemíninos: pájaros de papel" (portugués y español), selección de cuentos: "Faces, fases & fragmentos" y las novelas: "El Superviviente" y Tierras "Ocultas".
UN NUEVO CONTINENTE Antología del Surrealismo en la Poesía de Nuestra América
Proyecto editorial, selección, estudio introductorio y notas
Floriano Martins
Ilustración de portada: collage de María Esther Francia
Retratos de los autores: Fabio Herrera
Ediciones Andrómeda - San José/Costa Rica. 2004
En este libro se integra por primera vez a los poetas involucrados directa o indirectamente al Surrealismo en el continente americano entero, considerando los cuatro idiomas hablados en esta región: español, portugués, francés e inglés. Además de la selección sustancial de los poetas, el volumen contiene un cuidadoso ensayo que introduce el tema y una bibliografía que lo convierte en una de las más valiosas contribuciones a la historia del Surrealismo en nuestro continente. La edición se ve engalanada con los retratos de los poetas realizados por el artista Fabio Herrera, además de un equipo escogido de traductores: Eva Schnell, Julia Kohen, Carole Lewis, Agnes Bianchini, Emílio Adolfo Westphalen, Julio Ortega, Armando Rojas, Aldo Pellegrini e Ileana Moya. Según el organizador, el poeta y ensayista brasileño Floriano Martins, "el Surrealismo es la búsqueda de convertir la poesía en un bien común y el libre pensamiento integral. Esta antología no pasa de ser un viaje por el universo de las sugestiones. Así como el Surrealismo buscaba una ampliación de lo real, aquí no sugerimos sino una inmersión más profunda en la poesía que se ha escrito en el continente, vinculada a este movimiento que defendió que solo el lenguaje poético alcanza la totalidad del ser."
LOS POETAS DE LA ANTOLOGÍA Aimé Césaire (Martinica) - Aldo Pellegrini (Argentina) - Alejandro Puga (Argentina) - Braulio Arenas (Chile) - César Dávila Andrade (Ecuador) - César Moro (Perú) - Claudio Willer (Brasil) - Clément Magloire Saint-Aude (Haití) - Emilio Adolfo Westphalen (Perú) - Enrique Gómez-Correa (Chile) - Enrique Molina (Argentina) - Eunice Odio (Costa Rica) - Francisco Madariaga (Argentina) - Freddy Gatón Arce (Rep. Dominicana) - José Lira Sosa (Venezuela) - Juan Calzadilla (Venezuela) - Juan Sánchez Peláez (Venezuela) - Julio Llinás (Argentina) - Lorenzo García Vega (Cuba) - Ludwig Zeller (Chile) - Max Jiménez (Costa Rica) - Olga Orozco (Argentina) - Paul-Marie Lapointe (Canadá) - Philip Lamantia (Estados Unidos) - Raúl Henao (Colombia) - Roberto Piva (Brasil) - Roland Giguère (Canadá) - Rosamel del Valle (Chile) - Sérgio Lima (Brasil) - Teófilo Cid (Chile)
EL ORGANIZADOR
FLORIANO MARTINS (Brasil, 1957). Poeta, ensayista, traductor y editor. Se ha dedicado en particular, al estudio de la literatura hispanoamericana, sobre todo en lo que respecta a la poesía. Es autor de los libros Escritura Conquistada. Diálogos con poetas latinoamericanos (1998) y O começo da busca. O surrealismo na poesia da América Latina (2001). En 1998 se publican sus traducciones Poemas de amor, de Federico García Lorca y Delito por bailar chá-chá-chá, de Guillermo Cabrera Infante, seguidas posteriormente de Dos poetas cubanos, de Jorge Rodríguez Padrón (1999), Tres entradas para Puerto Rico, de José Luis Vega (2000), La novena generación, de Alfonso Peña (2000), y Nós/Nudos, de Ana Marques Gastão (2004). En poesía destacan Alma em chamas (Letra & Música, Brasil, 1998), Cenizas del sol (Andrómeda, Costa Rica, 2001), Estudos de pele (Lamparina, Brasil, 2004). En la actualidad dirige, junto a Claudio Willer, la revista electrónica Agulha (www.revista.agulha.nom.br) y es cordinador del proyecto «Banda Hispánica», del Jornal de Poesia. En colaboración con María Estela Guedes, dirige el dossier surrealista «Poesía y Libertad», en la revista electrónica TriploV (Portugal)
Informaciones y vendas: Ediciones Andrómeda Barrio Amón, calle 9 y avenida 9
Apartado Postal 159-1002
San José, Costa Rica
Tel.: (506) 223 3529. tel./fax 222 9623
E-mail: andromeda@amnet.co.cr / materika@racsa.co.cr
No concurso da Magistratura de Santa Catarinha, a literatura catarinense foi tema de questões
Grande quantidade dos candidatos ao Concurso para Juiz em Santa Catarina se surpreendeu, porque 16 questões diziam respeito a aspectos geográficos, históricos, literários e sócio-econômicos do Estado catarinense. Entre elas, por exemplo, afirmar se está certo, ou errado, que "o Corpo de Bombeiros Militar possui unidades nas principais cidades do Estado". E uma pegadinha, que derrubou muita gente, envolve a mais antiga Oktoberfest, que não ocorre em Blumenau - como pensa a maioria - mas em Itapiranga, no extremo-oeste.
Os visitantes de Verdes Trigos não teriam qualquer dificuldade para responder a 17ª Questão, cuja tema foi a literatura e a importância da escritora Urda Alice Klueger.
17ª Questão: impossível não conhecer a importância de Urda Alice Klueger, que é blumenauense, no romance literário catarinense. Luiz Carlos Amorim, por exemplo, definiu-a como "moça loura, brejeira e loura como outras nascidas em Blumenau, mas com uma grande diferença: ela escreve".
É autora de várias obras. Das indicações abaixo, consta(m) uma(s) não sua(s). Qual é?
a) "Verde Vale" e "Cruzeiros do Sul"
b) "Crônicas de Natal" e "Histórias da Minha Avó"
c) "No tempo das tangerinas" d) "Meu Morro Azul"
e) "Entre condores e lhamas"
Para ter acesso a integra da prova, acesse ESPAÇO VITAL
Fonte: Henrique Chagas - Verdes Trigos
VERDES TRIGOS CULTURAL um sítio cultural de Henrique Chagas
simplesmente fazendo diferença
PRESIDENTE PRUDENTE - SP
A REDESCOBERTA DA AVENTURA DE LER, OUVIR E ASSISTIR
Crônicas, DVD e muita arte
ANABEL E SEUS QUINZE ANOS
(de Branko; Instituto de Escritores Latino Americanos - Cidade Universitária de Nova York; 260 páginas, 60 reais)
A obra ¿Anabel e seus quinze anos¿ é uma verdadeira aventura pelo túnel do tempo, indo do arcadismo ao contemporâneo, com várias estórias e igual diversidade de personagens eleitos protagonistas das crônicas. A densidade lingüística que a obra apresenta é também outro ponto muito destacado. As belíssimas caracterizações dos personagens, nos aspectos objetivo e subjetivo dão uma tônica dramatúrgica ímpar à ficção. A estrutura dos enredos é tão bem montada que facilmente o leitor pode imaginar uma encenação da composição que está lendo. Alguns personagens ganham de tal modo o sopro da vida, que parecem saltar para fora das páginas.
O dinamismo do livro é garantido graças à ausência de tempo cronológico fixo e foco narrativo, apesar de as narrativas serem construídas em 1ª pessoa. Uma leitura mais apurada da obra nos leva a crer que o narrador - onisciente procura dar voz aos personagens, não assumindo o pensamento destes, mas dando dicas ao leitor de como estão organizados os diferentes universos de cada um dos envolvidos na trama e a relação que o autor mantém com cada um deles. Os textos conduzem a um passeio fluente pela prosa e pela poesia, com excepcional lirismo até mesmo quando retratam situações adversas.
Mesmo com todo o magnetismo que os contos despertam, algumas tramas aparecem como marca registrada da obra e relacionam três tipos de amor, assim enumerados: o amor da pura Anabel, o amor do inconformado e possessivo Pirata Vermelho, e o jocoso amor do taxista Marquinho Uberlândia por sua Miss Curitiba.
Fábulas como a descrita pelo Lápis Apaixonado nos fazem ver até que ponto o próprio escritor pode se questionar acerca dos sentimentos de paixão e razão no momento de criar. O monólogo, ou diálogo interior embutido na narrativa é, na realidade, o choque de idéias a que todos somos expostos, seja por decidir entre a razão e a emoção, como também a assimilação dos variados tipos de conhecimento e como podemos nos valer deles na vida prática. Outras relatam a vida de brasileiros fora do Brasil, com as suas saudades do País que deixaram para trás.
Uma análise em conjunto dos textos curtos nos dá uma visão real do que é o caldeirão da vida cotidiana em geral, e em particular do universo latino num contexto mundial. O tempero mágico dessa saborosa mistura provém de uma infinidade de sentimentos tipicamente humanos como amizade, admiração, desejo de posse, erotismo, sabedoria, humor etc. Em especial, o erotismo ganha relevo em comparação aos demais sentimentos, talvez por ser um traço tipicamente comum ao mundo latino. Mas, com certeza, isso não vai causar nenhuma estranheza ao público brasileiro já acostumado ao estilo Rodriguiano.
Outro ponto alto da obra se concentra nas ilustrações do pintor cubano Linvs, que inclusive é um dos personagens do livro. Enfim, o grande diferencial da obra é a riqueza de detalhes fornecida, abrindo precedente para a montagem de peças teatrais, pois toda a contextualização histórica, física e psicológica dos personagens é muito latente, o que fornece o alimento necessário para que se contem várias grandes histórias. Por muito pouco não se vê afixado na última página: qualquer semelhança com pessoas e lugares conhecidos é mera coincidência, pois esta é uma obra de ficção.
Como se não bastasse, Branko brinda o leitor como documentário em DVD SILVATRINHA, que traz músicas e apresentações dos grupos Manhattan Samba e Gogol Bordello, cuja produção é assinada por ele.
Numa época em que violadores de painéis eletrônicos do Senado se afastam da mídia temporariamente (para depois voltarem com mais avidez ao pote), ficamos estupefatos nos imaginando meros imbecis portadores de títulos eleitorais que nos parecem apenas existirem para que ganhem dinheiro com uma possível 2a. via, para avaliar quantos trouxas deixaram seus afazeres para uma cruzada cívica inútil de um dia a cada quatro anos e para justificar a montagem de um sistema eletrônico suspeito de coleta e contagem de votos. Que segredos se escondem por trás dos programas que registram os votos e dos que contabilizam os mesmos? Que meios existem para conferirmos a lisura do pleito? De que adianta escolhermos candidatos (ainda há o que escolher?) se não temos garantia de que serão empossados em caso de vitória? Quem garante que nosso voto NULO será contabilizado para a pasta "Não queremos mais vocês"?
Portanto, o mais importante antes de tudo, é garantirmos que tal evento não continue sendo manipulado por quem domina a máquina administrativa. Chega de sermos apenas palhaços no picadeiro destelhado que ocupa todo nosso território. Temos de acompanhar, cobrar, pressionar, protestar e fazer panelaços em prol da verdade das eleições. Você está convidado a entrar no site
pelo menos duas vezes por SEMANA (só faltam duas semanas para oficialização da farsa eleitoral) e acompanhar todas as notícias que envolvem nosso futuro. para dar maior seriedade ao processo eleitoral, seria conveniente que:
a) todas as urnas pudessem imprimir e armazenar os votos escolhidos (isto é consenso até entre os catadores de lixo);
b) conferência manual de um percentual de urnas a serem ESCOLHIDAS pelos partidos que se considerem lesados (algum já fez esta proposta?). Isto seria realizado entre os dias 10/10 e 20/10/04, sem pressa. Dentro deste período, seria possível conferir entre 5% a 10% das urnas. Neste intervalo, poderiam ser utilizados voluntários entre vários segmentos da sociedade, além de estudantes que tivessem concluído a faculdade nos últimos 2 anos e que ainda não estivessem trabalhando. Seria mais uma oportunidade de lhes incutir o espírito de cidadania tão escasso hoje em dia entre nós e acostuma-los a tomarem conta da sociedade da qual são participantes interessados pois o futuro deles depende dos honestos(?) representantes que serão empossados nas diversas câmaras do país no próximo janeiro.
Se você desejar ler outros artigos, contos e poesias de minha autoria, visite os sites :
Em 29 e 30 de Outubro, o Instituto de Acesso à Justiça (IAJ), ONG da qual sou conselheiro, estará realizando, juntamente com a ONG inglesa Justice, no auditório da Faculdade do Direito da UFRGS, um importante e inédito Seminário Internacional sobre Justiça Restaurativa. A Iniciativa conta com o apoio do Ministério da Justiça, do PNUD, do Conselho Britânico, da AJURIS, do Centro Acadêmico André da Rocha e do Instituto de Direito Comparado e Internacional de Brasília.
Meu interesse pelo tema é recente e só vim a ter contato com ele quando de minha estada na Inglaterra. Em verdade, a abordagem oferecida pela Justiça Restaurativa oferece um importante contraste com as práticas conhecidas do Direito Penal moderno, propondo formas de solução de conflitos que não estão orientadas pelo paradigma da punição. A Justiça Restaurativa já é a abordagem institucional para a Justiça Juvenil na Nova Zelândia há 10 anos e vem sendo aplicada em projetos pilotos em várias partes do mundo, do Canadá à Austrália, da Europa Ocidental à África do Sul. Também no Brasil e na América Latina temos já algumas iniciativas orientadas pela Justiça Restaurativa que merecem ser conhecidas e avaliadas.
O tema é, de fato, fascinante e merece a maior atenção por parte de todos os humanistas, não apenas aqueles que são operadores do direito, mas também os que atuam na área do jornalismo, os cientistas sociais, filósofos, psicólogos, assistentes sociais, estudantes da área de humanas, policiais, agentes penitenciários, entre tantos outros.
Para divulgar este evento e fazer com que mais pessoas possam dele participar, estou enviando para minha lista de emails a programação do Seminário. Sugiro que, na medida do possível, todos que a recebam possam repassá-la para seus contatos, auxiliando, assim, a preparação do Seminário.
Um forte abraço
Marcos Rolim
Marcos Rolim é Jornalista, vive, atualmente em Oxford, Inglaterra, onde desenvolve uma pesquisa sobre Segurança Pública.
Conheça seu currículo e o seu trabalho através do site www.rolim.com.br
Seminário Internacional JUSTIÇA RESTAURATIVA
UM CAMINHO PARA OS DIREITOS HUMANOS? Dias 29 e 30 de Outubro Auditório da Faculdade de Direito da UFRGS
Porto Alegre/ RS
Promoção - Instituto de Acesso à Justiça e Justice (UK)
Apoio - Ministério da Justiça, PNUD, Conselho Britânico, AJURIS, Centro Acadêmico André da Rocha (Direito/UFRGS) e Instituto de Direito Comparado e Internacional de Brasília.
Para além da punição, o modelo de Justiça Restaurativa pretende produzir resultados em tudo diversos daqueles mais freqüentemente encontrados no modelo de persecução criminal que caracteriza as modernas civilizações. Para a Justiça Restaurativa, o crime é um evento pelo qual alguém produz um dano e alguém é vitimado por ele. Uma circunstância que exige medidas de reparação que contornem ou, pelo menos, amenizem as conseqüências de dor e sofrimento impostas às vítimas. Algo que não se resolverá jamais se perdurar o modelo pelo qual a medida de justiça é o sofrimento ou a dor imposta aos autores.
Quais os resultados concretos que esse modelo vem colhendo em outros países?
É possível que ele cumpra um papel complementar às formas tradicionais de Justiça Criminal que conhecemos ou deve ser pensado como um modelo que venha a substituí-la? Qual a importância dessa nova abordagem em um país como o Brasil? Como a experiência da justiça brasileira vem sendo influenciada pelos ideais restaurativos? A Justiça Restaurativa pode mesmo oferecer um novo paradigma para a luta pelos Direitos Humanos? Tais são algumas das questões que o Seminário pretende debater.
O IAJ e a ONG inglesa JUSTICE, com o apoio do Conselho Britânico, da AJURIS, do Ministério da Justiça, do PNUD, do CA do Direito da UFRGS e do Instituto de Direito Comparado e Internacional de Brasília se reúnem para viabilizar um grande evento jurídico em Porto Alegre com o objetivo de debater e divulgar o modelo e as experiências internacionais de JUSTIÇA RESTAURATIVA.
No Brasil, sabe-se ainda muito pouco sobre essa experiência inovadora. Por conta disso, mesmo a expressão "Justiça Restaurativa" tem sido utilizada de forma arbitrária ou equívoca. Embora nossa própria legislação já incorpore determinadas possibilidades de intermediação de conflitos, seguimos imersos em um ordenamento pelo qual a própria noção de "Justiça" aparece associada no senso comum à idéia de "punição". Não é preciso discorrer sobre a ineficácia e os efeitos maléficos e mesmo criminogênicos que aparecem agregados a esse modelo tradicional de justiça criminal. Eles já foram suficientemente abordados por inúmeros autores e pode-se identificar um determinado consenso entre o pensamento mais progressista em torno da idéia de que o modelo retributivo tradicional fracassou. A questão, então, poderia ser resumida na seguinte pergunta: É possível pensar um outro modelo de justiça criminal que seja capaz de oferecer algum tipo de controle sobre as práticas delituosas; que seja capaz de satisfazer, efetivamente, às vítimas e, ao mesmo tempo, prevenir a ocorrência de novos crimes? Os defensores da Justiça Restaurativa entendem que sim. Estamos, então, diante de um debate não apenas necessário, mas urgente no mundo moderno.
Com o Seminário Internacional, as entidades promotoras almejam aprofundar o debate em torno dos pressupostos teóricos da Justiça Restaurativa, examinar os resultados colhidos pelas experiências já em curso com o novo modelo e refletir sobre a conveniência e as possibilidades de se avançar no Brasil em projetos de Justiça Restaurativa. O evento pretende, ainda, divulgar os idéias da Justiça Restaurativa mais amplamente junto à opinião pública, à comunidade acadêmica, aos operadores do direito e entre os ativistas da luta pelos direitos humanos de tal forma que, cada vez mais, se tornem conhecidas no Brasil as perspectivas transformadoras ao alcance do Direito.
Programação
Sexta, 29/out. 19 horas:
"Justiça Restaurativa: história e pressupostos teóricos"
Conferencista - Roger Smith (UK)
Debatedores - Pedro Scuro (BR) e Renato Sócrates Gomes Pinto (BR)
Sábado, 30/out. 9:30h
" Experiência e resultados práticos com Justiça Restaurativa"
Conferencista - Melvyn Lofty (UK)
Debatedores - Silvina Paz (AR) e Alejandro Alvarez (AR)
Sábado, 30/out. 14:30
" Justiça Restaurativa, Justiça Criminal e Direitos Humanos"
Conferencista - Renato Campos Pinto de Vitto (BR)
Debatedores - Marcos Rolim (BR) e Beatriz Aguisnky (BR)
Inscrições: (vagas limitadas)
Diretamente no IAJ - Av. Getúlio Vargas 379, Conjunto 207/208,
Porto Alegre/RS, CEP 90150-001
Fone - 51- 3211.5808
Email - iaj@iaj.org.br
Estudantes e ativistas em Direitos Humanos.............................10
reais
Professores e funcionários
públicos............................................15 reais
Juízes, Promotores, Defensores Públicos e profis.liberais.......25 reais
Lancei em Julho o Troféu Brasileiro Pocotó, uma forma divertida de conhecer quem os internautas apontam como as personalidades que têm se esforçado para emburrecer o Brasil. Com grande repercussão na mídia, João Kleber, Luciana Gimenez e Gugu Liberato foram eleitos candidatos.
E neste quarto mês, Lula estava na reta final.
Mais de oito mil votos foram tabulados desde Julho, mas uma coisa me incomodava. As pessoas votaram em celebridades. Só celebridades.
O problema, meus amigos, não é o palhaço. É o dono do circo.
O verdadeiro emburrecedor não é o apresentador do programa de baixaria. Aquele sujeito é um ator, desempenhando um papel. Podemos discutir sua moralidade, mas ele só está lá porque alguém o está pagando para isso.
Quem é esse alguém? Boa discussão...
De qualquer forma, o Troféu pegou e ficou divertido! E surgiram as reações. Um produtor do Gugu, Homero Salles, remeteu centenas de e-mails para conhecidos, instruindo-os para que votassem em mim, Luciano Pires, para desmoralizar o troféu.
Quase deu certo pois, com 80 votos, cheguei ao terceiro lugar. Publiquei um manifesto no meu site, denunciando a manobra. Um advogado do Gugu ligou solicitando que eu tirasse sua foto de meu site, pois o produtor teria agido por conta própria, sem permissão do Gugu.
Substituí a foto do Gugu por um pintinho amarelinho e deixei a denúncia lá.
Mas o mais estranho ocorreu nesta quinta feira, 23 de setembro. Em poucas horas, 150 votos entraram em meu nome, tirando-me da terceira para a primeira colocação, à frente de Lula.
A tropa de choque do PT entrou em ação?
A presença de meu nome em primeiro lugar, é descabida. Não sou celebridade, não tenho alcance algum na mídia e estou longe de estar emburrecendo o Brasil. Mas era de se esperar.
Pocotós. Unidos. Jamais serão vencidos!
A tentação de mudar as regras, sacando fora meu nome, é grande. Mas não me deixa confortável. Por outro lado, continuar, desvirtuado pela manipulação dos pocotós, não tem sentido. Só daria certo se tivéssemos dezenas de milhares de votantes...
De manifesto contra a baixaria, o Troféu transformou-se em jogo político.
Comigo não, gavião.
Quer saber? Acho que dá para encerrar o Troféu Brasileiro Pocotó 2004, feliz.
Mesmo sem levar o plano até o final, consegui o que eu queria: barulho, mobilização e pressão.
Se a mídia deu grande repercussão; se o produtor do Gugu se deu ao trabalho de atacar a votação; se o advogado ligou para tirar a foto e se uma votação estranha tira Lula do primeiro lugar na reta final, é sinal que incomodei!
Qual é a lição?
A pressão popular, mesmo através de sites modestos, é capaz de causar impacto nos produtores de lixo televisivo. E nos políticos. E já pensou se, em vez de um Troféu Pocotó, eles forem obrigados a brigar com dez? Vinte? Cem? Mil? É a ferramenta está nas nossas mãos: internet!
Pois escreva para eles. Para as rádios. Para os jornais. Para os sites. Acesse o www.eticanatv.org.br . Grite contra a baixaria.
Quanto mais barulho você fizer, quanto mais gente você juntar à causa da despocotização nacional, mais chance teremos de reduzir o lixo cultural que é despejado em nossas salas diariamente.
Ou, no mínimo, manter nossas consciências limpas.
Fica aqui o meu convite: vá até o www.lucianopires.com.br e coloque seu comentário sobre esse tema no fórum.
E prepare-se.
A versão 2005 do Troféu vem aí...
Luciano Pires é profissional de comunicação, jornalista, escritor, conferencista e cartunista, atualmente Diretor de Comunicação Corporativa da Dana. Visite o site www.omeueverest.com e www.lucianopires.com.br
Nascido na pitoresca Ribeira Quente-Ilha de São Miguel, sempre aproveitou o mar, onde ficava sonhando e olhando o seu infinito.
Pensando no futuro desde de menino numa grande paixão, embora não bem definida.
Diferente dos outros irmãos sonhava por outra vida, e claro como todo o ser humano tinha as suas ambições Cresceu no meio de um ambiente bastante reservado onde o seu sonho cada vez se aprofundava mais. Descalço, teve os pés regulados para andar por esses caminhos ao som do mar onde sonhava muito com o seu futuro.
Foi assim que Mário Márinho aos vinte anos de idade deixou a memória da sua terra Natal, emigrando para o Canadá, como todos, simplesmente trazendo na bagagem lembranças e um futuro incerto e desconhecido, vivendo novos tempos a partir de 15 de Junho de 1984.
Lutando como todo o emigrante quando chega a essa terra de adaptação, com muitos problemas e dificuldades, surgindo nessa época a vontade de escrever músicas românticas, pensando que essas músicas viriam a transmitir uma mensagem às pessoas. Começou a cantar, e ao fim de muito tempo surgia uma nova fase na sua vida, no qual o seu nome já conhecido no mundo da música.
Com o incentivo e ajuda de amigos lançou o seu primeiro trabalho discográfico, no qual foi aceite com sucesso na comunidade portuguesa, dando-lhe incentivo para gravar vários trabalhos.
Mário Márinho acaba de completar vinte anos de carreira, com 5 cds gravados. Uma data tão redonda e significativa como esta poderia servir de pretexto ao lançamento de um projeto do tipo "revisão de carreira". Mas não. Escolheu uma outra forma de tornar seus vinte anos de carreira uma data comemorativa: fazendo um trabalho intitulado "O melhor de Mário Márinho", escolhendo músicas do seu repertório que mais agradou o público.
É um cantor simples, talentoso e de grande popularidade, interpreta com muita garra, competência e a vontade as suas próprias composições, conseguindo transmitir a mesma energia as audiências que são cativadas por ele.
No mínimo, é um grande talento natural, com o seu bom caráter, simplicidade e talento faz dele um cantor de Sucesso!
Liberal do Couto é Jornalista, escreve para o Jornal Milênio-Stadium, Revista Saber, e tem uma rúbrica(programa) "Eco da Comunidade" na rádio Aquarela Portuguesa
Falar das nossas origens é uma expressão de todos é ternurenta. E não só quando falam do seu país de origem, lá longe. Também quando falam desta terra, a de adoção. Uns procurando uma vida melhor, outros por espírito de missão, alguns por desafios profissionais, outros ainda por espírito de escolha, aqui encontraram o seu espaço. Alguns até nem têm nacionalidade canadiana, mas longos anos de Canadá fizeram deles verdadeiros Canadianos, moldando-lhes um caráter expansivo que se alia aos traços lusos. Dispersos nas mais diferentes áreas de atividade e no mosaico colorido da sociedade local, teimam em não perder a identidade, mesmo que a falta de meios os obrigue a procurar formas alternativas de convívio entre si.. O que traz dentro de si e o que, por vezes, no regresso de umas férias na sua terra, traz na bagagem, tudo para a saudade doer menos.
Quero com isso referir que a nossa comunidade (adquiriu) e teve a felicidade e o enriquecimento de dois valores sócio-culturais estar entre nós, apesar de só termos por algum período de tempo durante o ano. Refiro-me ao casal Rodrigues, ela Dra Lina Rodrigues professora muito conhecida no ensino liceal de Ponta Delgada, formada em Germânicas, para além desses dotes, e poetisa e cantora que considero Clássica..
Ele Dr. José Rodrigues advogado muito conceituado nos Açores, músico, e maestro do famoso Orfeão Edmundo Machado de Oliveira, que por opção escolheu o Canadá para viver a sua reforma, que nos veio beneficiar muito culturalmente.
Na passada Sexta-Feira assistimos uma noite diferente a muitas outras que estamos habituados assistir, depois do jantar Maestro José Rodrigues tentou e convenceu todo o público ali presente que podemos ter um orfeão como o de Edmundo Machado de Oliveira. Com alguns elementos que já participa do novo orfeão, cantaram alguns números com o público como: Rendilheira, Meninos do Huambo, Ao passear da Ribeirinha e outros.
Dra. Lina Rodrigues lendo um poema
Dra Lina Rodrigues não deixou de nos presentear com um dos seus poemas, onde foi muito aplaudida.
Mas o objetivo do Maestro Dr. José Rodrigues era convencer adquirir novos elementos que com a sua tática e experiência profissional conseguiu.
Foi o ele o primeiro a nos chamar a atenção para o valor de possuirmos um orfeão entre nós, dizendo que pensava muito de quase necessidade de termos uma cultura musical diferente.Com toda a razão, porque a música possui vida própria. Para além do desporto, só a música consegue aproximar o ser humano de si próprio e do outro. Só a música consegue aniquilar as fronteiras entre o Homem. Só na música encontramos a solução para pormos de lado todos os pequenos dejectos que nos distanciam da vida, do importante.
Dra. Fátima Toste e Família
Dr. José Rodrigues fundou e participou ativamente de todo o processo de criação do orfeão Edmundo Machado de Oliveira, contribuindo desde a seleção do repertório até a elaboração dos arranjos. E nós tivemos a honra de acompanhar toda a criação de um novo orfeão entre nós.
Particularmente, nunca vi alguém associar quantidade e qualidade, ao compor, como faz este Maestro: o repertório de músicas tradicionais seria suficiente para esgotar qualquer salão da nossa Comunidade!
Daniel de Carvalho e esposa
Casal Cadete
Jack Prazeres e amigos
Esse encontro foi, além do momento de ouvir suas músicas e mostrar novos elementos, oportunidade para observar uma maneira muito particular de encarar a música. Afinal, conviver com o casal Rodrigues representa, para mim muito especial e para muitos, mais do que simplesmente conviver com um ídolo, com um músico estupendo, com um Maestro genial. Representa, também, a possibilidade de aprender e interagir com uma pessoa que têm uma das personalidades musicais mais ricas e interessantes que já conheci.
Dr. Zose Rodrigues é um dos maiores conhecedores da música popular Açoriana, seja ela de qualquer época. Conhece de trás para frente o repertório de Orfeão Edmundo Machado de Oliveira. Seria fantástico ele ter a oportunidade de formar um orfeão! Porque, ainda que modestamente não admita, é também um arranjador maravilhoso, que recria de uma maneira absolutamente única sem transgredir ou prejudicar o espírito original das músicas. Seu contato com a música clássica é também profundo...
Toda essa bagagem musical, somada a generosidade e ao interesse em ouvir coisas novas, faz com que ele tenha contato direto e muito freqüente não apenas conosco, mas com muitos (muitos mesmo!) novos elementos em participar na criação de um novo orfeão. Ele diz, exagerando, que aprende com a gente... Mas, na verdade, somos nós que aprendemos com ele, aproveitamos e somamos às nossas musicalidades as lições informais que valem mais do que qualquer academia e que certamente nos marcarão profundamente em nossas origens, desvanecendo a nossa saudade.
Liberal do Couto é Jornalista, escreve para o Jornal Milênio-Stadium, Revista Saber, e tem uma rúbrica(programa) "Eco da Comunidade" na rádio Aquarela Portuguesa
Enviem seu projetos, Videos, Cd´s, DVD, press, imagens, etc..., para Espanta Espíritos, com sede na Quinta do Salles - Estrada São Marçal, 23 - A 12 - 2790-149 - telefone: 214.162.078
Nota do site Espanta Espíritos: Enviem-nos tudo e quem sabe vamos trabalhar em conjunto. Ficamos a aguardar com a promessa que há respostas para todos os projectos que nos chegarem.
A psicóloga e escritora Clara Feldman é a convidada do Projeto Sempre Um Papo, no debate e lançamento do seu quinto livro "Encontro - Uma Abordagem Humanista" (Ed. Crescer). O evento acontece no próximo dia 22 de setembro, quarta-feira, às 19h30, no auditório do Museu Histórico Abílio Barreto (Avenida Prudente de Morais, 202, Cidade Jardim).
A entrada é franca numa realização conjunta da AB Comunicação e Jornal Estado de Minas, patrocínio do Banco Rural e apoio do Hotel Mercure e Rádio Guarani, com recursos da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Informações: (31) 3261-1501 ou www.sempreumpapo.com.br.
Poesia nos ônibus -- Diadema -- SP
Poesia nos ônibus: projeto do Vereador Zé Antônio. Serão afixadas por volta de 11 poesias nos meses de setembro a dezembro nos 55 ônibus da rede de transportes de Diadema. Conforme previsto em lei, será, a princípio, obedecida a classificação da Mostra de Artes de Diadema - Prêmio Cultural Plínio Marcos - ano 2004, categoria Poesia, respectivamente: "Bebo a cidade", de José Geraldo Neres, 1º lugar; "Elegia a uma estrangeira", de Arildo Correia Lima, 2º lugar. Menções honrosas "Negreiro", de Radi Oliveira e na "Janela", de Rodrigo do Patrocínio. As demais poesias a serem afixadas fazem parte das pré-selecionadas da Mostra de Artes de Diadema.
Beth Brait Alvim* *escritora, atriz, diretora teatral, bacharel em Letras Neo-Latinas-Português, Latim, Francês e Licenciada em Língua e Literatur Luso-Brasileira e Francesa pela FFLCH da USP. Especializada em Ação Cultural pela ECA-USP e políticas culturais - contemplada em 2004 pelo Programme Courants du Monde - Maison de Culture du Monde, Ministère des Affaires Étrangères, Min. De Culture et Communication- com o aperfeiçoamento profissional - Les Politiques de la Culture et leur Administration (Paris, Grenoble). É assessora de literatura da PM Diadema, SP.
Fonte: Henrique Chagas - Verdes Trigos Org VERDES TRIGOS CULTURAL um sítio cultural de Henrique Chagas
simplesmente fazendo diferença
PRESIDENTE PRUDENTE - SP
O "Fado" está para os portugueses como o "Blues" para os negros americanos. Como o "Tango" para os argentinos e o "Flamengo" para os espanhóis, palavras de Marisa.
O que acontece com João Carlos Silva que o seu sonho era cantar a Canção Nacional.
Dono de uma belíssima voz, o terceirence, João Carlos Silva começou a cantar cedo. Na adolescência, cantou no conjunto Dinasty que durou 15 anos, depois fez dupla com Marco Paulo por 5 anos. Ao longo de sua carreira, apresentou-se em festas de Clubes e, outras organizações.
João Carlos Silva e Família
Filhas de João Carlos Silva se apresentando
João Carlos Silva intitulou esse trabalho de HOMENAGEM, em homenagem a suas filhas que também cantam e o incentivaram a gravar esse trabalho com fado que sempre foi o seu sonho, e também homenageando o fado em si.
Este trabalho todo eles com fados na sua maioria do conhecido Fernando Farinha, alguns da autoria do próprio João Carlos Silva e músicas de Januário Araújo e Gabriel Teves.
Acompanham vozes de Névia Silva e Sandra Silva, com guitarra de Gabriel Teves e Viola de fado e baixo por Januário Araújo.
Foi gravado no Chill da Bass Studio de Randy Araújo em Brampton com mistura final de Hernani Raposo.
Apresentação ao público foi no passado dia 11 de Setembro no S.C. Angrense de Toronto com uma casa cheia e com a participação de Humberto Silva e Tereza Lopes, e atuação de Névia e Sandra Silva.
A abertura foi feita pela secretária do S.C. Angrense de TorontoIsabel Nunes que deu as boas-vindas a todos os presentes elogiando o artista da noite, João Carlos Silva, por fazer parte da família do S.C. Agrense de Toronto. Logo após o Jantar atuou Ricardo Cidade um jovem que interpretou e muito bem canções do Rei Roberto Carlos. Névia e Sandra Silva também provarem os seus dotes de cantoras visto Névia Silva ser uma ex-participante do Canadian Idol.
Humberto Silva
Na segunda parte toda ela dedicada ao fado, subiu ao palco o conceuitadíssimo, Humberto Silva, que mostrou mais uma vez que em cada exibição deixa uma marca do passado que o inspirou, do presente que a habita e do futuro que ainda ambiciona.
Tereza Lopes
Seguidamente outra voz,Tereza Lopes que interpretou três fados mostrando que sabe como se canta fado, suas melodias encerram em si a memória do fado, mas também sabem ir mais longe, não se limitando ao velho desfiar dos lugares-comuns sobre a palavra «saudade». e por último o artista da noite, João Carlos Silva, que interpretou seis fados do seu trabalho,com excelente voz, dedicando o espetáculo a um dos fundadores do S.C. Agrense de Toronto, Sr. Antonio Garcia, a todas as vitimas do 11 de Setembro e também as suas filhas que o tinha incentivado a gravar esse trabalho.
A dupla Gabriel Teves e Januário Araújo acompanharam com talento,qualidade e dedicação de quem sabe o que faz.
Os tempos e os momentos são outros e é preciso que não se perca a identidade de quem pode cantar a Canção Nacional.
Isso obriga-nos, evidentemente, a descobrir um repertório e o respeito por cada fadista.
Precisamos dar continuidade ao fado, precisamos que a nova geração continue.
O Sound's Good Protutions fez um excelente trabalho comandado por Leonor que fez com o espetáculo tivesse o seu brilhantismo.
Parabéns ao João Carlos Silva e desejamo-lhes muito Sucesso.
Liberal do Couto é Jornalista, escreve para o Jornal Milênio-Stadium, Revista Saber, e tem uma rúbrica(programa) "Eco da Comunidade" na rádio Aquarela Portuguesa
Estamos numa nova encruzilhada, como ocorre a cada eleição para qualquer nível de governo. Desta vez estamos mais confusos, pois apesar de tímido, está se iniciando um processo de abertura das mentes anestesiadas dos componentes do grande rebanho que há décadas vem sendo conduzido pelas trilhas da submissão e que somente agora começam a perceber inclusive, a VALIDADE do voto NULO!. Com o advento da Internet, foi possível criar diversas "salas" reunindo opiniões importantes que até então ficavam armazenadas nas mentes dos indignados ou eram divulgadas apenas nas rodas regadas à cerveja depois do futebol de final de semana. Mas esta saudável diversificação ainda não é suficiente para sacudir a grande galera que não possui meios nem de se alimentar com moralidade. Quanto mais navegar por caminhos eletrônicos engarrafados na maior parte do tempo, o que desestimula qualquer cidadão.
Os diversos fóruns da rede reúnem centenas de pessoas preocupadas e indignadas com a lisura do pleito, pois perceberam que o processo corre sério (e real) risco de ser manipulado por quem encomendou sua arquitetura. Ocorre que este grupo que se reúne pela Internet deve representar menos de 2% dos habilitados a votar. Tudo que percebem, deduzem e concluem fica restrito a um círculo de pessoas de grande potencial mas sem meios e sem apoio para agir de forma mais contundente, de sacudir grandes comunidades sociais no imenso território. Estamos perdendo nosso tempo apenas relatando as falcatruas montadas e expressando nossa indignação com o fato. Estamos desperdiçando nossas forças pelas pontas dos dedos. Precisamos de artefatos para conduzir nossas vozes e imagens pelos lares brasileiros.
Portanto, é fundamental que se monte condições para que a sociedade brasileira tome conhecimento do grupo e de sua atuação. Da mesma forma que foi criado o PROCON, deve-se criar o REPROVO (REsgate e PROteção do VOto) com a heróica missão de reunir grupos para questionar e pressionar as autoridades eleitorais para que o processo das urnas seja transparente e que sejam exibidas claramente todas as formas que o cidadão pode votar. A sede provisória desta nova entidade pode ser na garage de uma residência de um dos membros. Certamente entre os futuros membros, muitos terão conhecimentos que forneçam meios de fazer com que esta sigla chegue aos jornais, rádios e tvs. É preciso cacarejar para que saibam que estamos aqui para uma tarefa árdua. É claro que despesas mínimas ocorrerão (e nenhuma entidade pública vai patrocina-la. Assim como nenhuma das empresas interessadas no atual modelo) por conta de alguma propaganda, processos e correspondências que ocorrerão. Teremos de contar com nosso próprio sacrifício para mantê-la atuante. Nem que se peça um mísero R$ 0,10 aos simpatizantes da causa (se formos milhares, o valor arrecadado será representativo). E temos de cria-la com rapidez, sem vaidades (como a que está desmantelando a oposição), pois a existência dela não objetiva fins comerciais nem trampolim para o poder (espero).
Para comandar esta nova entidade, nada melhor do que um grupo de advogados bem intencionados e indignados com a acomodação da OAB em relação ao andamento do processo eleitoral. Dá para concretizar esta idéia sem demora? Ou vamos esperar passar o próximo Carnaval?
Se você desejar ler outros artigos, contos e poesias de minha autoria, visite os sites :
A Jovem cantora Lusa Jennifer Abadesso apresentou numa conferência de Imprensa o seu primeiro trabalho discográfico intitulado-se com próprio nome, contendo oito faixas seis em inglês com letra e musica de sua autoria e duas em português. Respondendo com muita eficácia a uma conferência em que lhe foram feitas muitas perguntas, e claro nos surpreendeu na suas respostas mostrando o seu desembaraço e inteligência.
Jennifer e seus pais
Tem apenas 22 anos filha de pais açorianos, leciona o Segundo ano de jornalismo, mas têm como o objetivo alcançar o nível alto como cançonetista e compositora.
Relativamente há pouco tempo apresentou esse mesmo trabalho discográfico na ilha de São Miguel, realizando entrevistas pela Mídia local, e realizando também cerca de nove espetáculos. Tomou essa decisão por gostar muito das raízes de seus pais, e também por adorar São Miguel.
Voz jovem, bonita, e tranqüila, Jennifer promete ser uma cantora que luta pelo sucesso, não esconde os fortes objetivos musicais no mundo desde intérprete a compositora, mostrando que tem potência na sua voz suave e cativante. O trabalho e esmero desta obra estão estampados nas músicas, no belo encarte e nas letras e nas letras e músicas criadas por si própria.
Jennifer interpretou duas canções e verificou-se que têm química musical excelente! Ela confeccionou as suas próprias letras e musicas das seis canções em inglês, que se adapta muito bem ao seu jeito de cantar. O seu primeiro trabalho discográfico traz outra faceta, bem Identificada com ela própria.
A conferência decorreu num franco convívio no conhecido restaurante, Ö Tabico. Jennifer nos informou que a apresentação ao público será no próximo dia 17 de Outubro, no Ambience Banquet Hall, com abertura do espetáculo com simplicidade e talento do conhecido Mario Marinho.
Liberal do Couto é Jornalista, escreve para o Jornal Milênio-Stadium, Revista Saber, e tem uma rúbrica(programa) "Eco da Comunidade" na rádio Aquarela Portuguesa
Inauguramos hoje a área de Exposições - ver menu blogger com link direto para o Espaço Cultural do site CIASC (Centro de Informática e Automação do Estado de Santa Catarina).
Se você conhecer outros sites que mantenham Espaço Culturais on line, entre em contato.
O escritor Milton faro participou do programa do Ronnie Von no dia 08/09 para divulgar seu livro Com o Pé na Forca. Visite o site do programa Todo Seu e confira outras entrevistas.
Nova condenação criminal contra o editor Siegfried Ellwanger
O editor gaúcho Siegfried Ellwanger - que protagonizou o mais rumoroso caso de racismo contra judeus, já decidido pela Justiça brasileira - está recebendo nova condenação criminal. Sentença do juiz Paulo Roberto Lessa Franz, da 8ª Vara Criminal de Porto Alegre - anteontem publicada - condenou Ellwanger (atuais 76 anos de idade) a um ano e nove meses de reclusão.
Segundo a denúncia, os livros oferecidos à venda por Siegfried Ellwanger, a partir de 2 de novembro de 1996, na Feira do Livro, ¿trazem mensagens racistas, discriminatórias e preconceituosas, incitando e induzindo ao ódio e ao desprezo contra povo de origem judaica". O juiz viu caracterizada ¿a conduta do acusado de desprezo ao povo judeu, ao se dedicar reiteradamente à edição, publicação e à venda de obras que exprimem manifestações puramente preconceituosas¿.
O editor ainda pode recorrer ao TJRS. Detalhe interessante é que - em função da decisão de 19 de março deste ano, do STF, negando o hábeas de Ellwanger contra sua condenação anterior - ele já perdeu a primariedade. Esse detalhe, certamente,
comportará discussão sob o prisma processual nas novas etapas desta ação criminal.
(Proc. nº 139.7026988) = =>> Noticia do Espaço Vital + + +
Sinônimo de mulher que gosta de crescer profissionalmente, começou já em serviço público, na área da saúde, serviço e hoje na função de coordenadora da sua própria clinica. Bonita e decidida têm feito de tudo para provar que a mulher está no mercado competindo com igualdade ao sexo masculino. Busca seus ideais, e luta com garra e dentes pelo que quer. Muito transparente e amiga, está pronta para atender todos com a mesma dignidade e respeito. Helena é apaixonada pela vida, filhas e a neto. É um prazer tela conosco.
Algumas mulheres nos fazem desconfiar que já carregam em código genético uma essência diferenciada. Uma delas é Helena Cordeiro. É dinâmica, comunicativa e gosta de superar os desafios.
Reflexologista conceituadíssima, (lógico, pela sua competência) já trabalhou no hospital de Mississauga e Toronto, onde adquiriu uma grande bagagem. Gosta das coisas simples da vida. Autentica acha que seu trabalho está crescendo no caminho certo.
Na realidade está sempre ajudando quem lhe pede auxilio não apenas pelo seu grande sucesso profissional, mas principalmente por se tratar de uma grande Micaelense de família tradicional. Querida por todos, Tem uma clinica em Mississauga. É detentora de um grande número de pacientes e conseqüentemente de um grande número de amigas.
Helena Cordeiro, Padre Roque, uma amiga e mãe de Helena Cordeiro.
Muito cedo saiu de casa para conquistar seu espaço, e conseguiu. Apaixonada pelo que faz, se energiza na harmonia de sua família, mãe de Lisa e Suzy. Com sua clinica conceituadíssima atende particular e convênios. Bonita, culta e inteligente, busca em congressos e cursos, a qualidade para seus clientes, mas o sucesso profissional e pessoal não é segredo para quem tem sempre Deus no coração. Acha que só ele pode decidir a vida das pessoas.
Mãe e esposa dedicada, ela é um exemplo de mulher batalhadora. Liberal do Couto é Jornalista, escreve para o Jornal Milênio-Stadium, Revista Saber, e tem uma rúbrica(programa) "Eco da Comunidade" na rádio Aquarela Portuguesa
- Está liberado, os senhores podem entrar.
E lá fui eu, passando pelo portão da Granja Comari, para fazer minha palestra O MEU EVEREST para a Seleção Brasileira de futebol, no dia primeiro de Setembro, parte da preparação para o jogo contra a Bolívia.
Enquanto entrava no Centro de Treinamento de Teresópolis, minha cabeça estava a mil, lembrando das ocasiões, desde a Copa de 70, em que a Seleção me proporcionou momentos de magia, encanto e orgulho.
Como todo brasileiro, na seleção estão os meus heróis.
Como poucos brasileiros, eu estava prestes a encontrá-los pessoalmente.
Mais: eu, que sempre permaneci 90 minutos acompanhando meus heróis, desta vez os veria acompanhando por 90 minutos, a mim. Pode?
Minha expectativa era aquela construída pela mídia: um Parreira frio, o Zagallo irascível, uns jogadores metidos, outros alienados.
Nada mais errado. Fui recebido por um Carlos Alberto Parreira sereno. Bem humorado. E em seguida Américo Faria. E depois Moraci Santana. E então Mario Zagallo. Simpaticíssimos, educados, e felizes.
Enquanto eu preparava o equipamento, ouvi Parreira chamar:
- Ronaldo!
E entra na sala o Fenômeno.
Parreira nos apresenta e trocamos algumas palavras sobre a palestra. Ali, na minha frente, estava um dos maiores ícones deste início de milênio. Era como estar com Michael Jackson, Paul McCartney ou Madonna. E era pouco mais que um garoto, até mesmo tímido, simples e risonho.
O nosso Ronaldo.
Aguardando a chegada dos jogadores para o início da palestra, que seria conduzido por meu amigo Evandro Mota, sentei-me numa cadeira ao lado de Ronaldo e Robinho. E fui assistindo a entrada dos jogadores: Roque Junior. Alex. Cris. Edu. Belletti. Luisão. Juninho. Ronaldinho. Gilberto... Atrasados, cada um sendo recebido com uma vaia pelo grupo. O capitão Roberto Carlos, último a entrar, com uma chuva de almofadas.
Eu estava entre os melhores. Do mundo.
No jantar com a comissão técnica, minha impressão foi uma só: profissionalismo. Transmitindo a segurança de quem sabe exatamente o que está fazendo.
Vi na comissão técnica, cinco pais orientando um grupo de filhos jovens, vigorosos e dispostos a dar o melhor de si. Senti orgulho de ser brasileiro.
A palestra foi divertida, o grupo participou bastante. Havia um clima de felicidade no ar e, refletindo, descobri a magia daquele ambiente.
Eu estava diante de um grupo de pessoas que conseguiram o que pouquíssimos obtêm: a realização de seu sonho de criança.
Eles estavam trabalhando. Mas estavam se divertindo. E isso faz toda a diferença.
Faz campeões do mundo.
E você, hein? Tem se divertido trabalhando?
Luciano Pires é profissional de comunicação, jornalista, escritor, conferencista e cartunista, atualmente Diretor de Comunicação Corporativa da Dana. Visite o site www.omeueverest.com e www.lucianopires.com.br
SETEMBRO - DIAS 09, 16, 23 E 30 / OUTUBRO - DIAS 07, 14, 21, 28
DURAÇÃO DO ESPETÁCULO: 60 MINUTOS / RECOMENDADO A PARTIR DE 14 ANOS
SOBRE O ESPETÁCULO
Um homem, conscientizando-se da sua condição de condenado por um crime inusitado, convida seus algozes para um acerto de contas que permeia mais de 500 anos e, conseqüentemente, questiona o papel desempenhado por homens imortalizados pela história.
O espetáculo revigora o posicionamento humano diante dos fatos que demarcaram a evolução da história contemporânea, objetivando, através de um traçado histórico emoldurado pela licenciosidade da arte, despertar um olhar mais atento sobre o passado, na intenção de possibilitar um melhor entendimento do presente e um posicionamento mais digno no futuro.
Um tributo à América Latina e a seus povos, massacrados de diferentes formas, ontem e hoje.
FICHA TÉCNICA
Texto - César Friche e Silvio Cotrim
Direção - César Friche
Cenografia e figurino - Marisilda Gasbarro
Trilha Sonora - César Friche
Desenho de Luz - César Friche
Programação Visual - Silvio Cotrim
Operação de Luz e Som - Silvio Cotrim
Fotografia - Adilson Aguiar
Produção - Núcleo Artes da Expressão
VIVENDO NA CASA DE VIDRO
ESPAÇO 2 DE ARTES - TEATRO PLÍNIO MARCOS
MG PRODUÇÕES INDEPENDENTES
GÊNERO: DRAMA
OBSERVAÇÃO: ESTRÉIA
QUINTAS-FEIRAS - ÀS 21h00
SETEMBRO - DIAS 02, 09, 16, 23, E 30 / OUTUBRO - DIAS 07, 14, 21 E 28
DURAÇÃO DO ESPETÁCULO: 90 MINUTOS / RECOMENDADO A PARTIR DE 18 ANOS
SOBRE O ESPETÁCULO
Trata-se de uma visão das conseqüências que a mídia pode causar na cabeça de uma pessoa, através de cenas chocantes e músicas antológicas. A platéia é levada a mergulhar no universo mostrado no espetáculo.
FICHA TÉCNICA
Elenco - Henrique Maranhão/Joana Rheingantz/Luiz Henrique/Marina Faé/Marina Patari/Thiago Clemente
Audiovisual - Mônica Pereira/Bianca Rosemberg/Gabriela Boghosian
Locução - Caio Graco De Souza
Coordenador de Palco e Técnica Geral - Rodrigo Silva
Direção Musical - Douglas Froemming
Direção de Coro - Leandro Eugenio da Silva
Produção - Caio Graco de Souza
Direção - Henrique Maranhão
BANQUETE DOS HOMENS
ESPAÇO 2 DE ARTES - SALA LINNEU DIAS
TEATRARIA PAULISTA
GÊNERO: DRAMA
OBSERVAÇÃO: ESTRÉIA
SEXTAS-FEIRAS ÀS 21h00
SETEMBRO - DIAS 10, 17 E 24 / OUTUBRO - DIAS 01, 08, 15, 22 E 29
DURAÇÃO DO ESPETÁCULO: 90 MINUTOS / RECOMENDADO A PARTIR DE 14 ANOS
SOBRE O ESPETÁCULO
Nesse espetáculo, personagens e platéia se encontram para elucidar um teorema na tentativa de perceberem como o homem, muitas vezes, se faz menor em razão de seus próprios apegos, verdadeiros refúgios da vida presente. Nesse contexto o "Dr. R. Elliot", médico legista, pós-graduado em psiquiatria e com doutorado em sociologia, durante um trabalho de dissecação humana, inicia uma busca para encontrar a verdadeira "causa mortis" daquele cidadão da Vila Rosa. Cada depoimento acaba por revelar novas perspectivas sobre um mesmo fato. Ao longo de sua investigação, "Dr. Elliot" é também afetado pelas tramas narradas por seus pacientes - objetos de seu estudo - encontrando-se diante do enigma de sua própria existência.A trama é densa, bem humorada e surpreendente.
FICHA TÉCNICA
Cenografia e Figurinos - Crys Aizner
Desenho de Luz - Joelson Medeiros
Trilha Sonora - Sérgio Yamamoto
Produção Executiva - Edi Carlos Néri / Alexandra Pericão
Assistente de Direção - António Furtado
O PRONUNCIAMENTO
ESPAÇO 2 DE ARTES - TEATRO PLÍNIO MARCOS
TEATRO DA CURVA
GÊNERO: DRAMA
OBSERVAÇÃO: ESTRÉIA
SEXTAS-FEIRAS ÀS 21h00
SETEMBRO - DIAS 03, 10, 17 E 24 /OUTUBRO - DIAS 01, 08, 15, 22 E 29
DURAÇÃO DO ESPETÁCULO: 70 MINUTOS / RECOMENDADO A PARTIR DE 14 ANOS
SOBRE O ESPETÁCULO
Numa determinada manhã, Ricardo recebe uma visita inesperada que pode mudar a sua vida, um visitante misterioso que promete a cura para a sua doença, um mal ainda desconhecido e aparentemente incurável. Sem ter a quem recorrer, Ricardo aceita os estranhos métodos desse visitante, embarcando numa jornada que mistura sonho e realidade, medo e esperança.
FICHA TÉCNICA
Elenco - Daniel Sommerfeld/Marco Rudelli/Didio Perini/Marina Bastos/Natalia Lemos
Produção - Teatro da Curva
Cenografia e Adereços - Patrick Toosey
Figurino - Ralph Maizza
Trilha Sonora - Ralph Maizza e Marcos Gomes
Iluminação - Patrick Toosey e Celso Melez.
Operador de Luz - Marcos Gomes
Operador de Som - Ralph Maizza
Assessoria de imprensa - Marcos Gomes e Marina Bastos
Projeto Gráfico - Daniel Sommerfeld
VÔO CEGO
ESPAÇO 2 DE ARTES - SALA LINNEU DIAS
CIA DE ARTES ABRAXAS
GÊNERO: TRAGÉDIA CONTEMPORÂNEA
SÁBADOS ÀS 19h00
SETEMBRO - DIAS 04, 11, 18 E 25 / OUTUBRO - DIAS 02, 09, 16, 23 E 30
DURAÇÃO DO ESPETÁCULO: 90 MINUTOS / RECOMENDADO A PARTIR DE 12 ANOS
SOBRE O ESPETÁCULO
No interior de um apartamento o drama humano entrelaça as pessoas de maneira natural ("Foi você que fez de mim o que sou. Sempre escolheu por mim, decidiu por mim, pensou por mim, viveu por mim...") . Não excluindo do homem nem seu lado puro ("Meu corpo é meu consolo e minha vingança e, no entanto como é possível que esteja apodrecendo?"), nem seu lado sórdido ("Você deve saber quanto vale um homem como eu, ou então quanto vale o seu tesão").
FICHA TÉCNICA
Texto - Alcione Araújo
Concepção e Direção - Sônia Fonseca
Cenografia e Ilustração - Oséas Trindade
Produção - Cia de Artes Abraxas
Elenco - Alessandra Alves (Nina)/Elaine Adriani (Natália)/Elaine Lima (Natália/Nina)/Sidney Larama (Juarez)
SETEMBRO - DIAS 04, 11, 18 E 25 / OUTUBRO - DIAS 02, 09, 16, 23 E 30
DURAÇÃO DO ESPETÁCULO: 105 MINUTOS / RECOMENDADO A PARTIR DE 06 ANOS
SOBRE O ESPETÁCULO
Além do Constrangedor! mostra a história de uma mulher simples que passa a vida enredada em situações limites: De uma infância traumática à um futuro repleto de surpresas agradáveis e outras tantas constrangedoras, tudo a faz refletir sobre o sentido da vida. Sua escalada rumo ao sucesso profissional como atriz, é também o mote para o grupo destilar o humor ingênuo que é sua marca. Como nas comédias anteriores, a ação se desenrola entre os anos 60 e 70, com o luxo e a cafonice da época, servidos na mesma bandeja. Em 105 minutos de espetáculo, 14 atores e 110 figurinos trafegam pelo palco num ritmo alucinante.
FICHA TÉCNICA
Elenco - Admir Calazans/Alex Mazzanti/Cadu Giusti/Fabiana Dapper/Fabiano Cruz/Fernando Angelini/Ivone Vaz/Marcos Belini/Mila Mariz/Moisés Laurentino/Mônica Costa/Persio Ribeiro/Renato Lembo/Sabrina Martinez.
Vozes em Off - André Barbezani/Mônica Costa/Edgar Suzuki
Caracterização/Pesquisa e Produção de Figurinos - Cafonas & Bokomokos
Chapéus/Adereços Especiais - Madame Kuty
Perucas - Otaner
Sonoplastia/Pesquisa trilha sonora - Guilherme Vidal
Iluminação - Edgar Suzuki
Cenografia - Guilherme Vidal
Coreografia - Cafonas & Bokomokos
Programação Visual - Guilherme Vidal
Produção - Cafonas & Bokomokos
Texto e Direção - Guilherme Vidal
CENAS DE 4
ESPAÇO 2 DE ARTES - TEATRO PLÍNIO MARCOS
CIA SUPERNOVA
GÊNERO: TRAGICOMÉDIA
DOMINGOS ÀS 20h00
SETEMBRO - DIA 26 / OUTUBRO - DIAS 03, 10, 17, 24 E 31
DURAÇÃO DO ESPETÁCULO: 50 MINUTOS / RECOMENDADO A PARTIR DE 14 ANOS
SOBRE O ESPETÁCULO
O espetáculo "Cenas de 4", trata de quatro textos adaptados de três dos maiores autores norte-americanos: Eugene O´Neil, Tennessee Williams e Ray Bradbury que retratam personagens inconformados e decadentes em quatro cenas tragicômicas passadas em quatro cômodos de um cortiço. Os textos são: "Antes do café" - Eugene O´Neil /"À Margem da Vida" - Tennessee Williams/"A Dama de Bergamota" - Tennessee Williams/"O Pedestre" - Ray Bradbury
FICHA TÉCNICA
Elenco - Eliana Oliveira /Fernanda Vieira (stand by) /Lílian Carvalho/Naldo Alves/Nyce Moraes / Regina Monico (stand by) /Renato Bellamin/Ruth Soares Diniz.
Direção Geral - Ricardo Menezes
ENTRE QUATRO PAREDES
ESPAÇO 2 DE ARTES - SALA LINNEU DIAS
CIA TEATRAL CORDIS INQUIETIS
GÊNERO: DRAMA EXISTENCIAL
SÁBADOS ÀS 21h00 E DOMINGOS ÀS 20h00
SETEMBRO - DIAS 04, 05, 11, 12, 18, 19, 25 E 26
OUTUBRO - DIAS 02, 03, 09, 10, 16, 17, 23, 24 30 E 31
DURAÇÃO DO ESPETÁCULO: 90 MINUTOS / RECOMENDADO A PARTIR DE 14 ANOS
SOBRE O ESPETÁCULO
A ação da peça desenrola-se no inferno. Não o inferno da mitologia cristã, mas um salão decorado com três poltronas e uma estátua de bronze. Levados um a um a esse espaço pelo Criado, chegam os "mortos": um homem de letras, uma funcionária dos correios lésbica, e uma mulher da alta sociedade. Enclausurados e condenados à vida em comum, não tardam em tornar a convivência verdadeiramente insuportável.
FICHA TÉCNICA
Texto - ENTRE QUATRO PAREDES
Autor - Jean-Paul Sartre
Elenco - Rafa D'Garci/Rudson Mazzorana/Talita Valarelli/Viviane Pepice
Concepção e Direção - Sônia Fonseca
Operadora de Luz e Som - Marta Estela
Produção - Rudson Mazzorana e Viviane Pepice
Fotos - Lucas Rimachi e Demetrio de Macedo Pepice
PARA CRIANÇAS
UM CONTO PRA CADA CANTO
ESPAÇO 2 DE ARTES - TEATRO PLÍNIO MARCOS
GRUPO NEM TE CONTO
GÊNERO: INFANTIL
OBSERVAÇÃO: ESTRÉIA
SÁBADOS ÀS 16h00
SETEMBRO - DIAS 04, 11, 18 e 25 / OUTUBRO - DIAS 02, 09, 16, 23 E 30
DURAÇÃO DO ESPETÁCULO: 45 MINUTOS / RECOMENDADO A PARTIR DE 06 ANOS
SOBRE O ESPETÁCULO
Em uma grande brincadeira, três atrizes contam lendas do folclore brasileiro com versos, músicas, cores e alegria. O texto apresenta personagens como o saci-pererê, bumba-meu-boi e o negrinho do pastoreio, resgatando a diversidade cultural brasileira e valorizando nossa identidade.
FICHA TÉCNICA
Texto - Camila Garoli
Direção - Sandra Mezzena
Elenco - Camila Garoli, Evelyne Lorenzetti e Marta Estela
Cenografia - Carina Stadiaé e Nelson Kao
Desenho de Luz - Marta Estela
Operação de Luz - Vanessa Teixeira
CONTANDO MARIA BORRALHEIRA
ESPAÇO 2 DE ARTES - TEATRO PLÍNIO MARCOS
GRUPO TEIA
GÊNERO: INFANTIL
OBSERVAÇÃO: ESTRÉIA
DOMINGOS ÀS 16h00
SETEMBRO - DIAS 05, 12, 19 E 26 / OUTUBRO - DIAS 03, 10, 17, 24 E 31
DURAÇÃO DO ESPETÁCULO: 60 MINUTOS / LIVRE
SOBRE O ESPETÁCULO
A peça é uma criação coletiva, realizada a partir da leitura de várias adaptações do texto "Maria Borralheira" e da variante do clássico de Perrault como é contado em várias regiões do país tendo como diferencial a feliz combinação entre contar e encenar a história, levando o público a uma interação e reconhecimento do que está assistindo.
FICHA TÉCNICA
Criação coletiva - Grupo Teia
Elenco - Ligia Kohan /Ludmila Corrêa /Renata Halada
Iluminação - Tanah Corrêa
Produção Sonoplastica - Paulo Bozoli
Cenário e figurino - Criação Magda Crudelli e Georgya Corrêa / Realização Elenco
Produção - TEIA DE ARTES - Núcleo Teinha e Elenco
Direção Geral - Georgya Corrêa
Realização - Teia de Artes - Núcleo Teinha
SERVIÇO:
PROJETO MUTIRÃO 11 - ESPAÇO 2 DE ARTES
RUA CLÉLIA, 33 - 2. PISO-SHOPPING POMPÉIA NOBRE
BAIRRO POMPÉIA - FONE 3864-3129
ESPETÁCULOS (ADULTO E INFANTIL) - PREÇO ÚNICO - 12,00
(6,00- classe artística/professores/ estudantes/aposentados/pessoas com mais de 60 anos)
TEATRO PLÍNIO MARCOS: LOTAÇÃO 90 LUGARES / AR CONDICIONADO
SALA LINNEU DIAS: LOTAÇÃO 80 LUGARES / SEM AR CONDICIONADO
ESTACIONAMENTO NO SHOPPING (2,00/hora com carimbo do teatro)
Já que estamos numa de símbolos nacionais, lembrei-me de um dos nossos símbolos por excelência, O Fado. Todas as novas gerações têm repulsa ao tradicional. Ainda bem que assim o é, porque assim que a cultura se reinventa. Aqui no Canadá aprendi definitivamente a apreciar o Fado. Estranho, não é? Não, não são as tão famosas Saudades, não e o saudosismo da vida portuguesa - sim que tenho Saudades, e aqui vai mais uma fadista que orgulhamos por cantar essa canção ha muitos anos.
Descoberta por igrejas Caeiro aos 15 anos de idade, num espetáculo intitulado "A Procura de uma estrela" Apesar de sua família se opor que ela cantasse, mas a sua boa vontade e a paixão pelo fado começou aqui no Canadá em 1970, quando chegou com sua família para tentar nova vida como emigrante. Vários obstáculos na sua vida, como problemas de saúde fazem perder o incentivo de cantar, mas por vezes a paixão é maior do que o seu estado, e incentivada por amigos continua. As suas qualidades são bastante apreciadas.
Cantora de boa voz e de sentimento forte na interpretação, Dina Maria alia a estas qualidades uma excelente presença de fadista, clássica e capacidades interpretativas. Características que já o levarem a ser reconhecida na Comunidade com participações destacadas nas Semanas de Portugal. Mas é nas casas de fado que se sente melhor. : "Nas salas típicas o público está perto de mim e posso ver a sua reação. E quando sinto que o público sente aquilo que canto, eu sinto fado ainda mais profundamente.
Dina Maria apadrinhou o Sport Clube Angrense de Toronto, onde já foi homenageada.
Possuidora de uma técnica a cada um dos fadistas que a acompanha, entrando como se fosse em diálogo com os cantores, sublinhando ou reforçando as suas características pessoais. Assim, sem se sobrepor aos fadistas, Dina Maria devolve à guitarra um papel proeminente no fado, impondo lentamente, com toda uma nova geração que seguia os seus passos - como outros fadistas que seguem os seus passos e tem muita admiração por ela, com um novo estilo de acompanhar fado que continua nos nossos dias. Crescendo nele a ansiedade de alargar ainda mais o seu repertório e poder com o tempo deixar marcas do seu País, da sua cultura, mas com as suas próprias palavras. Em cada exibição deixa uma marca do passado que o inspirou, do presente que a habita e do futuro que ainda ambiciona. Apesar da sua idade avançada, por insistência de amigos e de um público cada vez mais adepto da sua voz e que continua com sua bonita voz e alma de fadista...
Liberal do Couto é Jornalista, escreve para o Jornal Milênio-Stadium, Revista Saber, e tem uma rúbrica(programa) "Eco da Comunidade" na rádio Aquarela Portuguesa
Em 26 de agosto de 2004, recebi a seguinte mensagem de Caroline P.
"Marcos Rolim, tu tens problemas mentais? Deves ter, não é? Se o Melara deve ter os seus 'direitos humanos' preservados e deve ter uma chance de se socializar, qual é o direito que eu, uma cidadã que paga impostos e não infringe as leis tem? Esse monstro, como muitos outros (políticos inclusive), devia acabar numa vala com um tiro no meio da testa. Por que razão tu não defendes o meu direito de andar pelas ruas de Porto Alegre sem medo?"
Prezada Caroline P.:
Acho que tens razão. Devo ter, mesmo, algum problema mental. Uma deficiência, talvez. Não consigo julgar pessoas que nunca vi se mesmo aquelas que conheço às vezes me escapam à compreensão. Sempre que recebo pela imprensa notícia sobre a conduta criminal de alguém, minhas dificuldades aumentam. Não entendo, por exemplo, por que alguém que foi condenado pela prática do crime de assalto, por exemplo, segue sendo nomeado pelos jornais, 20 anos depois, como "assaltante". Será possível que a identidade dessa pessoa seja reduzida a um evento delituoso? Na moderna criminologia, a "Teoria da Rotulação" (Labelling Theory) tem insistido que pessoas rotuladas como delinqüentes tendem a assumir esta identidade pública e que aquelas que praticaram delitos e que não foram rotuladas possuem chances maiores de recuperação. Bem, tenho uma estranha tendência a acreditar nos outros e acho que pessoas que praticaram crimes podem construir novos caminhos. Não consigo compreender a justiça como o equivalente de "vingança", ou aceitá-la como imposição de dor e sofrimento.
Imagino que quando a justiça é pensada como retribuição do mal terminamos produzindo mais injustiça. Meus problemas mentais são tão graves que não me passa pela cabeça que uma eventual liberdade concedida a Dilonei Melara possa atrapalhar o direito de alguém passear pelas ruas. Não senti receio dele nas inúmeras vezes que me desloquei pelos corredores da Pasc, ou nas vezes que me entrevistei com o próprio, em uma sala, sozinho, sem seguranças por perto e depois de pedir que lhe retirassem as algemas. No motim de 1994, no Presídio Central, me ofereci para acompanhar Melara até uma grade onde os amotinados - armados com revólveres - pudessem discutir comigo e com o hoje desembargador Scapini (certamente também uma pessoa "perturbada") a liberação de reféns. Também nesse momento não senti medo. Como podes ver, minha situação é mais grave do que parece. Acho até que pessoas que desejam que outras venham a ser encontradas "em uma vala com um tiro na testa" são, tendencialmente, perigosas porque - se tiverem a oportunidade - podem mesmo dar um tiro na testa de alguém. Mas - veja só - também esta possibilidade não me faz desejar o mal para elas. Pelo contrário, minha doença faz com que eu tenha a vontade de ajudá-las a compreender que o mundo pode ser melhor quando não carregamos o ódio no coração e quando estendemos a mão para os outros. Bem, mas isso é só uma parte dos meus sintomas. Na verdade, Caroline, sou um caso perdido.
Atenciosamente.
Marcos Rolim é Jornalista, vive, atualmente em Oxford, Inglaterra, onde desenvolve uma pesquisa sobre Segurança Pública.
Conheça seu currículo e o seu trabalho através do site www.rolim.com.br
O AUTOR NA PRAÇA
Apresenta
Dom Paulo Evaristo Arns & Evanize Sydow
Autografando os livros Corintiano Graças a Deus & Dom Paulo, um homem amado e perseguido.
Na semana de seu aniversário (14/09), Dom Paulo Evaristo Arns e Evanize Sydow são os próximos convidados do projeto O Autor na Praça, em 11 de setembro, às 15h.
O Cardeal Arns estará autografando o livro Corintiano Graças a Deus, recém lançado pela Editora Planeta, onde revela sua paixão pelo Corinthians. Evanize Sydow, autografa o livro Dom Paulo um homem amado e perseguido, a biografia do cardeal emérito de São Paulo, escrita em parceria com Marilda Ferri. Na ocasião Dom Paulo também estará autografando os livros Conversas com São Francisco e D. Paulo Evaristo Arns - Da Esperança a utopia - Testemunho de uma Vida, suas memórias. Participação do cartunista Júnior Lopes realizando caricaturas ao vivo. Mais informações abaixo.
SERVIÇO: O Autor na Praça - Dom Paulo Evaristo Arns & Evanize Sydow. Dia 11 de setembro, sábado, às 15h.
Espaço Plínio Marcos - Feira de Artes da Praça Benedito Calixto, Pinheiros - SP. Informações: Edson Lima - Tel. 3085 1502 / 9586 5577 - oautornapraca@oautornapraca.com.br
Este evento está sendo realizado em parceria com a Editora Planeta - SP.
Realização: Edson Lima & AAPBC - Associação dos Amigos da Praça Benedito Calixto.
EM BREVE: 18/09/2004, 15h, Lançamento do livro Chico Buarque do Brasil, em São Paulo, com a presença do organizador Rinaldo de Fernandes e alguns participantes do livro, que reúne 47 depoimentos sobre Chico Buarque. Fernandes também estará autografando os livros O Clarim e a Oração: cem anos de Os Sertões e O Caçador
Sobre o livro Corintiano Graças a Deus - Há quem diga que política, futebol e religião não se discutem. Dom Paulo Evaristo Arns contraria esta regra. Em 1964, foi ferrenho opositor do regime militar. Nove anos mais tarde, posou com a bandeira do Corinthians na capa da revista Placar. Agora, em "Corintiano Graças a Deus", o arcebispo emérito de São Paulo mostra que a sobriedade esperada de um religioso pode ser perfeitamente conciliada com os furores causados por um dos esportes mais passionais do mundo. Partindo de sua paixão alvinegra, dom Paulo faz delicadas e surpreendentes crônicas sobre seu amor ao clube, seu fascínio pelo futebol e sua convicção de que, apesar das diferenças de credo ou ideologias, um único propósito pode unir todos os homens: a justiça social. O livro revela que assim como intercedeu diretamente com generais para livrar os presos da tortura no período militar, o cardeal também pediu ao papa Paulo VI que São Jorge - padroeiro do Corinthians - não tivesse seu título cassado em um reordenamento do calendário oficial da liturgia. "Santo Padre, nosso povo não está entendendo direito a questão. São Jorge é muito popular no Brasil, sobretudo entre a imensa torcida do Corinthians, o clube de futebol mais popular de São Paulo". Paulo VI entendeu o problema: "Não podemos prejudicar nem a Inglaterra nem o Corinthians". Dom Paulo guarda até hoje o bilhete do pontífice. Outro episódio lembra o período de 22 anos sem títulos do clube. Ao saber que a má fase estava sendo atribuída a um sapo enterrado no Parque São Jorge, dom Paulo ameaçou virar Palmeirense. Sem demora, a diretoria do clube o convidou não apenas para um, mas para dois jantares. Conta ele: "No final, pediram-me que desse uma bênção "bem forte" naquele local, o que, evidentemente, fiz com muito gosto. O resultado todos conhecem: vencemos com Deus, não com o sapo!". A obra tem apresentação de Juca Kfouri e posfácio de Maria Angela Borsoi, sua secretária desde 1967.
Corintiano Graças a Deus - 140 págs. / Editora Planeta / R$ 29,90 / Editora Planeta
Ass. Comunicação: Débora Guterman - dguterman@editoraplaneta.com.br - Tel. 3088 2588
Sobre Dom Paulo Evaristo Arns - Nasceu em 14 de setembro de 1921 no município catarinense de Forquilhinha. É o quinto filho de dezesseis - dois adotivos. Ganhou a primeira bola de futebol aos cinco anos. Antes, jogava com bolas feitas das meias velhas da mãe, como zagueiro. Em 1945, concluídos os estudos filosóficos e teológicos, foi ordenado padre em Petrópolis, no Rio. Dez anos depois, tornou-se bispo em São Paulo. Recebeu mais de 120 títulos e prêmios no Brasil e exterior por sua luta pelos direitos humanos. Em 1998, aposentou-se por força da lei eclesiástica, sem jamais ter se afastado de seu empenho pelas causas humanitárias.
Corintiano graças a Deus - 140 págs. / Editora Planeta / R$ 29,90 / Editora Planeta
Dom Paulo Evaristo, Cardeal Arns, arcebispo emérito de São Paulo, aos 83 anos acrescenta às suas numerosas obras uma conversa com são Francisco, reconhecido como inspiração de sua vida, centrada na dedicação à Igreja que ambos foram, cada um a seu modo, chamados a reconstruir. Elaborado como um longo rosário de pequenas meditações, o livro é expressão da sensibilidade particularmente viva para com as necessidades do próximo, especialmente dos mais pequeninos, marginalizados pela sociedade do dinheiro e da ambição. Termina numa tríplice prece a Francisco, designado pelo doce nome de pai, pedindo-lhe três coisas: que o serviço da Igreja nos leve aos seres humanos mais marginalizados, a coragem de ser aquilo que devemos ser e a graça de revelarmos em nossas vidas o Pai do céu, o amor do Cristo e a santidade da Igreja.
Pensamentos
As meditações preparadas por Dom Paulo para os ouvintes da Rádio América foram reunidas neste livro, constituindo um instrumento que se deve ter à mão sempre que se precisar de uma palavra certa
Sobre Evanize Sydow - Jornalista e pesquisadora da Rede Social de Justiça e Direitos Humanos, é editora da revista eletrônica Página da Música (www.paginadamusica.com.br) É autora da biografia "Dom Paulo Evaristo Arns, um homem amado e perseguido" (Editora Vozes) - trabalho feito durante três anos, com pesquisas por toda a América Latina e Europa, e mais de cem entrevistas com personalidades Jaime Wright, Hélio Bicudo, Dom Luciano Mendes de Almeida, Frei Betto, Eduardo Suplicy, Luiz Eduardo Greenhalgh, Fernando Henrique Cardoso, José Gregori, Dalmo Dallari e Leonardo Boff - e uma das organizadoras do Relatório Direitos Humanos no Brasil 2001, 2002, 2003 e 2004. Trabalhou como jornalista na assessoria de imprensa da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, e realizou a assessoria de imprensa em ocasiões como a visita de Jean Ziegler, Relator Especial da ONU para o Direito à Alimentação, ao Brasil, e a visita da Delegação do Fórum Social Mundial e da Via Campesina à Palestina. Foi jornalista responsável - redatora, repórter e revisora - da Revista Concerto, especializada em música clássica, durante quatro anos. Foi idealizadora e editora da Revista MilTons, voltada para a música popular brasileira. Atualmente, também ministra oficinas de comunicação, prepara a biografia de Jaime Wright, personalidade de grande importância na história político-social brasileira.
Um estudante entre 12 e 18 anos pode até não perceber o quanto seu futuro está correndo perigo em função do sistema que atualmente conduz nossas vidas. Ele pode até mesmo não saber o coletivo de ladrões, apesar de já ter ouvido que algumas quadrilhas armadas de canetas comandam os destinos de nossa pátria (por nossa acomodação). Mas se ele for um internauta com disponibilidade de 4 horas por dia, deve estar devidamente capacitado (por conta própria) a penetrar nos sofisticados sistemas da NASA e do FBI, apesar de todos os programas de proteção existentes em suas instalações.
Perto disto, um grupo de técnicos em informática, mergulhados no teclado durante 60 horas por semana, recebendo excelente remuneração pelos resultados obtidos, sem dúvida alguma conseguirá diversas maneiras para invadir e adulterar resultados de um sistema informatizado de captação e contabilização de votos, cuja barreira de proteção deve ser mais frágil que um barraco de sapê na encosta de um morro sem vegetação.
De acordo com a gratificação oferecida, poderão elaborar programas com diversos níveis de sofisticação. Vamos ilustrar alguns, começando pelo mais barato.
a) Programa pirata a ser acionado incondicionalmente às 8:00 do dia da eleição, em todas as seções eleitorais, desviando um percentual fixo de votos para um nome já definido num cadastro. Este programa corre o risco de ser descoberto por alguns técnicos de bom gabarito sem que haja tempo de esconder a mutreta. Deve ser descartado pelas elites dominantes não por ser simplório, mas por ser o mais barato. Mesmo numa mutretagem, os integrantes de uma quadrilha gostam de se vangloriar por terem contratado o melhor estelionatário do mercado para efetuar o serviço.
b) Programa similar, mas que seria acionado/desligado com a indicação de uma senha por parte do presidente de cada seção, que nem precisaria saber que está colaborando para o adultério eleitoral. Mas servirá como excelente bode expiatório se houver vazamento de indícios que possam incriminar os mentores/patrocinadores do esquema de fraude.
c) Programa a ser acionado/desligado à longa distância por pessoas que estejam à frente do painel secreto que exibirá a marcha da contagem dos votos, com uma opção que permita definir o aumento/redução do percentual a ser desviado para o/a candidato escolhido.
d) O programa mais caro: que tenha todas as "facilidades" acima, mas que possua uma opção de repor os votos honestamente, desde que se observe que as artimanhas pré-eleitorais (debates viciados, denúncias falsas, pesquisas falsas) tenham surtido efeito na cabeça dos eleitores anestesiados. E ainda serão capazes de ceder alguns votos aos perdedores para que a opinião pública acredite que estes é que estavam preparando uma sabotagem no evento cívico. Como uma grande parcela do povo acredita nas manchetes coloridas e em políticos que já desviaram altas fortunas dos cofres públicos sem serem molestados, ainda existe o risco dos candidatos perdedores terem seus direitos políticos cassados por uns oito anos, permitindo que nas eleições de 2006 a elite encomende um programa mais barato para tornar o resultado oficial.
Quanto ao risco de ser solicitada uma conferência dos votos contra comprovantes emitidos por algumas urnas, os abutres já devem ter montado um esquema de guardar tais recibos num dos prédios do TRT (ou alguma outra entidade dona de prédios mais desprotegidos), prontos para pegarem fogo por algum "acidental" curto-circuito em suas obsoletas instalações elétricas, de preferência numa madrugada de domingo, pois se houver vítimas, o assunto demora mais a sair das páginas dos jornais.
E enquanto a sociedade não desperta da insônia onde está mergulhada desde que a elite facilitou a aquisição dos aparelhos de tv para doutrinar até mesmo os que se dizem "informados", o circo eleitoral que dá legalidade à eternização no poder por parte dos "coronéis" (de fazendas e cartéis) continuará por longo período, podendo ultrapassar o tempo da novela cujo enredo principal é a "falta" de água nas regiões necessitadas do país.
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Está tão em moda falar sobre pessoas com deficiência que nas últimas campanhas políticas, candidatos que mal sabem o significado da palavra deficiência se arvoram na defesa dos direitos desse seguimento social. Muitos chegam a afirmar que são defensores da causa e que seguirão esta ou aquela linha de atuação. Outros, inclusive, usam a imagem de pessoas com deficiência. A intenção pode até ser boa, pois julgam saber o que seja melhor para uma pessoa com deficiência. Mas o fato é que a maioria desses indivíduos não sabe sobre o que está falando.
Nesse contexto, onde a moda é falar sobre o tema da deficiência, corre-se o risco de quebrar a harmonia dos trabalhos em prol da luta por direitos. Luta empreendida, há anos, pelos movimentos de pessoas com deficiência.
A quebra da evolução de conquistas pode ocorrer quando uma força massificada se coloca em movimento sem saber para aonde se direcionar, sem compreender que caminhos seguros foram traçados e, sobretudo, sem atinar para a existência de uma evolução temática, dialética e legal.
Este movimento inconsciente do modismo anda paralelo aos movimentos de sucesso e, se por um lado é bom como fonte divulgadora do tema, por outro é altamente pernicioso, pois pode contamina-los com supostas novidades. Estes arremedos percorrem céleres grandes distâncias e alcançam enorme massa de pessoas, levando subliminarmente o preconceito, o que a posteriori vira discriminação.
A força da moda é irracional, seu objetivo é alcançar o ¿status¿ participativo, custe o que custar!
Ainda dentro do contexto estritamente político, podemos citar como exemplo, o aparecimento do Estatuto da Pessoa Portadora de deficiência que é legal por surgir como proposta de uma casa legislativa, mas é ilegítimo porque não nasce de uma demanda popular que seja proveniente dos movimentos de luta por direitos das pessoas com deficiência e sim de modismo.
Sandrinha Sargentelli recebe famosos no Show Ritmo das Cores.
Ritmo das Cores, tributo a Oswaldo Sargentelli que já foi aplaudido por cerca de 10 mil pessoas, a convite da apresentadora Sandrinha Sargentelli, invariavelmente reúne vip's na platéia.
Na última quarta, no Ópera São Paulo, flagramos Cybelle Silveira Bueno, Leila Lopes e Helô Pinheiro com Sandrinha.
SANDRINHA SARGENTELLI COMANDA O SAMBA, SEM ESCATIRIPAPO
RITMO DAS CORES, uma explosão de ziriguidum no sereno paulista
Até 24 de novembro - com o tributo que Sandrinha Sargentelli presta a seu tio Oswaldo Sargentelli (1923 - 2002) - as quartas feiras são noites de resgate cultural e de valorização ao turismo da Capital, reunindo o empresariado ao som de um contagiante baticum no Ópera São Paulo.
Ritmo das Cores, o luxuoso musical genuinamente brasileiro, já ultrapassou 100 apresentações e foi aplaudido por um público estimado em 10 mil pessoas, entre os vip`s, Gabriel e Beth Szafir, Roberto Justus, Antônio Mansur, Grace Maksoud, Olacyr de Moraes, Chiquinho Scarpa, Kina de Oliveira, Paulinho da Viola, Beth Carvalho, Sérgio Reis, Ângela Maria, Edith Veiga, Jair Rodrigues, Luiz Ayrão, Benito de Paula, Célia, Eduardo e Sylvinha Araújo, Fúlvio Stefanini, Helô Pinheiro, Marcos Plonka, Raul Gazzola, Nicole Puzzi e Suzy Rego, o que contribuiu para a atenção da mídia espontânea.
Mesclando arte e entretenimento, no palco a apresentadora Sandrinha ancora 10 luxuosos quadros atentos à manifestações do folclore nacional - rico em lendas e personagens - que trazem o samba de corpo e alma, com a tradicional contemplação da mulata. Ação que reafirma e dá continuidade a vitoriosa obra do Velho Sargento, consagrado internacionalmente.
A sobrinha e pupila do criador de termos como Oba Oba, Telecoteco e Balacobaco, tem mostrado sua afinidade com o show bizz desde a avant première do seu espetáculo na Casa da Fazenda do Morumbi, em 13 de maio do ano passado. Recorde de público no Teatro Itália, temporadas de sucesso no Passatempo, Gauguin e Piove. Apresentações no Grand Hyatt, Gran Meliá, Club Homs, Bar Brahma, Gallery Oggi e Jockey Club SP.
A montagem de Ritmo das Cores, teve sua pré estréia da temporada no Ópera São Paulo em 13 de agosto, estréias oficial em 18 de agosto, apresentação em 25 de agosto, com direção de Tanah Corrêa, segue com 6 ritmistas que já acompanharam o Mulatólogo e 7 bailarinas ancoradas por Sandrinha. - "Todas de cinturinhas finas, coxinhas grossas, carinhas de safadas, boas dentaduras e cheirosas." Como o Mestre costumava defini-las.
RITMO DAS CORES Tributo a Oswaldo Sargentelli
DIREÇÃO - Tanah Corrêa (Textos Orleyd Faya)
Idealização e Apresentação - Sandrinha Sargentelli
SETEMBRO - DIAS 01, 08, 15, 22 E 29
OUTUBRO - DIAS 06, 13, 20 E 27
NOVEMBRO - DIAS 03, 10, 17 E 24
O MUSICAL SEMPRE AS QUARTAS FEIRAS - 23H Duração 60 minutos / Recomendado a partir de 18 anos
MÚSICA AO VIVO A PARTIR DAS 22H - Capacidade 140 lugares / Manobrista a porta (R$7,00)
COUVERT R$ 40,00 - Jantar Show
ÓPERA SÃO PAULO - Reservas (11) 3813-2732 - AV. PEDROSO DE MORAES, 261 - PINHEIROS - SP
Músicas / Autores / Figurinos
Poema Sobrinha Sandrinha / Oswaldo Sargentelli (Sandrinha Sargentelli apresentando, ao batuque dos ritmistas)
Pout - Pourri de batucada / domínio público (7 bailarinas c/ perucas coloridas, colant c/ pedrarias)
Canta Brasil/desconhecido (biquínis amarelos, boás, costeiros e adereços)
Falsa Bahiana/Geraldo Teodoro Pereira (baianas)
Que Bonito É/desconhecido (saias longas coloridas, babados prateados, c/ o comando de Sandrinha)
Pout - Pourri chorinhos (solo cavaquinho)
Vermelho/desconhecido (índias c/ paus de chuva)
Aquarela do Brasil/Ari Barroso (capas esvoaçantes roxo e preto, muito paetê)
Mulata Assanhada/Ataulfo Alves(vestidos estampados e perucas black power, negas malucas interagem c/ a platéia)
Brasileirinho/Waldir Azevedo(Sandrinha chama solos - agogô, tamborim, cuíca, reco reco, pandeiro, cavaco e surdo)
Carnaval do Lalá (Sandrinha apresenta o solo das bailarinas)
Apoteóse do samba (todo elenco interagindo com a platéia)
Porque um Livro é símbolo de liberdade, de consciência e de tolerância... Na manhã de 11 de Setembro, saia para rua munido de um livro, importante para você, de um livro que tenha mudado o seu olhar sobre o mundo, dedica esse livro (inscreve nele uma palavra, um endereço ou um desenho...) e liberta-O! na via pública ou sobre um qualquer banco de jardim , no metrô, no ônibus ou num café...à mercê dum leitor desconhecido...
Uma mobilização geral em Bruxelas, Paris, Florença, São Francisco, mas também... em Porto Alegre, São Paulo, Lille, Santiago, Liège, Montréal, Roma, Nápoles, México, Quito, Namur, Marselha, Nice, Carpentras, Narandiba, Lausanne, Genebra, Quebéc, Marmeleiro, Praga, Belgrado, Curitiba, Belo Horizonte, Presidente Prudente, Coimbra, Rosana, Juiz de Fora ...
VERDES TRIGOS CULTURAL um sítio cultural de Henrique Chagas simplesmente fazendo diferença.
PRESIDENTE PRUDENTE - SP.
O blogger JPbrasil apóia esse movimento e colabora na divulgação com o maior prazer.
Há mais de 50 anos os abutres estrangeiros já sabiam que as reservas naturais da Europa estavam esgotadas e as riquezas da América do Norte eram para uso próprio. Portanto, teriam de criar um processo de obter recursos brutos em países onde os mesmos eram (e continuam sendo) abundantes. Existem três caminhos para conseguir os insumos:
a) pagando o preço justo pela mercadoria;
b) tomando pela força;
c) corrompendo autoridades para obter os produtos por preço ínfimo.
A 1a. opção não interessa pois transfere moeda a um país que pode crescer (deixando de ser colônia) e se tornar gigante como o atual comprador.
A 2a. opção, além de cara (pode ser demorada), causa impacto negativo se muitos nativos morrerem em busca do produto desejado. Atualmente estão conseguindo criar "guerras" entre "aliados" (trouxas) e o país dono do produto ambicionado. Depois, promovem uma "intervenção para restabelecer a paz" e conseguem o que precisam.
A 3a. opção é mais barata. Basta subornar os governantes com algumas migalhas de ouro para assinarem contratos seculares pela posse do produto necessário extraído por baixos salários.
No Brasil, enquanto existiam patriotas nos postos de comando, foi difícil conduzir este processo com alto sucesso. As resistências eram enormes e repercutiam a favor da defesa do que era nosso. Mas os abutres jamais desistiram de seu objetivo. Ao longo dos últimos 40 anos eles insistiram na prática da compra de consciências, conjugada com a destruição dos valores familiares e patrióticos através da mídia pesada, controlada pelas poderosas empresas patrocinadoras. E nos últimos 8 anos, pisaram fundo no acelerador, corrompendo a Justiça e as entidades que um dia tiveram a confiança da população. Agora, tudo é feito às claras, sem receio de reação, pois sabem que a impunidade se instalou no país, a partir do primeiro escalão. Dezenas de medidas foram adotadas neste período enquanto o povo foi distraído com novelas, carnavais sem roupas, futebol de baixo nível e shows rebolativos. Eis alguns pontos em que a população foi agredida severamente:
a) congelamento dos salários;
b) congelamento da tabela do IR;
c) sucateamento da educação e da saúde;
d) aumento dos itens básicos (remédios, alimentação, energia e comunicação);
e) impedimento da aquisição da casa própria;
f) desmantelamento das forças armadas.
Além destes (procurem lembrar-se de outros), ainda temos de conviver com a violência gerada pela soma de todos estes problemas fabricados. Apesar das urnas eletrônicas viciadas que estão sendo preparadas para a próxima eleição, será que saberemos dar o troco no momento de digitar o voto? Sugiro que para não ser traído pela memória, você coloque este artigo na porta de sua geladeira junto com os lembretes que já estão lá. E se concluir que no cesto de ratos não dá para distinguir um bom coelho, vote NULO!
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Para muita gente, o mundo da música erudita pode parecer fechado e restrito a artistas e a poucos iniciados. O que é uma sinfonia? Como reconhecer uma suíte? Quais as diferenças entre o Barroco e o Classicismo? Responder estas e outras perguntas e levar este universo para perto do grande público foram os pontos de partida do projeto "Música em Conversa", que acontece até novembro no Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro (SP), com as maiores especialistas do assunto.
Todas as sextas-feiras até 19 de novembro, sempre às 18h30, um tema ou um gênero musical - sonatas, sinfonias, prelúdios, óperas, balés - característicos de diferentes períodos da História da Música, será apresentado a partir da obra de um ou dois compositores. Participam do projeto João Carlos Martins, José Miguel Wisnik, Clara Sverner e João Carlos Assis Brasil, entre outros.
A conversa gira em torno do compositor e de sua obra, no contexto de estilo e época. Além das palestras, que contam com fotos, slides, dvds e vídeos, haverá apresentações musicais do próprio conferencista ou de um convidado. Optou-se por compositores e obras mais conhecidas, cuja linguagem foi assimilada e consagrada pelo grande público, com o objetivo de conquistar uma platéia mais abrangente.
Sextas-feiras,
Até 19 de novembro
18 horas e 30 minutos
CCBB
Rua Primeiro de março 66 - Centro
Rio de Janeiro (RJ)
A participação nas palestras é gratuita. Basta retirar senha meia hora antes.Patrícia Duarte
Hipertexto Comunicação
patricia@hipertexto.srv.br
Agenda do Projeto música em Conversa.
Data Compositor Tema Palestrante
03/09 Schubert e Schumann O Lied Luiz Paulo Sampaio
10/09 Chopin Os Estudos José Miguel Wisnik
17/09 Liszt e Wagner A Escola de Weimar Fany Solter
24/09 Chiquinha Gonzaga e Ernesto Nazaré Os Pianeiros Brasileiros Clara Sverner
01/10 Verdi Réquiem Aylton Escobar
08/10 Carlos Gomes As Óperas Fernando Portari
15/10 Debussy Os Prelúdios Luiz Senise
22/10 Mahler e Strauss Ciclos de Canções Rubens Ricciardi
29/10 Ravel A Arte da Orquestração Artur da Távola
05/11 Stravinsky O Balé Russo Julio Medaglia
12/11 Villa-Lobos O Violão e seu reflexo nas Bachianas Brasileiras Turibio Santos
19/11 Gershwin A Inspiração nas Cidades João Carlos Assis Brasil.
Fonte: Café Brasil
Café Brasil é um boletim quinzenal, elaborado por Luciano Pires, editado por Paulo Pelicano, diagramado por Daniel Pires e enriquecido por amigos colaboradores, um dos quais pode muito bem ser você. Escreva para cafebrasil@lucianopires.com.br .
Esse sábado 04/09 tem show no The Wall Café (Rua 13 de maio, 152 ) , a casa mais rock and roll do Bixiga. R$ 12,00 com chopp free até a 1:00, após esse horário , o chopp fica R$ 1,00. Vamos encher a lata e curtir um rock and roll de primeira linha por lá. Reservas pelo site reservas@thewallcafe.com.br ou pelos telefones (011) 5844-0066 / 3255-9642. Abraços à todos e Keep on rockin'....
Chego para embarcar num vôo da TAM. Sorrisos, tapete vermelho e gentilezas no check in. Na sala de embarque, uma surpresa: cadê o suco, o sanduichinho e os docinhos? E o pianista?
Acabou. É água e café. Ponto.
No embarque, pela janela do ônibus vejo que o avião é azul...Velho... Pequeno...Varig...
Ao pé da escada não tem tapete vermelho. Nem piloto e aeromoça me aguardando com sorrisos e um "bom dia...".
Já sentado na velha e apertada poltrona, sinto falta da balinha e do outro sorriso da aeromoça da TAM. O serviço de bordo: duas torradas, um docinho, um queijinho e uma geléia numa espécie de balde de papel que não comporta esses ingredientes. E para acompanhar, um suquinho.
O preço da passagem ida e volta São Paulo - Porto Alegre? Mil e quinhentos reais...Seis salários mínimos.
Comprei TAM e levei Varig... Sou mais uma vítima da fusão. A opção é ir de Gol, que nem torradinha tem...
É interessante o fenômeno que estamos assistindo neste mundo de negócios neoliberalcapitalistademocrático. A Antarctica funde-se à Brahma, formando a Ambev, que decide manter apenas os produtos Antarctica. A TAM funde-se à Varig e começa a nivelar os serviços por baixo.
Na busca por aumentar sua base de consumidores e escala, as empresas estão diminuindo as opções de escolha. Tudo está ficando igual, simples, pobre, para que possa ser mais vendido para mais gente.
Um dia, todos poderão comprar a mesma bebida, voar no mesmo avião, usar a mesma roupa, ler o mesmo jornal, ir à mesma praia, assistir à mesma tv...Êpa!
Essa é a descrição da velha e temida União Soviética!
O neoliberalismocapitalistademocrático está criando o neocomunismo!
O comunismo de mercado!
Estamos ficando sem opção. Ou melhor, as opções estão se transformando em luxos para ricos e excêntricos.
E os altos executivos, felizes contando rios de dinheiro, não percebem que estão empobrecendo nossos espíritos.
Vão acabar com os tapetes vermelhos...E com as balinhas...E o chapéu de Papai-Noel... Todas aquelas "besteiras" criadas pelo Comandante Rolim e que, aos olhos pocotós, nada mais são do que "legais de fazer, mas não necessárias". Custo.
Mas que para nós, clientes, são...Carinho! Opção! Alma! Sensação!
E chegará o final apoteótico: o fim dos sorrisos. A vitória da burocracia.
E nesse dia, lá no céu, a 10.000 pés, entre nuvens e estrelas, vamos descobrir que ficamos um pouco mais tristes.
Luciano Pires é profissional de comunicação, jornalista, escritor, conferencista e cartunista, atualmente Diretor de Comunicação Corporativa da Dana. Visite o site www.omeueverest.com e www.lucianopires.com.br
Como delegado de polícia do Rio de Janeiro é meu dever moral e jurídico esclarecer ao povo carioca os motivos pelos quais enfrentamos este caos na Segurança Pública. Em primeiro lugar, fique você sabendo que a nossa legislação permite que qualquer pessoa, independentemente de sua qualificação profissional, assuma o cargo de Secretário de Segurança Pública. Isto significa que as polícias Militar e Civil estão sob a direção de pessoas que nem sempre têm qualquer conhecimento jurídico e operacional para exercer sua função pública. Isto significa também que o(a) governador(a) eleito(a) pelo povo indica o comandante da Polícia Militar e o chefe de Polícia Civil, que podem ser demitidos a qualquer momento. Estes por sua vez, indicam os comandantes de cada Batalhão e os delegados titulares de cada Delegacia que, por sua vez, são também afastados de seus cargos por qualquer motivo.
Digo, portanto, que a Polícia Civil é absolutamente política e serve aos interesses políticos dos que foram eleitos pelo povo. Quando os afastamentos de delegados são políticos e não motivados por sua competência jurídica e operacional, o resultado é a total falta de profissionalismo no exercício da função. Este é o primeiro indício de como a nossa lei trata a Polícia. Se a polícia é política, quem investiga os políticos? Você sabia que o papel da Polícia Militar é exclusivamente o patrulhamento ostensivo das nossas ruas? E, por isso, é a polícia que anda fardada e caracterizada e deve mostrar sua presença ostensiva, dando-nos a sensação de segurança.
Você sabia que o papel da Polícia Civil é investigar os crimes ocorridos, colhendo todos os elementos de autoria e materialidade e que o destinatário desta investigação é o Promotor de Justiça que, por sua vez, os levará ao Juiz de Direito que os julgará, absolvendo ou condenando? Então, por que nossos governadores compram viaturas caracterizadas para a sua polícia investigativa? Então, por que mandam a Polícia Civil patrulhar as ruas e não investigar crimes? Parece piada de muito mau gosto, mas é a mais pura e cristalina realidade. Você sabia que o Poder Judiciário e o Ministério Público são independentes da política e a Polícia Civil é absolutamente dependente?
Sendo assim, a Polícia Civil é uma das bases que sustenta todo o nosso sistema criminal, juntamente com o Judiciário e o Ministério Público. Se os delegados têm essa tamanha importância, por que são administrativamente subordinados à Secretaria de Segurança e a governadores que são políticos? Porque ter o comando administrativo da Polícia Civil de alguma forma serve aos seus próprios objetivos políticos, que passam muito longe dos objetivos jurídicos e de Segurança Pública. Assim, quero dizer que o controle da Polícia Civil está na mão da política, isto é, do Poder Executivo. Tais políticos controlam um dos tripés do sistema criminal, o que gera prejuízos tremendos e muita impunidade. Não é preciso ser inteligente para saber que sem independência não se investiga livremente.
É por isso que os americanos criaram agências de investigação independentes para fomentar sua investigação criminal. Em segundo lugar, fique você sabendo que os policiais civis e militares ganham um salário famélico. Você arriscaria sua vida por um salário de fome? Que tipo de qualidade e competência têm esses policiais? Se a segurança pública é tão importante, por que não pagamos aos nossos policiais salários dignos, tais quais são os dos Agentes Federais? Se o Governo não tem dinheiro para remunerar bem, quem é importante para nós, para que teria dinheiro?
Em minha opinião, há três tipos de policiais: os que são absolutamente corrompidos; os que oscilam entre a honestidade e a corrupção e os que são honestos. Estes trabalham em no mínimo três "bicos" ou estudam para sair da polícia de cabeça erguida. De qual dessas categorias você gostou mais? Parece que com esses salários, nossos governantes, há tempos, fomentam a existência das primeira e segunda categorias. É isto o que você quer para a sua cidade? Mas é isso que nós temos! É a realidade mais pura e cristalina! O que vejo hoje são procedimentos paliativos de segurança pública destinados à mídia e com fins eleitoreiros, pois são elaborados por políticos. Mas então, o que fazer? Devemos adotar uma política de segurança a longo prazo. A legislação deve conferir independência funcional e financeira à Polícia Civil com seu chefe eleito por uma lista tríplice como é no Judiciário e no Ministério Público. A Polícia Civil deve ser duramente fiscalizada pelo Ministério Público que deverá também formar uma forte Corregedoria. O salário dos policiais deverá ser imediatamente triplicado e organizado um sério plano de carreira. Digo sempre que se a população soubesse qual a importância do salário para quem exerce a função policial, haveria greve geral para remunerar melhor a polícia. Mas a quem interessa que o policial ali da esquina ganhe muito bem? Será que ele vai aceitar um "cafezinho" para não me multar ou para soltar meu filho surpreendido com drogas? Será que não é por isso também que não temos segurança? Fiquem todos sabendo que se o policial receber um salário digno não mais haverá escalas de plantão e, conseqüentemente, não haverá espaço físico para que todos trabalhem todo dia, como deve ser. Fiquem sabendo que a "indústria da segurança privada" se tornará pública, como deve ser. Fiquem sabendo também que quem vai ao jornal defendendo legalização de emprego privado para policiais, não deseja segurança pública e sim, segurança para quem pode pagar. Desafio à comunidade social e jurídica a escrever sobre estes temas e procurar uma política de segurança realmente séria e não hipócrita, como é a que estamos assistindo Brasil afora.
Tarcísio Andréas Jansen
Delegado de Polícia da Divisão Anti-Seqüestro (DAS/RJ)
Esteve entre nós o Grupo Folclórico da Casa do Povo da Ribeira Grande, que veio a convite da Casa dos Açores de Toronto, e também a convite da direção das Festas do Divino Espírito Santo da Nova Inglaterra.
Para além do Coordenador-Ensaidor Antonio Norberto Ponte, acompanharam o Grupo Folclore da RG, o Presidente da Casa do Povo da RG, Albano Garcia,e o Presidente da Junta de Freguesia da Matriz da RG, Antonio Anacleto.
Este grupo foi fundado a 12 de Março de 1983 por um grupo de jovens onde o objetivo foi de defender o patrimônio Cultural da Região, em especial da cidade Nortenha, estreando-se um ano mais tarde, a 7 de Julho de 1984, no largo Gaspar Frutuoso, mais conhecido como Cascata, na cidade Nortenha da ilha de São Miguel, passando a efetuar inúmeras atuações quer de caráter oficial, quer de caráter particular, nos anos que se seguiram.
Albano Garcia
O grupo segundo a informação do Presidente da Casa do Povo daquela mais nova cidade Açoriana, Albano Garcia, o grupo tem 36 elementos de idades compreendidas entre os 7 aos 55 anos. Participou em festivais tanto a nível regional, mas também no Continente português e na Região Autônoma da Madeira.
No passado Sábado na Casa dos Açores de Toronto, a sala foi pequena para tanta gente que ali se deslocaram para assistiram a exibição deste grupo. O Presidente da Casa dos Açores Fernando Faria deu as boas-vindas a todos especialmente os visitantes, adiantando-nos que a Casa dos Açores está sempre de braços abertos para esses intercâmbios culturais, esperando que essas ligações culturais se venha a repetir, acrescentando que precisamos cada vez mais reviver as nossas origens. Por sua vez, o Presidente da Casa do Povo da Ribeira Grande Albano Garcia, agradeceu o convite da Casa dos Açores, enaltecendo a iniciativa. Salientamos que este Grupo veio até nós, sem apoios de qualquer parte do Governo Regional dos Açores. Perguntamos onde estará a Direção Regional das Comunidades, que existe para esse fim?- Será que esse departamento do Governo Regional não terá alguma responsabilidade de fazer intercâmbios culturais entre os jovens de cá e de lá?- Deixamos ao critério de cada um!- nessa noite foram trocadas prendas entre os responsáveis, recebendo da Casa dos Açores uma salva de prata.
Foram reconhecidas algumas pessoas pelo trabalho e apoio que deram pela vinda do Grupo: Rosa Carreiro Agente de Viagens, Maria Rosa Fernandes, funcionaria da Decoradora, José de Lima da igreja de Santa Inês,e Nellie Pedro de Gente da Nossa Tv.
Eduardo Mourato
Henrique Cipriano
Após o jantar ouvimos a declamação de um poema intitulado Mar Açoriano de Ramiro Dutra, recitado por Adelina Pereira, passando para a parte musical que começou com a popularidade bem castiça e do sotaque de Eduardo Mourato, e de Henrique Cipriano que não só usou do seu talento e da sua boa voz, como também das suas anedotas. Mas todos estavam ansiosos para verem a atuação do Grupo que nos presenteou com uma linda exibição num ambiente de cor, sabor, música e cultura, feito por gente na sua maioria jovem,que dá-nos a esperança que as raízes e costumes não irão desaparecer.
O folclore e a poesia popular estão sempre presentes nos mais diversas manifestações culturais e religiosas que durante todo o ano acontecem um pouco por todo o lado nas catorze freguesias do concelho da nova cidade Açoriana, que nos últimos anos foi uma das cidades que mais evolui tanto na qualidade de vida dos Ribeiragrandenses, como social e cultural, sendo conhecida por cidade da Cultura, tudo isso se deve à boa e inteligente administração do jovem Presidente da Câmara Antônio Pedro Costa. E por falar nesse presidente, lamentamos que na passagem por cá, não tivesse ido à Casa dos Açores para o convívio com o Grupo Folclore da sua cidade, com a comunidade Açoriana.
Novas Gerações também se apresentarem neste evento
Gostamos desse magnífico convívio, onde pairou a divulgação das nossas raízes, e quando vimos e ouvimos um Rancho folclórico da nossa terra atuar, sentimos a saudade das nossas origens, sentimos o passado no presente, e recordamos com saudade daquele pedaço de chão que nos viu nascer.
De onde será que vem essa percepção tão pessoal de que não há lugar no mundo tão especial e querido quanto nossa terra natal, nosso local de nascimento? Trata-se de uma verdade interior, incontestável, que tem a ver com antigas reminiscências, com as prazerosas sensações ligadas à casa paterna, ao carinho da mãe, ao lugar onde crescemos. Quem não se lembra com saudade de certos momentos especiais da infância, de coisas simples e corriqueiras, de um tempo em que éramos felizes porque ainda não tínhamos "caído na real"?
Assim como todos, nesses elos de ligação culturais marcantes sentimos o nosso Portugal mais perto de nós.
A CASA DOS AÇORES fica na 772-A Dundas St. W., Toronto. Tel: 416-603-2900
Liberal do Couto é Jornalista, escreve para o Jornal Milênio-Stadium, Revista Saber, e tem uma rúbrica(programa) "Eco da Comunidade" na rádio Aquarela Portuguesa
Leia a Entrevista da ucho.info
com os Delegados Antonio Carlos Cardoso Rayol e Lorenzo Martins Pompílio
da Hora.
Festival de Talentos Tec Toy
Festival
Hermanos TEC TOY
No
dia 09/04, o Hermanos Bar deu início ao
Festival de Cantores.
As
inscrições estão abertas e a taxa é de R$5,00.
Clique
no cartaz e saiba mais sobre o evento
Por * Celso Brasil da Abrali
Lançamento
Internacional em São Paulo
O Futuro feito Presente
Primeira Antologia Poética Internacional do Grupo Ecos da Poesia
Aconteceu,
com muito requinte, no último dia 2 de abril, na Casa de Portugal de São
Paulo, o lançamento da primeira Antologia Poética do Grupo Ecos da
Poesia, fundado pelos Poetas Victor Jerónimo e Mercedes Pordeus.
A edição, apoio cultural, promoção e lançamento ficaram sob a
responsabilidade do Projeto Cultural ABRALI e contou com a presença
de mais de 70 pessoas, num clima de confraternização, Poesia e muita
descontração. Saiba
mais...
O Jornal Portal Brasil
está concorrendo ao IBEST 2005 nas categorias Blogger RJ e Entretenimento
Divulgação Cultural
“Gente
da Nossa” TV visto em todo o mundo na www.gentetv.com
Toronto
– Depois de 17 anos de programação na televisão e mais de 880 programas
realizados,Gente da Nossa TV
agora leva a comunidade Lusa do Canadá a todo o mundo com o seu programa
através do portal da internet www.gentetv.com.Leia
mais...
Talentos do Brasil
Poetas do
Mato Grosso do Sul
Ruberval
Cunha e o repente performático
Aliando
técnicas teatrais, declamação, discurso poético e música, Ruberval
Cunha criou o repente performático (ou improviso guaicuru) que vem dia a
dia ganhando reconhecimento e espaço nas mais diversas áreas. Leia
mais...
Há 14 anos em Los
Angeles, o ator santista Márcio Rosário só assimila realmente
que está na maior capital... Leia
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Rubenio Marcelo
Rubenio
Marcelo é Advogado,pesquisador cultural,músico e poeta/compositor,
escritor titular da Cadeira nº 35 e Secretário-Geral, da Academia
Sul-Mato-Grossense de Letras. Leia
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Lindsay Moita
Lindsay Moita,
uma jovem linda. descontraída, risonha, inocente. Leia
mais
Luis Eduardo Matta
Nasceu na cidade do Rio de Janeiro, onde mora, a 21 de novembro de 1974,
descendente, pelo lado paterno, de uma família de católicos libaneses. Leia
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