Contribuições
do Deputado Eduardo Artur Neves Moreira com artigos e notícias
ligada a Emigração e da Relação Luso/Brasileira
Show Agenda Brasil
Johnny
Paz
Johnny Paz se
apresenta nos dias 10,11,12,13,14,15,17, 18,19,20,21,22,24,25,
26,27,29 e 31 de Maio de 2005 na cidade de Vitória-ES Clique
aqui e fique por dentro da agenda do cantor na primeira quinzena de
Maio/2005.
Agenda Canadá
EU E O FADO e o novo trabalho de Tony
Camara que irá ser apresentado ao puúblico no dia 4 de Junho no Ambiance
pelas 18:30, com a colaboração de sua mãe Lourdes Faria e Humberto
Silva. Saiba
mais...
Agenda Casa dos Açores de
Toronto
Casa dos Açores de
Toronto
DIA
DOS AÇORES EM TORONTO
A
Casa dos Açores de Toronto convida a Comunidade a participar nas celebrações
do DIA DOS AÇORES.
Clique
aqui e acompanhe a programação do Centro Cultural Banco do
Nordeste de 11 a 20 de Maio
Por Liberal do Couto -
Canadá
HOMENAGEM
A TEREZA LOPES
O
conhecido Urbano Silva, preocupa-se combem estar da sua paróquia e muito especial da cultura, e foi ele
que teve a iniciativa de reconhecer o mérito de Tereza Lopes
tanto com mulher, como paroquiana, como mulher de fé e muito especial
como artista que provou mais uma vez que mereceu a justa homenagem que lhe
foi prestada, no passado Sábado na Paróquia de São José em
Oakville.Leia
mais...
Uma
Festa de Casamento Inesquecível
A bonita e requintada Igreja
de Cristo Rei em Mississauga, foi o templo onde Filomena e Walter
disseram o sim, perante Deus e muitos amigos e parentes. A igreja decorada
com flores para o fim, com o erudito repertório interpretado e tocado a órgão
pela cantora lírica, Dália Medeiros Sousa. Leia
mais...
Carlos
Botelho um homem de Sucesso!!!
Conseguir
obter sucesso na carreira é uma questão de saber detectar oportunidades."
Uma
frase que se identifica com o empresário Carlos Botelho,
oriundo de São Miguel Açores, mais precisamente das Capelas, que como
muitas famílias que vieram para cá, tentando uma vida melhor. Leia
mais...
Destaques
Teatro
A
PEQUENA SEREIA
“A
PEQUENA SEREIA”
é um espetáculo teatral infantil adaptado da história original do lendário
escritor Hans Christian Andersen pela dramaturga Bel Antunes . Este
projeto éproduzido pela Cia Nitzer Projetos Culturais, sob a direção artística da atriz e
diretora Bel Antunes.Saiba
mais...
P.S.: SEU GATO
MORREU!
Escrita por James Kirkwood, traduzida e
protagonizada por Teco Tavares,
a peça - uma tragicomédia - se passa no coração de Manhatan poucas horas
antes do Réveillon e revela um ator/escritor, careta e quase falido, à beira
de um ataque de nervos.Leia
mais...
Divulgação
Escola do Escritor
Chega
a você a oportunidade de se tornar um escritor ou aperfeiçoar seus
talentos literários: a Escola do Escritor, uma célula literária
dos Parceiros do Livro, pode direcionar a realização desse sonho. Saiba
mais...
Lançamento
de Livro
ANABEL
E SEUS QUINZE ANOS
Estréia
brasileira de um dos principais escritores latinoamericanos do nosso tempo. Branko
tem criado um novo estilo de prosa e poesia nas suas Short Stories acompanhadas
cada uma por belíssimas ilustrações do eterno pintor LINVS.
Um livro
apresentado pela Cidade Universitária de Nova Iorque (City University of New
York) através do mundialmente famoso Latin American Writers Institute. Saiba
mais...
Lançamento
anterior
Vilarejo dos Anjos
O
poeta e escritor Achel Tinoco nasceu paraense, de
São Domingos do Capim, mas mudou-se para a Bahia um ano depois e hoje mora em
Salvador, onde cursou as faculdades de Letras e Administração de Empresas.
“Em Vilarejo dos Anjos, seu
quarto livro (o segundo romance) Achel Tinoco percorre quase cem anos da história
de diversos personagens e rincões da Bahia. Saiba
mais...
Dom
Paulo Evaristo Arns
Há quem diga que política, futebol e religião
não se discutem. Dom Paulo Evaristo Arns contraria esta regra. Em 1964,
foi ferrenho opositor do regime militar. Nove anos mais tarde, posou com a
bandeira do Corinthians na capa da revista Placar. Agora, em “Corintiano
Graças a Deus”, o arcebispo emérito de São Paulo mostra que a
sobriedade esperada de um religioso pode ser perfeitamente conciliada com
os furores causados por um dos esportes mais passionais do mundo. Leia
mais...
Livros
- Release
Com o
Pé na Forca
"Com o pé na
forca" é o livro de estréia de Milton Faro, um livro de humor
com histórias divertidas para serem lidas antes, durante e depois de
qualquer casamento, "exceto durante a benção do padre que pega
mal", lembra o autor. Leia
mais
Roda
Mundo Roda-Gigante
Recém lançado, o Painel multicultural de estilos e
propostas literárias, o livro reúne autores residentes em Porto
Rico, Portugal, Holanda, EUA, Uruguai, Peru, Chile e México, além do
Brasil. Leia mais
Cantos
de Outono
romance da vida de Lautréamont
A
saga do escritor Isidore Ducasse começa
aos 2 anos, quando testemunha o suicídio de
Célestine,
sua mãe, ocorrido na noite natalina de 1846.
"Quando
o vento está forte e em direção da Floresta, eu queimo as essências
florais de novo para que meus filhos sintam o aroma da minha pele que tanto
gostavam quando eram pequenos. Quem sabe assim, eles se lembrem que um dia
foram tão amados por mim e venham me visitar"
Clique
aqui e veja no meu fotolog algumas fotos do
lançamento do livro no Centro Cultural Suassuna que estão
disponíveis.
Release por
Geraldo Nogueira
Livro: O Segredo da
Sra. Greey
O
Segredo da Sra. Greey, livro de Elaine Paiva, é um dos
escritos mais emocionantes que li nos últimos tempos. A
forma com que a autora dá vida às personagens é de uma
rara preciosidade. Não obstante ao ficcionismo da história,
o enredo mistura misticismo, ação e drama numa simbiose
que leva o leitor a entrar na história e viver a realidade
das personagens.
O livro
possui um conteúdo que possibilita ao leitor um novo
aprendizado sobre o respeito à diversidade humana e, ainda,
sobre os valores do amor e da ética nas relações
afetivas.
De fácil
leitura e rico em conteúdo, o livro oferece ao leitor a
oportunidade de viajar pela ficção com garantia de acréscimos
em sua bagagem de retorno.
BOLINHO DE BACALHAU 1.5 kg de bacalahau da Noruega; 1 kg de batatas do tipo seca, boa para fritura; 1 ramo de salsa; pimenta do reino, moída na hora; 2 claras; azeite de oliva; óleo de soja para fritura.
Dessalgar o bacalhau da Noruega; aferventá-lo e limpar pele e espinhas; desfiar o bacalhau da Noruega com um pano de algodão ou com a s mãos; cozinhar as batatas, amassa´-las e misturar ao bacalhau, de preferência com as mãos; acrescentar a salsa picada, a pimenta, as duas claras batidas em neve e misturar; Untar as mãos com azeite e enrolar os bolinhos. Fritar em óleo abundante e bem quente.
BACALHAU DO ABADE Dessalgado o bacalhau e enxuto, frigir em azeite (ou passar por ovo batido e farinha e frigir depois). Frigir também rodelas finas de batatas e colocá-las em camadas alternadas com o bacalhau num tacho (panela). Fazer um molho com salsa, cebola, pimenta, uma gota de vinagre e o azeite que serviu para frigir e alguma farinha. Deitar o molho por cima do bacalhau e deixar cozer (cozinhar). Estando apurado, servir com rodelas de limão.
"É pelo sonho que vamos comovidos e mudos, chegamos ou não chegamos, haja ou não frutos, é pelo sonho que vamos", proferiam os lábios do Ernesto quando adentrei o Farol. Frase do escritor português Sebastião da Gama, apropriada pelo nosso poeta sem versos, onirofágico como sempre. Vi que estava calmo e, suspeita minha, feliz. Calara seu interlocutor, conhecido de longa data, que insistia na tese de que Ernesto deveria mudar de profissão, abandonar sua andarilhagem literária e se dedicar a escrever discursos para os vereadores da Câmara da aldeia que habita, analfabetos funcionais que são. Não aceitou, romântico que é (diriam alguns), lúcido (defendo eu).
"Só me faltava propor que trabalhasse como 'ghost writer'!" - disse-me, depois que o outro foi embora. Como não conhecia o termo, pedi explicação.
"Ghost writer", ou, se preferes, escritor fantasma. Funciona assim: tu tens uma história que consideras digna de um Nobel em literatura, mas não és suficientemente capaz de escrevê-la. Atestas a tua incompetência contratando um picareta profissional que escreve o texto para ti. Desembolsas alguns cobres e tens o direito de mostrar para todos os teus amigos e parentes o teu nome na capa de um livro."
Fiquei impressionado, e imaginando quantos dos membros da Academia de Letras da Aldeia não teriam recorrido a estes tais ¿escritores fantasmas¿ para escrever seus livros e se arrogarem na condição de membros da fina nata literária aldeã. Alguns, por certo. Ah... e diante de tanta miséria, ocorreram-me os comentários lascados por Lima Barreto nas sátiras de "Os Bruzundangas" ou naquele seu conto do homem que sabia falar javanês, ambos os textos publicados nas primeiras décadas do século XX, mas que ainda hoje se aplicam tão bem à literatura da aldeia que viu nascer Ernesto. Teriam os seus literatos parado no tempo, fossilizado suas concepções de arte e literatura? Não sei. Mas que não é pelo sonho que escrevem, ah, isto não!
Porém o que mais me impressiona nisto tudo é o significado que ainda se dá ao livro, objeto de culto e de ostentação. Algo como aquelas fotografias antigas para as quais posavam coronéis analfabetos tendo, atrás de si, enormes estantes abarrotadas de grossos livros jamais lidos. O que será que queriam mostrar estes coronéis? O que será que querem mostrar estes escritores de academia? Destas academias de "passarão" que rejeitam "passarinhos" como os Mários Quintanas de ontem e de hoje? E, pior, os outros tantos que contratam os tais "ghost writer"; o que buscam?
É por isso que prefiro a companhia do Ernesto, este andarilho das letras, ainda que sem versos, sem livros e sem prêmios literários. À mediocridade, escolho o sonho; às sessões de puxa-saquismo crônico e masturbação literária, a leitura de bons textos; e aos chás da Academia, a cerveja do boteco!
Waldemar Seyssel, o Arrelia, faleceu esta semana no Rio de Janeiro, aos 99 anos. Qualquer adulto, na faixa dos 40, que ainda mantenha dentro de si uma criança há de se lembrar com carinho do palhaço Arrelia. Houve um tempo em que o Circo do Arrelia era o programa obrigatório para as crianças na tv. Era uma época em que não existia controle remoto e as pessoas assistiam tv comentando, saboreando e compartilhando em grupo uma atividade que hoje realizamos praticamente a sós.
Arrelia não gostava que seus companheiros usassem maquiagem carregada nem roupas muito espalhafatosas. Ele acreditava que as crianças pequenas teriam medo do exagero. Um palhaço que respeitava seu público.
Arrelia era um cartunista. Exprimia valores morais sob a forma de pequenos quadros de humor, piadas ingênuas e uma presença em cena que era hipnótica. Seu abraço, sempre levantando um dos pés... o cumprimento que virou bordão num tempo em que os publicitários não haviam se apoderado dos bordões para vender produtos, entrou para a história: "Como vai, como vai, como vai? Como vai, como vai, vai, vai? Muito bem, muito bem, muito bem. Muito bem, muito bem, bem, bem...".
Assisti uma apresentação de Arrelia na Associação Luso Brasileira de Bauru, acho que no comecinho dos anos 70 ou final dos 60. Eu tinha lá meus 12 anos e ele já tinha mais de 60. O que me chamou a atenção foi que eu vi, debaixo daquela maquiagem, um velhinho. Dava para perceber as rugas e isso me incomodou. Pela primeira vez passou pela minha cabeça que talvez aquela figura mágica não fosse eterna. O meu palhaço Arrelia estava envelhecendo. E isso me dava uma dimensão diferente da vida. Se meu herói ficava velho... Talvez tudo ficasse também.
Pois desconfio que Arrelia sabia do impacto de seu envelhecimento sobre seus pequenos fãs. Tanto que esperou até que todos se tornassem adultos para então morrer, aos 99 anos.
Salvo os parentes, sua morte não causará lágrimas em criança alguma.
Mais ou menos... Eu não sei quanto a você, mas eu, de adulto, só tenho a casca. Sentadinho lá na sala de comando, esperando a chance pra sair, continua o Lucianinho que, na ilimitada sabedoria de seus eternos 12 anos, ao ser perguntado "Como vai, como vai, como vai?", só tem uma resposta: "Muito bem, muito bem, muito bem. Muito bem, muito bem, bem, bem".
O Lucianinho sente falta do Arrelia. Não entende a pressão do mundo para que responda "Mais ou menos... muito mal... não interessa... pra que você quer saber?...".
Nem entende o Brasil aonde o palhaço mais famoso vem do estrangeiro, chama-se Ronald McDonald´s e tem como função, em vez de fazer rir, vender hambúrguer.
Por sorte, no lugar onde o Lucianinho vive, tem um espaço pro Arrelia.
Um espaço onde seus heróis nunca envelhecem.
Luciano Pires é profissional de comunicação, jornalista, escritor, conferencista e cartunista, atualmente Diretor de Comunicação Corporativa da Dana. Visite o site www.omeueverest.com e www.lucianopires.com.br
Eliane canta o Brasil, canta o Ceará, é dona de bela voz, é pesquisadora de nossa música e nossas tradições.
O CD custa R$ 15,00 em Fortaleza e o mesmo preço mais despesas postais para o resto do Brasil.
Sobre o CD, ela mesma diz que:
"Foi um duro trabalho, alternativo, que durou três meses de preparação, sorrisos e até lágrimas. Porém, estou feliz por este projeto o qual me empenhei sem limites de esforços. Agora, pretendo que este trabalho chegue em suas mãos para que possamos partilhar juntos e juntas a arte do canto ao qual me dedico. Um CD com um estilo: a música brasileira de melhor qualidade! São 13 canções que foram cuidadosamente escolhidas, pensadas. Compositores de renome no cenário cearense, piauiense, deram o seu toque de pura magia em suas canções oferecidas para minha interpretação.
Eliane Brasileiro além de cantora foi voluntária da Pastoral do Menor, em Itaitinga, tendo formado um belíssimo coral com 35 meninas e meninos, além de um grupo de flautas.
Nomes condicionam destinos, diz o provérbio latino (Est omen in nomen), e isto é particularmente verdadeiro no caso do mais conhecido escritor israelense da atualidade, Amós Oz. O prenome evoca o profeta que, à época do rei hebreu Jeroboão 3º (período de conquistas territoriais e de concentração da riqueza), corajosamente denunciou a hipocrisia dos poderosos e a opressão que pesava sobre os mais fracos. Oz, por sua vez, sobrenome adotado pelo escritor, quer dizer coragem. A coragem do profeta anima o escritor, que, sem ser um pacifista ingênuo, é um defensor da causa da paz. Foi um dos promotores do Tratado de Genebra, elaborado em conjunto por palestinos e israelenses e que representou uma importante tentativa de solucionar o conflito entre os dois povos.
[hipertexto] => Amós Oz transforma as suas memórias em boa literatura, por Moacyr Scliar
Amos Oz, impressionante senso de responsabilidade moral
Caminho sozinho noites inteiras e sonho, ou falo sozinho interminavelmente, diz um certo Jean-Baptiste Clamance, advogado decaído, bebum de um boteco desclassificado de Amsterdam chamado México-City, a um interlocutor que o leitor nunca saberá quem é.
Primeiro grande achado de um romance curto, melhor dizendo, uma novela, que é, na verdade, o melhor de todos os (poucos) livros que Albert Camus escreveu. Estamos diante de um daqueles tipos da noite, dos bares que tardam em fechar e acolhem insones e estropiados, no anonimato de cidades para as quais calor humano é luxo ou frescura.
[hipertexto] => "A queda", de Camus: Um gesto que nunca fazemos, por Chico Lopes
Vc já ouviu falar de Tony Melendez? Não?
Vc já ouviu falar de Tony Melendez? Não? Pois assista o vídeo clicando no link abaixo, e nunca mais diga que não consegue, que o mundo conspira contra você. E, também, pense duas vezes antes de reclamar, novamente, da vida. É um pouco demorado para baixar, mas assista. Vale a pena!
Será que alguma bela enfermeira irá se apaixonar pelo triste rapaz?
Ele foi encontrado vestido com um terno elegante, camisa branca, gravata, sapatos caros, em uma estrada próxima à praia. Estava totalmente enxarcado, como se tivesse ficado na chuva por horas ou tivesse sobrevivido a um naufrágio - nos dias anteriores, uma grande tempestade tinha caído na região. Não existiam etiquetas nas roupas para auxiliar a identificar sua origem: estavam cortadas. Ele parece ter entre 20 e 30 anos de idade, é alto e magro, loiro, olhos castanhos. Não falou nada até agora. A expressão do rosto é triste, assustada. O rapaz parece ter sofrido um profundo trauma que causou mutismo e uma aparente amnésia.
Poucas vezes, em nossa poesia contemporânea, o tema da infância foi tratado com a intensidade e o despojamento encontrados em Venho de um país obscuro e outros poemas (Bertrand Brasil, 108 pp., R$ 21), de Miguel Sanches Neto. Quase todo o livro, com exceção do bloco final, dedicado às esculturas de Aleijadinho, gira em torno desse país, a infância, do qual fomos para sempre desterrados, mas para o qual tentamos incansavelmente refluir, munidos do passaporte da escrita e do sonho. O problema é que, no real, o passaporte está vencido, o rosto que ele estampa não é nosso e a região que queremos (re)visitar sumiu do mapa há muito tempo. >> Leia mais
Além fronteiras
Assinado por Ambeyiu Ligabo, relator das Nações Unidas para assuntos de Liberdade de Expressão, um ofício pousou ontem em Brasília. Pede informações oficiais ao Itamaraty sobre a censura ao livro Na toca dos leões, de Fernando Moraes. Mesmo proibido, o livro continua à venda no Rio. A polícia carioca ignorou a sentença do juiz goiano que mandou recolher a obra. >> Leia mais
Rachel Jardim lança quinta edição de O Penhoar Chinês no dia...
A escritora Rachel Jardim, um dos maiores nomes da literatura mineira e brasileira surgidos nos anos 70, lança na próxima segunda-feira, dia 30, nova edição de seu romance "O Penhoar Chinês", lançado em 1985 pela editora José Olympio.
A nova edição vem em parceria da José Olympio com a Funalfa - Fundação Cultural Alfredo Ferreira Lage - de Juiz de Fora, MG. O lançamento acontecerá na Biblioteca Municipal Murilo Mendes, praça Antônio Carlos S/N, em Juiz de Fora, às 20h.
Rachel Jardim nasceu em Juiz de Fora em 1926 e, desde 1942, passou a morar no Rio de Janeiro, onde reside até hoje. Publicou "Os anos 40" (memórias) em 1973. Em 1982, publicou "Cheiros e ruídos" (contos), em 1975 "Vazio pleno: relatório do cotidiano", em 1980 "Inventário das cinzas" (romance) e, em 1982, "A cristaleira invisível" (contos).
Com uma escrita feminina, tecida com grande sensibilidade e uma visão irônica e realista do mundo, apesar do lirismo, a obra de Rachel tem merecido reedições, sempre pela José Olympio, como o caso de "Os anos 40" (quinta edição em 2003) e de "O Penhoar Chinês", também na quinta edição ora lançada.
"O Penhoar Chinês" dá provas dessa sensibilidade, como o seu romance mais consumado, tratando da história de uma mãe e uma filha que, juntas, tecem um bordado enquanto sua história é evocada e reescrita - um tecido de lembranças e dissonâncias vividas em comum, naquela cumplicidade evasiva característica da "mineiridade", que Rachel tão bem representa. Mais informações pela Funalfa - funalfa@funalfa.art.br
MAURÍCIO LARA FALA SOBRE O ESTIGMA DO CÂNCER NO "SEMPRE UM PAPO"
O Projeto Sempre Um Papo coloca na pauta um dos assuntos mais delicados da atualidade: o câncer. Com o livro "Com Todas as Letras - O estigma do câncer por quem enfrentou este inimigo cruel" (Ed. Record), do jornalista mineiro Maurício Lara, o assunto será discutido nesta terça-feira (31), às 19h30, no Conjunto Cultural da Caixa em Brasília/DF.
Maurício Lara pesquisou a fundo o câncer, entrevistou cidadãos comuns, profissionais da área e acompanhou a saga de um personagem que aguardou um ano na fila do SUS para descobrir que a suspeita de câncer que o martirizava era infundada. O resultado é um livro-reportagem que revela, sem drama, mas com sensibilidade, humor e coragem, a relação da sociedade brasileira com os tabus e estigmas que circundam a doença.
Sempre Um Papo - debate e lançamento do livro "Com Todas as Letras - O estigma do câncer por quem enfrentou este inimigo cruel", com Maurício Lara; Dia: 31 de maio, às 19h30; Local: Teatro da Caixa em Brasília; Endereço: SBS quadra 4 lotes 3/4, anexo à Matriz
Fonte:VERDES TRIGOS CULTURAL um sítio cultural de Henrique Chagas
simplesmente fazendo diferença
PRESIDENTE PRUDENTE - SP
Prorrogadas inscrições para a Feira da Música 2005
O evento acontece de 17 a 21 de agosto em Fortaleza, Ceará
Foram prorrogadas até 10 de junho as inscrições para a Feira da Música 2005, que será de 17 a 21 de agosto, em Fortaleza, Ceará. Para esta quarta edição, já está confirmada a participação da cantora alagoana, radicada no Ceará, Fátima Santos, que irá gravar seu primeiro CD solo ao vivo durante o evento. Este ano a Feira da Música, que se tornou importante ferramenta estratégica para o desenvolvimento do mercado da música do Nordeste no Brasil, terá novo formato e abrange outras atividades artísticas.
As inscrições são voltadas para grupos de todos os gêneros musicais, do rock, pop rock, MPB às músicas regional e instrumental. Os interessados devem enviar, além da ficha de inscrição, um CD demo com no mínimo três músicas, ficha técnica e breve release. Também podem ser inscritas propostas de conferências, palestras e debates relacionados à música, apresentando tema, justificativa e currículo. O resultado da seleção será divulgado até 30 de junho.
Este ano a programação acontecerá em diferentes pontos da cidade para descentralizar e democratizar o acesso do público. Haverá atividades no Sebrae, Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura (CDMAC), Teatro Emiliano Queiroz (Sesc), Sesc-Iparana, Theatro José de Alencar, Centros Comunitários de bairros da periferia, entre outros. Outra novidade é a inclusão de outras atividades artísticas, como dança, teatro e cinema, que utilizam a música em sua produção final.
A Feira da Música terá atrações musicais em palcos temáticos diversos, como Brasil Independente, Novos Talentos, Raízes da Música, Instrumental Brasil e Curto Circuito (apresentações em bares e casas de shows), lançamentos de CDs; gravações ao vivo; pavilhão de expositores, com estandes de equipamentos, instrumentos, publicações, sebos; exibição de videoclips e curta-metragens; e realizará a IV Conferência Internacional da Música, com palestras, encontro de profissionais, painéis, debates e oficinas
A idéia é abrir espaço para negócios e troca de informações com músicos e produtores de diferentes estados. Em 2004, a Feira da Música recebeu 32 mil visitantes, movimentando mais de R$ 4 milhões.
A Feira da Música 2005 é uma realização da Associação dos Produtores de Disco do Ceará (PRODISC), produção da Midiamix, com patrocínio da COELCE, apoio institucional do Governo do Estado do Ceará, através da Secretaria da Cultura (Lei Estadual de Incentivo à Cultura) e Ministério da Cultura (Lei Rounet), parceria do Sebrae-CE e apoio do Sesc.
Serviço
Feira da Música 2005 - inscrições abertas até 10 de junho para o evento que será realizado de 17 a 21 de agosto em Fortaleza, Ceará. Informações e inscrições na Midiamix: Rua Engenheiro Plácido Coelho Júnior, 180 - Vicente Pinzón, Fortaleza, Ceará. CEP 60 175-635. Tel: (85) 3262.5011. Email: secretaria@feiramusica.com.br. Site: www.feiramusica.com.br.
SUGESTÃO DE ENTREVISTA: Ivan Ferraro - (85) 9925.9094 e Olímpio Rocha - (85) 9981.1120
Maio/2005
INFORMAÇÕES PARA A IMPRENSA: Dégagé
Jornalistas Responsáveis: Sônia Lage e Eugênia Nogueira
As peripécias pornográficas de Gabiró, Bironga, Tibúrcio e Gito, um pirocudo nascido única e exclusivamente para amar o sexo oposto. Presunçosos, indecentes e vulgares, estes quatro amigos têm suas vidas contadas da infância até a idade adulta quando se tornam tarados perseguidos por homens humilhados e se transformam em amantes celebrados por mulheres de qualquer raça, religião e estatura. As Aventuras de um Pirocudo apresenta personagens devotados à preguiça, à imoralidade e ao que lhes convém sejam quais forem as conseqüências de seus atos. Uma singela homenagem à falta de compromisso, aos que vivem como pensam, aos que tratam verdades e mentiras como algo a ser superado e aos que fazem da ignorância, da hipocrisia e dos sentimentos e estados de espírito mais desprezados algo capaz de ser louvado pelo simples fato de ser autêntico. Gito e seus comparsas são tão reais quanto as pessoas de carne osso são fictícias. O mesmo pode ser dito dos ambientes descritos, cuja realidade é tão mentirosa quanto uma mentira pode ser verdadeira. As épocas narradas são indeterminadas assim como determinadas são as memórias de um tempo que pode ser apenas citado e jamais recordado, pois nada mais é do que mera invenção.
As Aventuras de um Pirocudo 280 págs.
R$ 27,00
ISBN 85-7640-077-4
Para comprar visite a página do autor no site da Litteris Editora.
"Questões Trabalhistas - Direitos e Deveres dos Empregados e Empregadores". (Parceria)
Justa Causa - Negociação Habitual
(*) Antenor Pelegrino Filho
Nessa semana, continuando com o tema de Justa Causa, vamos abordar a alínea "c" do Artigo 482 da Consolidação das Leis do Trabalho, que tem por tema a Negociação Habitual por conta própria ou alheia sem permissão do empregador, e quando constituir ato de concorrência à empresa para o qual trabalha o empregado, ou for prejudicial ao serviço.
Não precisamos essa semana consultar o Dicionário Aurélio e nem muito menos o Vocabulário Jurídico, para entendermos plenamente o que o legislador quis dizer, ao formular o preceito, ora em questão.
A negociação habitual, nada mais é, do que o ato do empregado em prejudicar a empresa em que trabalha, coletando para si ou para outrem sem o consentimento de seu empregador, os clientes dessa empresa em que presta serviços.
Busco com um hipotético exemplo, explanar melhor: Imaginemos uma empresa de dedetização, que cobra de seus clientes a quantia de R$ 30,00 o metro quadrado a ser realizado em duas aplicações, ocorre que o empregado vendo o interesse do cliente, mas não a efetivação do contrato, liga posteriormente para o cliente em questão e lhe propõe a dedetização mais em conta, através da empresa de seu cunhado, que tem o preço de R$ 20,00 pelo metro quadrado; ou ainda ele se oferece para prestar o serviço, cobrando somente R$ 15,00 o metro quadrado; na qual ainda esclarece que todas as dedetizações da empresa em que trabalha, são realizadas por sua pessoa.
E vamos mais além esse empregado efetua esse desvio de cliente todos os dias, e em todos os momentos que tem a oportunidade de fazê-lo, utilizando-se da carteira de clientes, banco de dados entre outros meios que a empresa tenha para entrar em contato com seus clientes.
E mais; além de uma negociação habitual, o exemplo acima ainda serve para demonstrar, o ato de concorrência, na qual, o empregado coloca o cliente em uma situação, muito mais benéfica financeiramente, ao aludir o serviço da empresa de seu cunhado; vejamos uma provável continuação do exemplo: imaginemos que o cliente seja também uma empresa e necessite que o serviço venha com nota fiscal, logo o simples fato de indicar a empresa do cunhado para a prestação do serviço é um ato de concorrência, tendo em vista que, se ele como particular fizesse o serviço, não teria como fornecer nota fiscal, pelo serviço realizado.
Aparentemente a negociação habitual é muito simples de ser compreendida, entretanto existe um pequeno detalhe, que o legislador inseriu de maneira bem simples e que em muitos casos pode passar despercebida; para entendermos bem vamos fazer uma transcrição da alínea "c" do Art. 482 da CLT:
c) negociação habitual por conta própria ou alheia sem permissão do empregador, e quando constituir ato de concorrência à empresa para a qual trabalha o empregado, ou for prejudicial ao serviço;" (Grifo Meu)
Perceba que grifei em negrito a palavra "sem permissão", e o fiz para que a compreensão fosse bem dirigida nesse sentido, o esclarecimento é que, se o empregador permite que determinados serviços, que sua empresa presta; sejam encaminhados, a outras empresas, sejam elas concorrentes diretas ou não, esse empregador não pode futuramente desejar realizar a despedida por Justa Causa de seu empregado.
Para se caracterizar a Justa Causa por negociação habitual é necessário que o empregador não permita, ou tão simplesmente não expresse de maneira direta e objetiva ao seu empregado a sua permissão em deixá-lo encaminhar determinado cliente ou serviço à empresa concorrente ou não.
Um ponto a ser ressaltado é o relativo à freqüência com que o empregador faz essas concessões ao empregado; veja bem, se o empregador permite ao seu empregado de maneira habitual, realizar o encaminhamento de seus clientes e serviços, ele não poderá futuramente vir a despedir seu empregado por Justa Causa; entretanto se o empregador realiza essa concessão, de maneira muito esporádica, falta assim o requisito da habitualidade, expressada claramente pelo legislador, logo pode o empregador promover com a despedida por Justa Causa de seu empregado.
Nada impede que o empregado exerça mais de uma atividade, mas essa atividade não poderá ser exercida em concorrência desleal a empresa, de modo a gerar prejuízos ao serviço. Logo, o empregado poderá ter outro emprego, fazer pequenos bicos na hora do intervalo ou até mesmo ser empregador.
O empregador que tem ciência da negociação habitual do empregado e não toma atitude imediata estará perdoando tacitamente o empregado ou quando o empregador sabe que existe a negociação e somente toma a atitude quando briga com o empregado. A justa causa para ser aplicada, deve ser robustamente provada, sob pena de ser descaracterizada.
(*) Antenor Pelegrino Filho, é graduado em Direito, autor do livro "Direitos Trabalhistas da Empregadora e Empregada Doméstica", colunista do Portal Nacional de Direito do Trabalho, vice-coordenador no Brasil de Sigma Society, vice-presidente do Conselho Deliberativo de Sigma Society e membro da World Association for Hightly Intelligent People.
O Ex-deputado da emigração pelo círculo fora da Europa, Eduardo Neves Moreira, assumiu a presidência do ELOS CLUBE DO RIO DE JANEIRO para o biênio de 2005/2007, tendo como Vice Presidente a Sra. Maria de Lourdes Brandão.
Conheça os diretores eleitos que irão compor - a nova diretoria - junto com seu novo presidente, e também, um projeto de Lei elaborado pelo Deputado Carlos Alberto Gonçalves para a quarta alteração à Lei nº 37/81, de 3 de Outubro (Lei da Nacionalidade).
Diretoria administrativa do biênio 2005/2007
Presidente: EDUARDO ARTUR NEVES MOREIRA
Vice Presidente: MARIA DE LOURDES BRANDÃO
Diretor Adjunto da Presidência: JOAQUIM PEREIRA DA SILVA
Secretário: ADÉRITO FIGUEIREDO NEVES
Tesoureira: TEREZA DE JESUS MOREIRA DA SILVA
Diretor Cultural: NUNO A. P. DE CASTRO
Diretor de Protocolo: FERNANDO CARRASQUEIRA
Diretor de Divulgação: ANTÓNIO BENTO JACINTO ABRAÇOS
Assessor da Presidência: ANTONIO DA SILVA PENA LOULÉ
Assessor da Presidência: CILIO GONÇALVES ALVES
Clique aqui e conheça as alterações proposta no projeto.
A Fundação José Pelúcio Ferreira está organizando o Concurso Público para provimento de vagas para o Quadro de Lotação de Pessoal da Brigada Ambiental de São Pedro D'Aldeia.
As inscrições poderão ser feitas no período de 13/05/05 a 13/06/05, através da Internet no endereço www.fjpf.org.br e nas agências credenciadas dos Correios (informe-se pelos tel: 2564-3986 / 2598-9432 / 2209-5799 / 2209-3329).
Clique aqui para ver os nº de vagas e cargos para este concurso.
No mês do Orgulho GLBT O projeto O Autor na Praça participa da Feira Cultural do Arouche, dia 26 e realiza evento na Feira de Artes da Praça Benedito Calixto, dia 28 de maio recebendo os convidados:
Dia 26 de Maio, quinta-feira - Feira Cultural do Arouche - dia 26, a partir das 14h
. João Silvério Trevisan - escritor, dramaturgo, jornalista, autografando o livro Pedaço de Mim, Ana de Veneza, Devassos no Paraíso e outros títulos de sua autoria.
.Carlos Hee, jornalista e escritor, autografando livro Trem Fantasma.
.Luiz Mott, Antropólogo e escritor autografando Crônicas de um gay assumido.
.Pedro Almeida - jornalista e escritor, autografando Desclandestinidade: um Homossexual Religioso Conta a Sua História
Dia 28 de maio, sábado - Espaço Plínio Marcos - Feira de Artes da Praça Benedito Calixto·
.João Silvério Trevisan - escritor, dramaturgo, jornalista, autografando o livro Pedaço de Mim, Ana de Veneza, Devassos no Paraíso e outros títulos de sua autoria.
. Vange Leonel - Cantora e escritora autografando Balada para as meninas Perdidas, Garotas iradas e As Sereias da Rive Gauche.
.Carlos Hee, jornalista e escritor autografando livro Trem Fantasma.
.Luiz Mott, Antropólogo e escritor autografando Crônicas de um gay assumido.
SERVIÇO: O AUTOR NA PRAÇA - Mês do Orgulho GLBT
Sábado, 28 de maio, a partir das 14h.Espaço Plínio Marcos - Feira de Artes da Praça Benedito Calixto - Pinheiros
Informações: 3085 1502 / 9586-5577 - oautornapraca@oautornapraca.com.br
Informações sobre o mês do Orgulho GLBT: www.paradasp.org.br Realização: Edson Lima, Associação dos Amigos da Praça Benedito Calixto
A realizar no dia 26 de Maio de 2005, pelas 19,30h, na Biblioteca Municipal Central, Palácio Galveias - Sala das Colunas (Campo Pequeno- Lisboa) A apresentação do livro será feita pelo Dr. João Tomás Parreira, após o que se seguirá a leitura de poemas pelos autores presentes.
Um Porto de Honra será servido, na altura da sessão de autógrafos pelos autores presentes no evento...Veja mais no site da Abrali.
O livro Na toca dos leões, de Fernando Morais, foi lançado em 1º de abril, pela Editora Planeta. Como era de se esperar, o trabalho do jornalista que conta a história da agência publicitária W/Brasil e o famoso seqüestro de seu sócio majoritário, Washington Olivetto, vendeu com relativa rapidez 20 mil dos 50 mil exemplares da primeira edição, figurando entre o 4º e o 6º lugares nas listas de obras de não-ficção mais vendidas. Poderia ter até estreado mais no topo, não fosse a competição com outros blockbusters literários. Mas no dia 5 de maio, veio a decisão do juiz Jeová Sardinha de Moraes, da 7ª Vara Criminal de Goiás, que, em resposta a uma ação movida pelo deputado federal Ronaldo Caiado, citado no livro, determinou que a obra fosse recolhida das lojas. A editora entrou com recursos e aguarda decisão judicial. O prazo para a retirada termina na quinta-feira e até lá os exemplares continuam nas lojas. Pois nesse meio tempo, Na toca dos leões pulou para o segundo lugar nas listas. Como a editora está, também por decisão judicial, impedida de dar qualquer informação sobre o livro, não se sabe quantos exemplares foram adquiridos. Mas só na Bienal, até sábado, sabe-se que 300 exemplares foram comprados, principalmente nos estandes da própria Planeta e da Americanas.com, que praticaram um desconto de 20%, vendendo-o a R$ 35,50. >> Leia mais
Pergunte a quem entende do assunto
Valores, Prosperidade e o Talmude: Lições de negócios dos Antigos Rabinos (Imago, 268 pp., R$ 45) oferece conselhos sobre negócios que subsistem há milhares de anos. Enquanto os modismos empresariais vêm e vão, as antigas lições do Talmude são eternas, profundas, éticas e práticas - e para todos. Clássicos como A Arte da Guerra, de Sun Tzu, e O Príncipe, de Maquiavel, são agora leitura comum nas escolas de administração, mas o Talmude (do hebraico Talmud, "estudo") tem sido esquecido, principalmente devido ao seu grande volume - 2,5 milhões de palavras -, e à crença de que é uma obra religiosa, mística ou sagrada. Escrito no século VI, mas baseado em tradições orais que datam de séculos antes; o Talmude é um amplo manual que trata de quase todos os aspetos da vida - medicina, criação de filhos, astrologia, leis, alimentos, religião, negócios, bens imóveis, educação, filosofia e matemática -, transmitidos de geração a geração. Enfatiza os assuntos de negócios porque o comércio, mais do que qualquer outra atividade humana, testa nossa índole moral e revela nosso verdadeiro caráter, e porque os negócios nos oferecem algumas das melhores oportunidades de realizar bons atos, como fazer doações de caridade, dar emprego e criar prosperidade em nossas comunidades e no mundo. Em vez de demonizar a riqueza e o comércio, o Talmude nos ensina a tratar o comércio como uma maravilhosa oportunidade de aperfeiçoamento, desafiando-nos a pensar no trabalho e no dinheiro fora do enfoque limitado do egoísmo. Valores, Prosperidade e o Talmude é um guia conciso dessa filosofia de negócios. Além das questões básicas relativas ao dinheiro, inclui conselhos do Talmude sobre problemas complexos de relacionamento patrão-empregado, sociedades e concorrência.
"A Polaquinha": lembrança da grandeza de Trevisan
Por esses dias, andou-se falando de escritores octogenários - Rubem Fonseca e Dalton Trevisan - que o Brasil literário aprendeu a venerar desde os anos 70. Quando li sobre esses aniversários, apesar do respeito que esses dois nomes inspiram, não pude deixar de sentir que eram apenas lembranças, que há muito tempo eu e outros já não líamos nem Rubem nem Dalton, apesar da importância que os dois tiveram para quem começou a levar a literatura mais a sério naquela década (e, no caso de elenco, sem dúvida, foram anos brilhantes, lembrando mais dois nomes de então, também mais do que consagrados - Ignácio de Loyola Brandão e Lígia F. Telles). A sensação mais forte das décadas seguintes foi a de uma progressiva diluição, a tal ponto que qualquer coisa que pareça "trangressiva" ou "vanguardista" hoje em dia já nasça com cara de requentada.
Mas, quanto aos contos de Trevisan, lembrei-me menos deles do que de uma mulherzinha imprecisa, que ficou ali, dançando na minha memória, enquanto lia a matéria sobre seu aniversário. Quem era? Ah, sem dúvida, era a "Polaquinha".
[hipertexto] => ¿A Polaquinha¿: lembrança da grandeza de Trevisan, por Chico Lopes
Falar bem é uma arte. E não para poucos.
Todos nós sabemos que a voz é um instrumento de comunicação. Muitos de nós sabemos que ela possui inúmeras propriedades. Uma delas é a capacidade de expressar pensamentos, sentimentos, fazer-se entender. Outra, a de convencer. E muitas mais. O que poucos parecem saber (ou não têm consciência do fato) é que ela, ao ser trabalhada, torna-se um instrumento poderoso. E deve ser utilizado em toda sua extensão e capacidade.
Mas como conseguir usar melhor nossa voz no dia-a-dia? Educando-a. Fazendo com que "obedeça" o chamado do corpo em sua forma natural. Descobrindo e reorganizando o que a natureza nos concedeu. Em outras palavras "colocando a casa em ordem".
Assim, com o preparo, o exercício, a escrita e a leitura, já estaremos em plena condição de "fazer Arte". E vem a interpretação, para coroar nosso objetivo. E nada melhor do que o texto poético para nos acompanhar nesse intento. E para que você possa conceder-se a vez de usar sua voz, está sendo lançado o curso "OFICINA DA PALAVRA E DA INTERPRETAÇÃO POÉTICA."
Com início nos próximos dias 11 e 16 de junho, na Facha, em Botafogo (sábados pela manhã e quintas à noite). Oito encontros, 24 Horas/aula. Com a professora Eliana Mora.*
Conteúdo, mais informações e inscrições on-line você já pode encontrar na página dos Cursos de Extensão da Facha.
Um escritor, um país Em suas memórias, Amós Oz oferece uma visão pessoal da criação de Israel
Aos 66 anos, o principal escritor de Israel, Amós Oz - que em agosto receberá o prestigioso Prêmio Goethe, na Alemanha -, apresenta em suas memórias o registro pessoal do surgimento de seu país. De Amor e Trevas centra-se na infância do autor, durante os árduos anos iniciais de Israel e recupera também a história pregressa de sua família. ==>> Leia mais.
Ronaldo Cagiano é o convidado do Leituras, e ele fala sobre o seu mais recente trabalho, o livro de contos "Concertos para arranha-céus". Vários contos sobre a vida urbana, que perde o seu encanto com passar dos anos. Clique aqui para ver o vídeo.
Fonte:VERDES TRIGOS CULTURAL um sítio cultural de Henrique Chagas
simplesmente fazendo diferença
PRESIDENTE PRUDENTE - SP
Sopas do Espirito Santo No Portugues CCCde Mississauga
A criação desta devoção, a bem dizer nacional, terá cabido a Isabel de Aragão, a nossa rainha Santa, a introdução em Portugal das festas de Nosso Senhor do Espírito Santo, mas coube aos Açores preservá-las e irradiá-las para o mundo, realizando-se ainda hoje, tanto nas ilhas como nas comunidades açorianas radicadas na América do Norte e muito especial entre nos aqui no Canadá..A insularidade e as condições vulcânicas das ilhas preservaram nos Açores, o culto do ESPÍRITO SANTO com a sua firme fama de solidariedade.
E por aqui muito especial em Mississauga, o único Clube Cultura e Social O Portuguese Cultural Centre of Mississaga, tem divulgado uma diversidade da cultura e das raízes de todas as parte da Portugal Continental e Insular, visto terem sócios de todas as localidades de Portugal.
E para comemorar as Festas DO Espírito Santo, não quis fugir a regra das tradicionais sopas do Espírito Santo que foram servidas gratuitamente, logo apos serem bentas pelo Monsenhor Eduardo Resendes, que contou com a presença da Coroa e a Bandeira do Divino Espírito Santo, que contou com a presença em parte da Banda De Nossa Senhora de Fátima de Brampton.
A Jovem Presidente Vânia Domingos inseriu na festa a entrega dos prêmios as misses concorrentes deste ano.
Vânia Domingos agradeceu a presença de todo o publico e referiu-se a festa em honra e louvor do Espírito Santo uma tradição bem portuguesa especialmente da região dos Açores. O encerramento esteve a cargo do conjunto Musical Santa Fé que levou quase toda agente para pista de dança.
E assim as Festas do Espírito Santo tornaram-se as mais tradicionais não só de todo o arquipélago açoriano, mas também entre nos do outro lado do atlântico. Divergindo de ilha para ilha, e também na Diaspora onde quer que se encontre um Açoriano celebram essas festas, apenas em certos pormenores de realização tais festas estão de tal maneira divulgadas nos Açores que não há povoado, não há rua, pode até afirmar-se que não tenha a sua" irmandade". Nas semanas que vão decorrendo, não há cidade, não há vila, não há aldeia em terras açorianas onde não se festeje o Senhor Espírito Santo. Estas festas são as mais açorianas dos Açores. Todo o ilhéu deste arquipélago quer pobre quer rico, dedica-lhes o melhor do seu entusiasmo e o mais ardoroso da sua fé cristã.
Para se identificarem melhor nestas festas tem a bandeira e a coroa do Divino são os símbolos centrais da festa, onde giram todos os rituais. A bandeira ainda conserva os mesmos padrões, confeccionada em tecido vermelho, com uma pomba com asas abertas ou bordada e estampada em branco no centro.. Esta pomba está sempre ornamentada com fitas e flores. As fitas são sempre renovadas e acrescidas, pois pode-se pagar uma promessa ao Divino colocando uma fita colorida em sua bandeira. O tamanho do comprimento da fita é sempre da altura da pessoa que está pagando a promessa. O povo açoriano extremamente católico trouxe consigo os seus cultos religiosos, quando emigraram, dentre eles, o mais forte é o culto ao Divino Espírito Santo. Este legado secular hoje é seguramente a manifestação mais significativa da cultura popular entre nos especialmente os Açorianos.
Liberal do Couto é Jornalista, escreve para o Jornal Milênio-Stadium, Revista Saber, e tem uma rúbrica(programa) "Eco da Comunidade" na rádio Aquarela Portuguesa
É proibida a reprodução das fotos sem autorização do Jornalista. Para obter as fotos entre em contato com o site.
"Gli uomini, certo, hanno bisogno del sesso. Una questione d'istinto. Ci sono altri motivi però. Vanno dalle prostitute alla ricerca di emozioni più forti, per curiosità sessuale e per la possibilità di fare con loro ciò che non sognano nemmeno di chiedere alle mogli... C'è anche la timidezza, la solitudine..."
Leggendo Il Manoscritto di Sonia, il lettore sarà testimone di una vera e propria esplosione. Esplosione di anima e di ricordi. E' impossibile giungere al termine di questo libro senza averne identificato l¹amore, l'ansia, l'aspettativa, la realizzazione, il tradimento, l'abbandono, la nostalgia, la disperazione e la volontà di ricominciare, sentimenti comuni a noi esseri umani.
Per riunire tante emozioni, Mariana Brasil ha superato la frontiera più difficile: sè stessa.
Il primo segnale che l'ha convinta a pubbli care il suo Manoscritto è stato l¹importante incontro con lo scrittore Paulo Coelho che, presentandola nel libro "Undici Minuti", le ha offerto l'incentivo per continuare.
Raccontare il dolore e le vicende di una prostituta con la delicatezza di un racconto di fate, è possibile solo ad una persona che abbia alle spalle un percorso di vita guidato dai comandamenti del cuore.
Nel bene o nel male, Mariana ha fatto le sue scelte permettendoci ora di conoscere altre storie di persone che hanno lasciato il proprio Paese spinte dalla speranza di una vita migliore, cercando in ogni volto un amore o un pretesto che potrebbe salvarle per sempre. Nonostante questo, a volte, dal vivo, la vita è ben differente.
Qui inizia l'avventura emozionante di una donna che non ha mai temuto di essere sè stessa.
PRESENTAZIONE ALL'EDIZIONE ORIGINALE PUBBLICATA IN BRASILE
di Paulo Coelho
"Realizza il mio sogno,
parla con me un minuto, per favore"
Per caso ho notato tra il pubblico un enorme cartello scritto in portoghese, mentre partecipavo ad una conferenza a Mantova (IT) nel 1999. Ho pensato che forse potevo entrare in contatto con chi teneva tra le mani quel cartello ma, alla fine dell "evento, a causa degli autografi, non sono riuscito a darle l"attenzione che desiderava. Mi ricordo peró di qualcuno che mi diceva qualcosa come:
"Paulo, quando ho saputo che eri in Italia, ho avuto una certezza: dovevo incontrarti. Vorrei chiederti di leggere il mio libro e che tu mi dica sinceramente come lo trovi. Ho pensato che fosse un "segnale".
No ho potuto darle maggiore attenzione ma, quando sono arrivato in albergo, un manoscritto mi aspettava. Non leggo mai i manoscritti, ma lessi quello, la storia di una donna, una prostituta che molto ha amato, le sue esperienze, le difficoltà, le avventure.
Ho avuto la curiosità di conoscerla, mi è molto pia ciuto il suo lavoro ed il modo delicato di raccontare il percorso di "Mariana", la protagonista del suo libro. Ho portato il suo manoscritto all'editore che allora pubblicava i miei libri in Brasile ma, dopo qualche mese Sonia ha ricevuto una lettera di rifiuto.
Nel 2000, passando per Zurigo (Svizzera), ho contattato l'autrice e le ho detto quanto mi era piaciuto il suo testo. Sonia, che nel frattempo aveva fissato la sua residenza in Italia, prese un treno e venne ad incontrarmi a Zurigo. Io stavo cenando con un amico scrittore e una reporter del giornale Blick; quando Sonia arrivó , gli chiesi di portarmi alla "Langstrasse", la via dove lei aveva ambientato parte del suo libro.
Nella Langstrasse , in quella notte speciale, ho incontrato delle donne, madri, figlie, amiche, amanti. La forza e la determinazione femminile, presente e trasparente. Tanto io, quanto i miei amici eravamo emozionati per la naturalezza di quelle persone e ho avuto anche il piacere di autografare molti libri, in diverse lingue, che alcune di loro erano andate a prendere a casa.
Ricordo che, in un determinato momento ho commentato un dialogo della Bibbia tra Maria Maddalena e Gesù, dove Lui dice: "A chi molto ama, molto sarà perdonato".
Senza rendermene conto, al momento, quell' incontro era anche per me un "segnale". Era l'inizio della genesi del mio libro Undici Minuti, visto che poi ho raccontato la storia di quella notte a un altro giornalista che pubblicó un articolo sulla rivista Illustrèe e che ha determinato il mio incontro con Maria, la protagonista del mio libro, durante una sessione di autografi a Ginevra.
Sonia, attraverso "Mariana", presenta in questo libro, con un realismo coinvolgente, dolce ma sconcertante, un mondo visto, sentito e vissuto da dentro. Le sue parole par lano piano, penetrando in noi. Intime, intense e accattivanti, possono portaci a quell' inferno che è la ricerca di se stessi ma anche al paradiso dell' incontro con l'amore (sempre alla ricerca dell'eterna origine femminile).
Ora, con immenso piacere, lascio la parola a "Mariana Brasil".
ARCITRANS - Leila Daianis. Apresenta a Roma - maio 2005 Mariana Brasil e "O manuscrito di Sonia".
O manuscrito original mencionado em "onze minutos de Paulo Coelho".
Ao interno do livro de Mariana Brasil, o leitor poderà conhecer a trajetoria de uma pessoa transexual.
O objetivo de "O manuscrito de Sonia" è incentivar um debate sobre as verdadeiras necessidades das pessoas...
Sem preconceito ou julgamentos...
A realidade que gravita em torno ao mundo da "prostituiçao".
info:www.italianuova.com www.marianabrasil.com.br (anche italiano)
obs: "O manuscrito de Sonia" publicado(abril2005) segunda ediçao tambèm no Brasil pela italinova pode ser encontrado nas melhores livrarias ou pelo tel. 11- 3257 0220
Il manoscritto di Sonia... di Mariana Brasil pretende incentivare un dibatito sulle vere necessità delle persone.
" al interno del manoscritto di Sonia un cap. racconta la vita di una persona transessuale".
Del libro...
"Gli uomini, certo, hanno bisogno del sesso. Una questione d'istinto. Ci sono altri motivi però. Vanno dalle prostitute alla ricerca di emozioni più forti, per curiosità sessuale e per la possibilità di fare con loro ciò che non sognano nemmeno di chiedere alle mogli... C'è anche la timidezza, la solitudine..."
Leggendo Il Manoscritto di Sonia, il lettore sarà testimone di una vera e
propria esplosione. Esplosione di anima e di ricordi. E' impossibile
giungere al termine di questo libro senza averne identificato l¹amore,
l'ansia, l'aspettativa, la realizzazione, il tradimento, l'abbandono, la
nostalgia, la disperazione e la volontà di ricominciare, sentimenti comuni a noi esseri umani.
Per riunire tante emozioni, Mariana Brasil ha superato la frontiera più
difficile: sè stessa.
Il primo segnale che l'ha convinta a pubblicare il suo Manoscritto è stato
l¹importante incontro con lo scrittore Paulo Coelho che, presentandola nel libro "Undici Minuti", le ha offerto l'incentivo per continuare.
Raccontare il dolore e le vicende di una prostituta con la delicatezza di un racconto di fate, è possibile solo ad una persona che abbia alle spalle un percorso di vita guidato dai comandamenti del cuore.
Nel bene o nel male, Mariana ha fatto le sue scelte permettendoci ora di conoscere altre storie di persone che hanno lasciato il proprio Paese spinte dalla speranza di una vita migliore, cercando in ogni volto un amore o un pretesto che potrebbe salvarle per sempre. Nonostante questo, a volte, dal vivo, la vita è ben differente.
Qui inizia l'avventura emozionante di una donna che non ha mai temuto di essere se stessa.
27. April 2005, Swissinfo
Coelho's "muse" demystifies prostitution
Mariana Brasil, who inspired the world famous author Paulo Coelho, has written about her five-year experience as a prostitute in Switzerland and abroad.
In her book m>Entre as Fronteiras m>(Between Borders), Brasil faces up to her past, reveals her innermost self and demystifies prostitution.
Mariana Brasil - the nom de plume of S?nia C.M. - is discreetly elegant. An attentive listener, this 38-year-old from the Brazilian state of Paran? is a striking presence.
At age 24, Brasil crossed the line when she chose to work as a prostitute and moved to Europe to, as she puts it, "try her luck, without the slightest idea of the difficulties in store".
However, she found her way back home five years later, seeking salvation in writing. Her book, to which Coelho refers in the footnote of his own m>Eleven Minutesm>, was published 18 months ago in Brazil.
Reality of prostitution
She recounts, "without false glamour" as she likes to point out, the everyday life of a prostitute, with its excitement, inner conflict, problems, misery and suffering.
The story told by Brasil has very little to do with Maria, the central character in Coelho's book. Indeed, it is probably wrong to say that Mariana is Coelho's "muse" at all.
S?nia C.M. has an explanation for this. She feels that Coelho deals with the subject from the male standpoint, while her book has the woman's focus "of someone who experienced the reality of prostitution, someone who has lived through it personally".
Coelho and Brasil met twice. The first time was in Italy, in 1999, where she managed to deliver her manuscript to the famous author.
The second meeting took place in Switzerland in 2000, when she was able to talk with Coelho at greater length and show him the red light district of Zurich, one of her main places of work.
For some time, the author of m>The Alchemist m>had been planning a book dealing "seriously" with sexuality.
According to Coelho, his visit to Mariana's main place of work - Zurich's Langstrasse - taught him that "to write about the sacred aspect (of sex), it was necessary to understand why it had been so debased".
The fact that the story of S?nia C.M. was mentioned in the penultimate book of the Brazilian author was a great help.
"A helping hand made Entre as Fronteiras into the success it became," admits Brasil.
Highs and lows
The book, despite being a journal, avoids the monotony of a purely chronological narrative. It is reminiscent of a film screenplay, with frequent flashbacks.
The reader meets a young woman who crosses the forbidden "frontier" at a S?o Paulo nightclub and follows her from her first three months as a prostitute in Brazil to her seven years in the profession in Italy and in Switzerland.
"Entre as Fronteiras tells the story of my life through a blend of reality and fiction," explained S?nia C.M., who says she had good reason for doing this.
"There's a space I keep just for myself. I know where the fiction ends and the reality starts," she told swissinfo. "I need to keep a sacred space for my own existence... for my own sanity."
She claims that delving into the past was very tough. Writing was a great liberation though, helping her express her emotions.
When she worked as a prostitute, she put her body on display, hiding her feelings and the truth about herself.
"Nowadays, there's no hiding behind a mask," she added. "When I'm facing a journalist or an audience, I feel more naked than when I was working".
"Black Cloud"
The author's avowed purpose is to help other people. "If I had read a book like mine 14 years ago, I would have known exactly what I was letting myself in for," she said.
S?nia C.M. sees her past as a "black cloud", which she views with a mixture of affection and hatred.
"I am what I am today because I experienced the glamour of Europe and saw beautiful and fantastic things," she admits. "But I also saw the seamy side of Europe, all the human squalor."
Today, Brasil keeps a low profile. She still has to face frequent scornful glances from those around her, and her past has left deep scars.
"When you decide to sell your body, you see another side of humanity ? people prepared to pay for sex," she told swissinfo. "You get to know the mean streak in human nature."
"You can't escape unscathed, because the wound is always there. A little bit of that innocence, that confidence in people is lost."
Mariana há treze anos mora na Europa, no norte da Itália. Sua trajetória de vida inspirou o escritor Paulo Coelho em seu romance "Onze Minutos". Atualmente em plena promoção do seu livro na Europa. Em fase final do seu romance "O Jardim das Cerejas de Mariana Brasil" que se trata da continuação do "O manuscrito de Sonia", com publicação prevista para abril de 2005 na Itália, Portugal e Brasil. È representante na Itália da Rebra ( Rede de Escritoras Brasileiras ). Faz parte do "Conselho do Cidadão" ao Consulado Geral do Brasil de Milão. Freqüenta uma escola de escritura e roteiro em Milão. Colabora com suas crônicas e textos com vários sites literários na Europa e EUA, participa de convênios e conferencias desenvolvendo assim um interessante trabalho de conscientização no "Social", ministrando palestras e encontros em escolas superiores, realizando assim seu principal objetivo que è incentivar um debate sobre as verdadeiras necessidades das pessoas, partindo dos jovens que com certeza è a realidade do nosso amanhã. O livro Entre as Fronteiras , que é um mix de realidade e ficção desnuda o mundo da prostituição nos anos noventa no Brasil e na Europa, nos mostra um pouco de sua alma e seu modo de interpretar a vida. Seu objetivo hoje é que seu exemplo de sucesso sirva de esperança para pessoas que pensam não existir outro caminho.
FICHA TÉCNICA
TÍTULO: O Manuscrito de Sônia
ISBN: 85-89989-15-1
EDITORA: ITÁLIA NOVA EDITORA LTDA
PÁGINAS: 272
AUTOR: Mariana Brasil
F.TO: 14x21
Gênero: Romance
ABACAMENTO: Brochura
PREÇO: 32,00 R$
O autor Esteban Levin, vai estar amanhã, dia 21 de maio, a partir das 11horas na XII Bienal Internacional do Livro do Rio, no estande da Editora Vozes - Pavilhão Azul. O autor que estará lançando o livro "Clínica e educação com as crianças do outro espelho" vem da Argentina para autografar a obra.
Fonte:VERDES TRIGOS CULTURAL um sítio cultural de Henrique Chagas
simplesmente fazendo diferença
PRESIDENTE PRUDENTE - SP
Não deixa de ser curioso que Tony Tabu tenha editado o seu primeiro álbum de fado, depois de ter adquirido grande sucesso na canção. Uma nova geração de fadistas, hoje já consolidada, começava então a surgir, numa altura em que há pouca gente nova a entrar no fado. O novo trabalho apresentado no passado Sábado no Europa Convenction Center em Mississauga, contou com um publico admirador não só do fado, mas também do cantor.
Singelamente intitulado "NASCER", o seu primeiro disco do fado viria a encetar uma carreira que conta até hoje com muito sucessos do cantor.
O fadista afirmou-se «confiante no trabalho» notando-se grande maturidade na interpretação dos diferentes temas.
Mario Jorge
Depois do jantar servido, e o requinte da sala decorada a rigor prometendo uma noite de fado, bem merecedora para Tony Gouveia, que interpretou temas do seu trabalho. E para compartilhar dessa noite teve bom gosto em convidar uma grande voz entre nós, um senhor do fado, Mario Jorge que apresentou um conjunto de fados castiços - os tais tradicionais - com um rigor impressionante, demonstrando a alma fadista.
Guida Figueira
Outra voz que podemos considerar de uma nova geração Guida Figueira que é a premiada voz portuguesa da atualidade do festival da Canção CIRV-Radio, e que também interpreta a Canção Nacional com o mesmo sucesso, subiu ao palco dando um certo ambiente que se vivia nas casas de fado, mas que serviu também para confirmar a vitalidade e pujança dessa cantora que igualmente deu uma nova dimensão com o lançamento dessa apresentação.
Por fim, o momento mais esperado da noite. A presença de Tony Tabu que cantou fados do seu novo trabalho não só para mostrar o seu novo trabalho, mas também para estabelecer, ao vivo, esse elo de ligação, entre o seu publico e o fado. Sua presença, «Transparente» no palco acentua «a sonoridade da sua voz» refletindo uma postura mais pessoal na sua abordagem ao fado.
Quanto à parte instrumental, estava lá o trio de guitarras de Antonio Amaro, que os três Leonardo de Medeiros, Hernani Raposo e o próprio Antonio Amaro, não deixaram de ser revelador da forma respeitadora e ao mesmo tempo genuína e inovadora com que acompanharam Tony Tabu, no dedilhar das cordas da viola e da guitarra dando o sabor bem português da Canção Nacional.
Público
E de louvar o valor de muitos talentos no fado que temos na nossa Comunidade e ao contrário do que acontece hoje, estes fadistas não são profissionais, pelo menos segundo a conotação que atualmente é dada ao termo, pois não praticam o fado senão por lazer, entretenimento e por razões de convívio. Ou seja, o fado funcionava para cada um destes personagens como uma forma identitária - individual ou coletiva - e nunca como um modo de vida.
Quanto ao som, nunca visto em lançamentos deste gênero, tanto projetores de luzes como a sonorização, que demonstrou o excelente trabalho de Tony Silva do TNT-Productions.
Liberal do Couto é Jornalista, escreve para o Jornal Milênio-Stadium, Revista Saber, e tem uma rúbrica(programa) "Eco da Comunidade" na rádio Aquarela Portuguesa
É proibida a reprodução das fotos sem autorização do Jornalista. Para obter as fotos entre em contato com o site.
Os autores abaixo estarão no estande da Litteris Editora, pavilhão verde, Rua S, nº 409 - Próximo ao Café Literário.
20/05 - Sexta-feira
das 12h às 13h30
A horta da vovó Tereza - Edinalva Ferreira
das 14h às 15h30
Historias para pais e filhos - Jose Roberto de Andrade Coutinho
das 16h às 17h30
Quatro formas de sentir - Kátia, Leandro, Lindalva e Wilma
das 18h às 19h30
Luzes da noite - Marcelo Carneiro
Muito prazer, sirva-se - Raimundo Pereira confidencial - Cristina Tojeiro
das 20h às 21h30
A reprise - Jose Faria Nunes
Do amor - Marilena Frade
21/05 - Sábado
das 11h às 12h30
O vôo da borboleta - Valter Petenel
Um novo milênio - Jose Ribamar Silva
das 12h45 às 14h15
Estradas da vida - Rai
Grandes soluções - Edgard R. da Silva
das 14h30 às 16h
Entre o que foi e o que virá - Edison Cattete Reis
Revelações da alma - Maria Thereza Paes de Barros
das 16h15 às 17h45
O homem menino - Herminio Barroso Sanches
A doméstica do século 21 - Vera Simões
das 18h às 19h30
Aborto, crime ou castigo? - Aglaete Nunes Martins
Vidas obscuras - José Rolando e Ricardo Rodrigues
das 19h45 às 21h15
Não é assim que a banda toca (O conflito do familiar dentro da doença do alcoolismo) - Cristina Loureiro
Miséria - Rodrigo Siqueira Batista
das 21h30 às 23h
As aventuras de um Pirocudo - Fidel
A legislação do namoro - Helton Lacerda
22/05 - Domingo
das 11h às 12h30
Histórias da vó Zita - Zita Maria Motta de Oliveira
Seguindo Lelucha - Sonia Alves
das 13h às 14h30 Sete & Jóias de Brasília (Roteiros de cinema da capital) - Patrick Raymundo
A palavra - Pedro Moura
das 14h às 16h
Meninos, Magos e Bruxos - Mara Grecco e os alunos do Arte-Expressão
das 15h às 16h30
A maçã - Adriana Rocha
Reflexos - Fernanda Pires Sales
das 17h às 18h30
Enfim...(A evolução da consciência humana para um mundo melhor) - R. J. Rodrigues
32 Dentes - Walner Danzinger
das 19h às 20h30
Contos para você - João Freitas / Heli Samuel / Hélio Moraes
Ao chegar na alfãndega, Virgínia teve que explicar um baú cheio de açúcar. Na Capitania dos Portos, ninguém fora preparado pata tal tipo de contrabando. Em Lisboa ninguém dissera a ela que uma montanha de açúcar poderia causar problemas. Virgínia não entendia o corre-corre dos fiscais e o farejar dos cães. "Ai, Jesus, o açúcar vai ficar babado!", gritava, aflita, pedindo a ajuda do Cristo, que tanto adorava seus pastéis de nata. Apelou para a intervenção de Fátima, aquela que perdia a compostura quando comia os fios-d'ovos que Virgínia tão bem fazia.Mas as santidades não ouviram suas súplicas. Era época de Natal, e Portugal fervilhava caldas em ponto de fio. Não deixariam a Lusitânia por um simples problema alfandegário. Virgínia que os desculpasse e compreendesse que, em se tratando de doces, a santidade também recai em pecado.
O contratempo foi resolvido com uns poucos cobres, e o baú foi liberado, acrescido de uma película gosmenta que os cães deixaram. Não sei se por obra do acaso ou de uma estranha reação química, o açúcar ficou diferente e passou a adoçar o tempo. As pessoas custaram a entender e até Virgínia levou algum tempo para perceber. Enquanto isso, os doces seguiam o passo da eternidade.Não se desfaziam na boca como as cocadas, as queijadinhas e os pudins. A princípio, ficavam na ponta da língua, depois se aninhavam no lugar dos desejos. Sim, eram isto mesmo: doces desejáveis e desejantes! Corriam de boca em boca pelas vielas do Morro de São Carlos, adoçando sambas-enredos e romances. Dizem que até os mais perigosos malandros (que nessa época só roubavam galinhas e carteiras) trocavam a pinga por uma bocada num pedaço de torta d'aveiro. Dizem também que Pérola Negra, a jóia mais linda do mangue do Estácio, deixava o templo das prostitutas sagradas por um prato de arroz-doce.
A fama dos doces correu léguas e logo chegou à Lusitânia. Cristo e Fátima, gulosos como toda santidade, fizeram as malas e partiram no primeiro navio que encontraram. Vieram na segunda classe (os tempos eram difíceis), misturados aos manoéis, joaquins e marias. Fátima logo encontrou um lugar disponível dentro de uma pequena capela de conchas. Cristo custou a se ajeitar. "Por que será que cismam em me pregar numa cruz?", perguntou a si mesmo, morto de inveja do conforto de Fátima. Depois de muita procura, encontrou abrigo num presépio. Bem verdade que suas pernas ficaram para fora da manjedoura, mas acabou se ajeitando.
O Atlântico foi gentil com os ilustres passageiros. Prendeu as serpentes marinhas numa jaula, no Cabo da Boa Esperança, e proibiu aos ventos que agitassem as águas. Recrutou as Nereidas e pediu-lhes que acompanhassem o navio, mas de longe. As Nereidas obedeceram e seguiram o navio a uma certa distância. Mas o Atlântico se esquecera de proibir que elas cantassem e, numa noite em que a lua se aninhava nos braços de Posídon, Cristo foi atraído para o convés. Encostou-se na mureta do navio e já estava pronto para pular quando foi salvo por uma rapariga que por ali passava.
Depois daquele "quase-suicídio", as Nereidas silenciaram, e a viagem seguiu seu curso sem nenhum contratempo. No navio, Cristo e Fátima estreitaram laços com os lusitanos que carregavam sonhos dentro dos baús. Ouviram lamentações e promessas e trocaram endereços. Ninguém entendia quando Cristo e Fátima escreviam Rua do Céu, sem número, Bairro Paraíso, Infinito, numa folha de papel de pão. Não conheciam a rua nem o bairro e a cidade, mas fingiam que lá tinham estado.
O navio aportou no Rio de Janeiro, numa ensolarada e adocicada manhã de 27 de setembro. Um cheiro de açúcar emanava de todos os cantos da cidade, onde crianças corriam para todos os lados carregando saquinhos de doce. "Doce!", exclamaram as santidades, exibindo para um transeunte um envelope de carta, onde se lia Rua da Capela, Estácio. A esta altura, devo esclarecer que naquela época o Estácio era conhecido e reconhecido por todos. Era exaltado nos sambas e lundus que a cidade cantava e servira de berço para a primeira escola de samba da cidade. Por isso não foi difícil para os santíssimos obter informações precisas. Foram até a Praça XV e lá tomaram um bonde para a Tijuca. Pediram ao motorneiro que os avisasse quando o bonde chegasse no Largo do Estácio. E assim foi feito.
Subiram o morro, seguidos por um bando de crianças a lhes pedir doces. Lembrando-se do dia em que chamara para si as criancinhas, Cristo se deu conta de que, de todos os seus milagres, nenhum tinha sido dirigido a elas. Sentiu uma ponta de remorso remoendo-lhe o peito e confessou a Fátima (que a essa altura também se lembrava das três crianças que a receberam de braços abertos) que já era hora de reparar o descuido. E ali, bem no topo da favela, ergueu os braços para o céu e pediu ao Pai que lhe favorecesse um milagre. Nessa hora o sol deu três voltas sobre si mesmo, e um aroma de cocada invadiu a cidade.As crianças multiplicaram-se e aumentaram as vozes que repetiam "moço, me dá um doce!". Milhares de saquinhos caíram do céu. As crianças pularam sobre eles e saíram correndo na direção de outro ponto de doce. Não agradeceram. Cristo só foi entender o descaso quando Virgínia, que a tudo assistira, lhe perguntou: "Meu Jesus, estás a pagar alguma promessa?"
Acabo de chegar da Bienal do Livro, no Rio de Janeiro, onde participei como um dos debatedores no Café Literário desta noite.
Eu já me preparara para o que veria, pois a Bienal está bastante divulgada. Li entrevistas, assisti matérias, entrei no site. Mas descer no aeroporto e encontrar um motorista de terno me esperando... Ser hospedado num hotel excelente na orla de Copacabana... Preencher aquela fichinha de hóspede e escrever orgulhoso "escritor" no item profissão, já foram um prenúncio de que eu teria muito mais do que esperava. A Bienal está anunciada por todos os lados. É o acontecimento do Rio, aquele mesmo Rio do qual só recebemos notícias de tragédias toda noite pela TV.
O Riocentro parece uma festa. Durante a Bienal serão mais de 600 mil pessoas dentro e fora dos 55 mil metros quadrados dos três pavilhões, fervilhando pelos corredores, estandes, palestras e bate-papos.
Todo dia cerca de 25 mil meninos e meninas entre cinco e 15 anos, sempre em grupos de 40 a 50 estudantes uniformizados e acompanhados de professores percorrem os corredores. "Esse grupo é da terceira série do Ciep Procópio Ferreira, na zona norte da cidade. São meninos de favelas que quase nunca saem de lá", conta uma de suas professoras de leitura, Cristina Pego. "Eles se encantam com tudo que vêem no caminho e associar esse prazer ao livro também é função dessa visita".
As crianças se comportam como se aquilo fosse um parque de diversões.
E é.
Um parque de diversões onde a imaginação é o brinquedo principal.
Um mar de livros. Um mar de letras.
A Bienal é um evento comercial? Claro que sim, e só existe por sê-lo. Não fosse comercial seria uma reunião de meia dúzia de amantes de livros para falar de livros, num nível que nenhum humano comum entenderia.
O caráter comercial e sua utilização da mídia deram à Bienal o mesmo impacto das exposições de Rodin ou Picasso, que arrastaram milhares para Museus. E talvez esse seja o ponto chave.
A mídia dá prestígio a tudo aquilo que adota. A mídia cria modismos. Incentiva e motiva. Mais: transforma qualquer coisa em celebridade.
Daí minha velha tese de que, através da mídia, podemos mudar este país.
Quando a mídia entender que sua função é muito, mas muito mais que simplesmente entreter, informar e incentivar as pessoas a trocar seu dinheiro por produtos, criaremos uma máquina de mobilização que fará milagres.
Como os que eu vi no Rio, nos olhos daquelas crianças mergulhadas num mar de letras. Num tsunami cultural. Vivendo um momento capaz de despertar a paixão pela leitura.
Pois neste Brasil, onde demonstrar ignorância é prática socialmente aceita, ¿cult¿, e até motivo de orgulho, isso não é pouco.
É a solução.
Pena que a mídia, preguiçosa e míope, ainda prefere investir nos pocotós.
Não perca às sextas feiras, das 19:30 às 20:00, na rádio Mundial (95,7 FM), o programa Café Brasil. Por enquanto para a grande São Paulo. Provocações, reflexões, música de qualidade e a tentativa de colocar inteligência no ar.
Luciano Pires é profissional de comunicação, jornalista, escritor, conferencista e cartunista, atualmente Diretor de Comunicação Corporativa da Dana. Visite o site www.omeueverest.com e www.lucianopires.com.br
BIENAL DO LIVRO, DO RIO DE JANEIRO, ENCERRA NESTE FIM DE SEMANA
A Bienal do Livro, iniciada no dia 12 de maio em curso no Riocentro, maior espaço de exposições da cidade do Rio de Janeiro, tem recebido centenas de milhares de visitantes, constituindo-se em enorme sucesso no campo cultural.
Portugal faz-se representar por um "stand" organizado pelo Instituto Nacional do Livro (Livraria Camões) que é um dos mais visitados no encontro, tendo já recebido a visita da Ministra da Cultura, Dra. Isabel Pires de Lima e com a participação de grandes escritores lusófonos, como Agustina Bessa Luís, José Eduardo Aqualusa, Dulce Maria Cardoso, Francisco José Viegas, João Aguiar e Germano de Almeida.
Neste final de semana (sábado e domingo) o ex-Deputado da Emigração e ex-Presidente do Grupo Parlamentar de Amizade Portugal-Brasil na Assembleia da República, Eduardo Neves Moreira, estará presente no "stand" de Portugal, autografando o seu mais recente livro: "EMIGRAÇÃO: EM DEFESA DOS PORTUGUESES NO ESTRANGEIRO", cujo lançamento ocorreu há poucos dias, também na cidade do Rio de Janeiro. A Bienal do Livro encerra no domingo às 22 horas.
A paixão, o amor, o protesto, a dor, a luta, as denúncias sociais, são ingredientes muito bem empregados por Vanderley Caixe em: MEUS PANFLETOS.
Fica aqui o convite para conhecer essa riqueza poética de Vanderley Caixe.
"Do Abismo ao Infinito" é um dos lançamentos da Editora Garapuvu e o primeiro livro de Edmar Bernardes. Na obra, o escritor conta a história de João, que aos 9 anos perde mãe e, de carona com um caminhoneiro, foge da seca no Nordeste para vir para Santa Catarina em busca dos familiares. Em Florianópolis, João conhece o submundo do crime, testemunha o tráfico de drogas e, de uma hora para outra, cai nas ruas da cidade onde se torna um catador de papelão.
Seguindo os ensinamentos de uma professora nordestina que o prepara para a vida, abrindo-lhe o universo do conhecimento, ele conserva o seu caráter nobre. Conquista a simpatia das pessoas e encontra, em Florianópolis, a chance de recomeçar.
Parte do dinheiro arrecadado com a venda do livro será destinada para a manutenção deste portal.
Edmar Almeida Bernardes nasceu em 24 de outubro de 1953, em Itapagé, no Ceará. Cursou a Academia Nacional de Polícia (Brasília), em 1975, e se tornou Agente da Polícia Federal. O autor é graduado em Letras/Inglês pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Palmas/Paraná. Formou-se em jornalismo pela Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul). Edmar também é co-autor do livro "Simples Prazeres - Crônicas Universitárias 3", também publicado em 2002.
Saiba mais sobre o livro e o autor no site Semi Arido
Trazendo excelentes lembranças da última Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), o irlandês Colm Tóibín está de volta ao Brasil, onde participa no próximo sábado da 12ª Bienal do Livro, às 13h, no Café Literário. Nessa sua terceira visita ao Rio, o escritor também lançará o seu romance O mestre (Companhia das Letras), hoje às 19h, na Livraria da Travessa (Rua Visconde de Pirajá, 572). Indicado para o Booker Prize de 2004, o livro traça um retrato do enigmático escritor americano Henry James (1843-1916), autor do clássico A volta do parafuso. >> Leia mais
UM CUBÍCULO DE PAVÕES
Vaidade, miséria e vassalagem caracterizam o nosso mundo literário, quando o despimos de nossas euforias e pretensões e tentamos vê-lo com mais clareza.
Volta e meia essa conclusão me assalta, e, para não cair na melancolia e na impotência diante de coisas que sei irremediáveis (o gosto brasileiro por patotagem e pela falsidade eufórica é um deles), em geral fecho os olhos, procuro ser complacente, sou corporativista como todos devem ser (afinal, somos um monte de náufragos numa canoa minúscula), mas, depois, remoendo pensamentos em meu travesseiro, o que me assalta está mais para a resignação triste que para o consolo: há pouco ou nada a fazer. "Comicidade e miséria", como resumia Thomas Mann no seu "Tônio Kroeger", disso é feito o nosso panorama. Ele se referia, claro, à condição humana, mas também à solidão e às desilusões de Kroeger, que, aliás, era escritor.
[hipertexto] - Um cubículo de Pavões, por Chico Lopes
A farra do livro
Há quem diga que bienal é para quem não gosta de ler; leitor que é leitor, o iniciado, o fanático "tem" a sua livraria particular e o seu livreiro especial, a quem faz suas encomendas, com quem troca opinião, fala dos lançamentos e comenta as novidades. Talvez seja isso mesmo. Bienal é outra coisa, é festa. O que ela faz é promover a aproximação lúdica, alegre, prazerosa das pessoas, principalmente crianças e jovens, com os livros e seus autores. Se esse contato físico vai criar dependência, não se sabe. Mas seria muito bom que virasse hábito e que este, com o tempo, fizesse aumentar entre os jovens o número de viciados em leitura. >> Leia mais
O Caso Serra Pelada
A democracia, tão cantada em verso e prosa, salve e salve, realiza-se através do exercício da cidadania e da existência de segurança jurídica, que não é outra coisa senão o asseguramento das garantias constitucionais do cidadão. No exercício do direito à prestação jurisdicional justa está o necessário e óbvio fundamento da sentença e que esta seja perpetuada sem fraudes ou golpes (processuais ou não) para que tenhamos a dita segurança jurídica. De outra forma, democracia e segurança não passam de velhos clichês que servem apenas para justificar o arbítrio da autoridade do Estado (da imutabilidade do trânsito em julgado). Chega de fraseado bonito, torna-se imperativo combater a injustiça, em especial a hipocrisia a ela inerente.
Neste contexto, Deocleciano Batista nos conforta com a descrição do Caso Serra Pelada, uma aula prática sobre "Coisa Julgada Inconstitucional" e especialmente sobre o exercício da democracia, do asseguramento das garantias constitucionais, do combate à fraude e ao golpe processual, que, evidentemente não são imutáveis, mesmo que transvestidos pelo instituto da coisa julgada. É o testemunho do advogado combativo, independente e senhor da sua consciência, um exemplo aos novos e velhos advogados. A leitura do livro do Deocleciano, além de prazerosa, revigora nosso juramento pela Justiça e aumenta a nossa fé na justiça justa como conceituada por Aristóteles. Ela existe, ensina Deocleciano, basta buscá-la em primeiro lugar.
Fonte:VERDES TRIGOS CULTURAL um sítio cultural de Henrique Chagas
simplesmente fazendo diferença
PRESIDENTE PRUDENTE - SP
Por muito tempo, os funcionários de milhares de empresas valeram-se de máquinas de escrever, papéis, envelopes e outros materiais de escritório para o envio de correspondências pessoais. Tal apropriação indébita dos materiais de escritório da empresa jamais serviram de causa excludente de antijuridicidade ou mesmo de culpabilidade para que o empregador violasse a correspondência de seus funcionários.
Da mesma forma, em relação ao telefone, sempre houve a sua utilização dentro das empresas para uso pessoal. Ainda que muitas delas procurassem coibir o uso excessivo do telefone em virtude das altas tarifas, nunca se cogitou que o empregador pudesse "grampear" as comunicações de seus funcionários para interceptar suas conversas.
A invenção do e-mail é tão-somente mais um meio de comunicação, mas ao contrário do tradicional uso pessoal do papel e do telefone nas empresas, que sempre foi resguardado pelo direito fundamental à privacidade, em recente decisão, a Primeira Turma do Tribunal Superior do Trabalho entendeu ser lícito ao empregador monitorar os e-mails de seus trabalhadores.
A empresa HSBC Seguros Brasil SA rastreou os e-mails de um de seus empregados e constatou que ele o utilizava para o envio de imagens eróticas aos colegas e o demitiu por justa causa. O funcionário recorreu à justiça do trabalho por entender que houve ofensa a seu direito à privacidade. Os ministros do TST, porém, consideraram que o e-mail é uma ferramenta de trabalho e, portanto, não haveria qualquer violação à privacidade por parte da empresa.
Não se contesta o interesse legítimo das empresas de controlarem a quantidade de e-mails que trafega em seus servidores, mas isso é perfeitamente possível de ser feito sem a necessidade de acesso direto ao conteúdo dos e-mails. Pode-se, por exemplo, impedir o uso de anexos, inclusive filtrando os arquivos de imagens, o que inibiria o envio das indesejáveis imagens eróticas. Pode-se também limitar o número de mensagens enviadas por dia e, ao extremo identificar o e-mail dos destinatários para os quais o empregador envia sua correspondência eletrônica. Mas o rastreamento do conteúdo das correspondências é flagrante violação ao direito fundamental à privacidade, inexplicavelmente tolerado pela decisão do TST.
A privacidade é um direito fundamental da pessoa humana. Um ser humano não deixa de ser humano ao entrar em seu ambiente de trabalho e, por lá estar, não perde seu direito à privacidade. O que diferencia um empregado de um escravo não é a mera remuneração, mas também direitos personalíssimos que não podem ser usurpados pelo empregador e a privacidade é certamente um destes direitos. >>>Leia mais no conjur
* Tulio Lima Vianna: é advogado,doutorando em Direito pela Universidade Federal do Paraná, mestre pela Universidade Federal de Minas Gerais, autor do livro "Fundametos de Direito Penal Informático" e editor do site www.tuliovianna.org.
"Questões Trabalhistas - Direitos e Deveres dos Empregados e Empregadores". (Parceria)
Justa Causa - Incontinência de Conduta ou Mau Procedimento
(*) Antenor Pelegrino Filho
Continuando com a nossa análise sobre a Justa Causa, essa semana nós iremos nos aprofundar na alínea "b" do artigo 482 da Consolidação das Leis do Trabalho, que trata da Justa Causa por Incontinência de Conduta ou Mau Procedimento.
Mas o que é a incontinência de conduta? Segundo o Dicionário Aurélio é a pessoa imoderada em sensualidade, é a falta de moderação, é a não abstenção de prazeres.
Aqui fica claro entender que a Incontinência de Conduta é a pessoa que não consegue reprimir seus impulsos sexuais, deixando-os aflorarem livremente em sua relação empregatícia, essa não reprimenda é a falta de respeito, consideração e moralidade; para com seus companheiros de trabalho e ou superiores.
A Incontinência de Conduta é o Assédio Sexual, é a conduta perniciosa, na qual faz com que o empregado, se utilize de sua posição hierárquica superior para atingir ilicitamente seus desejos desregrados e imorais perante seus subordinados.
Outras formas de Incontinência de Conduta podem ser caracterizadas através de: envio de e-mails de conteúdo pornográfico; visualização de conteúdo pornográfico em equipamento de propriedade da empresa ou tão simplesmente sobre seu espaço físico; é a exibição de filmes pornográficos através de computador, mídias digitais ou analógicas, tais como: CD, DVD e vídeo cassete; é a exposição de revistas pornográficas; é a exposição de partes íntimas; em resumo é a total falta de moralidade e respeito perante o local em que exerce suas atividades empregatícias.
Lembre-se que o legislador em momento algum define o sexo do empregado, logo o entendimento é que tanto o homem quanto a mulher em posição hierárquica superior podem cometer o ato de incontinência de conduta em suas mais variadas formas.
Já o Mau procedimento segundo o Vocabulário Jurídico tem a seguinte definição: "É o procedimento incorreto, irregular, que atenta contra as regras legais ou que fere a própria moral. É o modo de vida desregrado, inconveniente, ofensivo aos bons costumes e à decência".
O Mau Procedimento é uma Justa Causa de difícil caracterização no Direito do Trabalho, visto que em uma analise mais superficial entendemos que a pessoa bêbada, o agressor, o violador de segredos; são quem cometem o ato de mau procedimento, entretanto tais atos não são caracterizados por mau procedimento, senão vejamos: o bêbado é caracterizado tendo em vista a alínea "f" do artigo 482 da Consolidação das Leis do Trabalho; o agressor pode ser enquadrado nas alíneas "j" ou "k" do artigo 482 da Consolidação das Leis do Trabalho; e o violador de segredos se encaixa na alínea "g" do artigo 482 da Consolidação das Leis do Trabalho.
O Ato de Grosseria é aquele na qual o empregado por maneira habitual fere as regras de bons costumes, é aquele empregado que perturba a paz do ambiente com piadinhas maliciosas e maldosas sobre os companheiros de trabalho e superiores, é aquele que ofende a dignidade de seus companheiros, em resumo é aquela pessoa mal educada, na qual não se consegue o mínimo de diálogo, sem que ela faça comentários e perjure seus colegas de trabalho e ou superiores.
Temos por entendimento que o péssimo cidadão é também um péssimo empregado, pois o empregado que tem uma péssima conduta para com a sociedade, certamente levará ao ambiente de trabalho essa má conduta, que se refletirá sobre seus colegas de trabalho.
Essa falta de respeito faz com que esse empregado produza menos e mal, e com isso ele fará com que seus colegas de trabalho produzam menos também; seja através de distrações, brincadeiras, narração de casos vividos ou não, provocando inimizades entre outros funcionários (fofocas), proferindo palavrões e ofensas.
Esse empregado que desrespeita totalmente o ambiente do trabalho em que freqüenta, com atos perniciosos e imorais; sem dúvida alguma deve ser demitido por Justa Causa por Incontinência de Conduta ou Mau Procedimento conforme determina a alínea "b" do artigo 482 da Consolidação das Leis do Trabalho, afim de assim coibir essa atitude deplorável.
Na próxima semana estaremos analisando a alínea "c" do artigo 482 da Consolidação das Leis do Trabalho que trata da negociação habitual por conta própria ou alheia sem permissão do empregador, e quando constituir ato de concorrência à empresa para a qual trabalha o empregado, ou for prejudicial ao serviço.
(*) Antenor Pelegrino Filho, é graduado em Direito, autor do livro "Direitos Trabalhistas da Empregadora e Empregada Doméstica", colunista do Portal Nacional de Direito do Trabalho, vice-coordenador no Brasil da Sigma Society, vice-presidente do Conselho Deliberativo da Sigma Society e membro da World Association for Hightly Intelligent People.
Nesta quinta-feira, 19 de maio, às 20:00 horas, o escritor Viegas Fernandes da Costa estará lançando seu livro de crônicas, SOB A LUZ DO FAROL (Hemisfério Sul, 133p, R$ 20,00) no Restaurante Farol, defronte à Praça do Estudante, em Blumenau. O evento contará também com a exposição de obras da artista plástica Daiana Schvartz, exposição de fotos do artista Charles Steuck e apresentações musicais de Aline Assumpção, Charles Steuk, Andressa Lais Tomelin e Marcos Paulo Westphal.
"Sob a Luz do Farol" reúne 35 crônicas selecionadas pelo próprio autor. Os textos foram originalmente publicados em sua coluna "Crônica da Semana" e distribuídos eletronicamente para mais de uma dezena de países. A seleção inclui alguns dos melhores textos em prosa do escritor nascido em Blumenau, que publica também contos, ensaios e poemas. O quadro que compõe a capa é assinado pela artista plástica Daiana Schvartz. Quem escreve a orelha é a escritora Urda Alice Klueger, e o posfácio é de autoria do escritor Maicon Tenfen.Urda Alice Klueger escreve que as crônicas de "Sob a Luz do Farol" "são textos que nos podem fazer rir quanto revirar o que temos de mais íntimo e nos apunhalar de dor; são como afiadas espadas de luz que Viegas cria com leveza e angústia, e que nos esperam no livro para nos atravessar". Leves, irônicas ou líricas, as crônicas de "Sob a Luz do Farol" demonstram o compromisso do autor com o seu tempo e com a sociedade em que vive. Já Maicon Tenfen, em seu posfácio e referindo-se ao texto "A Profecia de Pirapora do Bom Jesus", classifica-o como um faroeste caboclo com toques de um barroco capaz de contextualizar o drama da seca e dos retirantes. "Você lê e fica com sede. Lê e sente o suor que lhe escorre pelo rosto fatigado", diz Tenfen.Viegas Fernandes da Costa nasceu no município de Blumenau em 21 de fevereiro de 1977. Graduado em História e professor de Humanidades no Colégio Metropolitano de Indaial, começou a escrever muito cedo. Poeta, contista, cronista e ensaísta, possui inúmeros trabalhos publicados na imprensa nacional e estrangeira e em antologias, detendo inclusive alguns prêmios literários de âmbito nacional.
RESUMO: O que?: Lançamento do livro "Sob a Luz do Farol", de Viegas Fernandes da Costa.
Quando?: 19 de maio, quinta-feira, às 20 horas.
Onde?: Restaurante Farol, defronte à Praça do Estudante, Rua Antônio da Veiga, Blumenau, SC.
Deputados ouvem policiais que prenderam Duda Mendonça
A Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado irá realizar nesta quarta-feira, audiência pública para esclarecer o episódio da prisão do publicitário Duda Mendonça em uma rinha de galo, no Rio, em outubro do ano passado, e as denúncias de perseguição aos policiais responsáveis pela operação. Foram convidados para a audiência os delegados da Polícia Federal Antonio Rayol e Lorenzo Pompilho da Hora, que atuaram na prisão do publicitário.
O requerimento para a realização da audiência foi apresentado pela deputada Zulaiê Cobra (PSDB-SP). A audiência será realizada no plenário 5, às 14 horas.
Maiores informações:
Fábio Domingos ( Diretor de Comunicação do SSDPF/RJ)
"Após o sucesso da primeira antologia, Ruffato organiza mais uma coletânea com o melhor da literatura das autoras da nova geração, como Adriana Falcão, Cecília Giannetti e Andréa del Fuego. São 30 textos inéditos sobre temas urbanos e contemporâneos."
+ 30 Mulheres que Estão Fazendo a Nova Literatura Brasileira, Editora Record, 304 páginas.
Lançamento dia 22 de maio na Bienal do Rio. Encontro de Ruffato e suas mulheres às 20h, no auditório Carlos Drummond de Andrade.
Rosângela Rocha, escritora premiada com RIO DAS PEDRAS, participa com o conto ¿A oitava onda¿. Estou curioso para ler.
Memórias de Um DEScasado
Antonio Luiz Fontela
Recebido em 14/5/2005
Memórias de um DEScasado é um romance bem escrito, que narra as aventuras e desventuras de um advogado de meia idade, deformação católica que, de repente, se encontra face a uma realidade em que não acreditava... O descasamento. O que fazer? Como sobreviver?
ESTRÉIA DIA 17 DE MAIO NO TEATRO LEBLON
Jung, Sonhos de Uma Vida
De: Eliana Zuckermann Direção: Rogério Fabiano
COM: JAYME PERIARD, FÁTIMA FREIRE, CÁSSIA LINHARES E RONEY VILLELA.
A peça nos remete ao momento em que Carl Gustav Jung concede sua última entrevista. O grande psiquiatra demonstra a sabedoria dos que não passaram em vão por essa vida e já não teme falar sobre seus 86 anos.
Teatro Leblon - Rua: Conde de Bernadote, 26 - Leblon
Teças e Quartas às 21h e Quintas às 17h
INFORMAÇÕES: (21) 2523-3333 OU 2287-2385
Fonte:VERDES TRIGOS CULTURAL um sítio cultural de Henrique Chagas
simplesmente fazendo diferença
PRESIDENTE PRUDENTE - SP
Em novembro de 2004, na cerimônia de anúncio da criação da Câmara Setorial do Livro e Leitura (www.cultura.gov.br/projetos_especiais), na Cinemateca de São Paulo, foi entregue ao coordenador do Programa Nacional do Livro e da Leitura do Ministério da Culturua (MinC), Galeno Amorim, o documento "Temos Fome de Literatura", assinado por mais de 180 autores nacionais, com reivindicações e propostas de fomento à criação literária nos estados brasileiros.
À luz do movimento intitulado "Literatura Urgente" (www.literatura-urgente.com.br) e do documento entregue ao ministro Gilberto Gil, através do coordenador do programa, escritores mineiros reuniram-se em Belo Horizonte e criaram no mês de abril o Fórum Permanente de Políticas Públicas Para a Literatura em Minas Gerais. O objetivo do recém criado Fórum é tornar efetiva a representação de escritores, poetas e ensaístas em todas as discussões propostas pelas três esferas de governo (Municipal, Estadual e Federal) para a Literatura.
O Fórum é aberto á participação de toda sociedade civil. Os interessados em participar estão convidados para a próxima reunião, que acontecerá no dia 18/05 (quarta-feira) , às 18h30, no Centro de Cultura Belo Horizonte (rua da Bahia, 1.149, Centro), quando serão discutidos três temas: 1) Valorização e apoio à produção e à pesquisa literárias; 2) Memória e patrimônio e 3) Difusão da leitura.
Até o momento, participam da criação do Fórum Literatura Minas os seguintes escritores: Ricardo Aleixo, Luís Giffoni, José Aloise Bahia, George Cardoso, Makely Ka, Sérgio Fantini, Renato Negrão, Bruno Brum, Gilberto César, Branca de Paula e Elizabeth Fleury.
* José Aloise Bahia (Belo Horizonte/MG). Jornalista e escritor. Pós-graduado em jornalismo contemporâneo. Autor de Pavios Curtos (anomelivros, 2004). josealoise@aol.com
Carta do Juiz Ruy Coppola (2º TAC). Março de 2005.
Recebido de Simone Maia, SP. Repassado por Haroldo, RJ.
Mensagem ao presidente !
Estimado presidente, assisti na televisão, anteontem, o trecho de seu discurso criticando o Poder Judiciário e dizendo que V. Exa. e seu amigo Márcio, Ministro da Justiça, há muito tempo são favoráveis ao controle externo do Poder Judiciário, não para "meter a mão na decisão do juiz", mas para abrir a "caixa-preta" do Poder. Vi também V. Exa. falar sobre "duas Justiças" e sobre a influência do dinheiro nas decisões da Justiça. Fiquei abismado, caro presidente, não com a falta de conhecimento de V.Exa., já que coisa diversa não poderia esperar (só pelo fato de que o nobre presidente é leigo), mas com o fato de que o nobre presidente ainda não se tenha dado conta de que não é mais candidato. Não precisa mais falar como se em palanque estivesse; não precisa mais fazer cara de inconformado, alterando o tom da voz para influir no ânimo da platéia. Afinal, não é sempre que se faz discurso na porta da Volks. Não precisa mais chorar. O eminente presidente precisa apenas mandar, o que não fez até agora. Não existem duas Justiças, como V.Exa. falou. Existe uma só. Que é cega, mas não é surda e costuma escutar as besteiras que muitos falam sobre ela. Basta ao presidente mandar seu amigo Márcio tomar medidas concretas e efetivas contra o crime organizado. Mandar seus demais ministros exercer os cargos para os quais foram nomeados. Mandar seus líderes partidários fazer menos conchavos e começar a legislar em favor da sociedade. Afinal, V. Exa. foi eleito para isso. Logo depois, Sr. presidente, no mesmo canal de televisão, assisti a uma reportagem dando conta de que, em Pernambuco (sua terra natal), crianças que haviam abandonado o lixão, por receberem R$ 25 do Bolsa-Escola, tinham voltado para aquela vida (??) insólita, simplesmente porque desde janeiro seu governo não repassou o dinheiro destinado ao Bolsa-Escola. E a Benedita, sr. presidente? Disse ela que ficou sabendo dos fatos apenas no dia da reportagem. Como se pode ver, Sr. presidente, vou tentar lembrá-lo de algumas coisas simples. Nós, do Poder Judiciário, não temos caixa-preta. Temos leis inconsistentes e brandas (que seu amigo Márcio sempre utilizou para inocentar pessoas acusadas de crimes do colarinho-branco). Temos de conviver com a Fazenda Pública (e o Sr.presidente é responsável por ela, caso não saiba), sendo nossa maior cliente e litigante, na maioria dos casos, de má-fé. Temos os precatórios que não são pagos. Temos acidentados que não recebem benefícios em dia (o INSS é de sua responsabilidade, Sr.presidente). Não temos medo algum de qualquer controle externo, Sr. presidente. Temos medo, sim, de que pessoas menos avisadas, como V. Exa. mostrou ser, confundam controle externo com atividade jurisdicional (pergunte ao seu amigo Márcio, ele explica o que é). De qualquer forma, não é bom falar de corda em casa de enforcado. Evidente que V. Exa. usou da expressão "caixa-preta" não no sentido pejorativo do termo. Juízes não tomam vinho de R$ 4 mil a garrafa. Juízes não são agradados com vinhos portugueses raros quando vão a restaurantes. Juízes, quando fazem churrasco, não mandam vir churrasqueiro de outro Estado Mulheres de juízes não possuem condições financeiras para importar cabeleireiros de outras unidades da Federação, apenas para fazer uma "escova". Cachorros de juízes não andam de carro oficial. Caixa-preta por caixa-preta (no sentido meramente figurativo), sr. presidente, a do Poder Executivo é bem maior do que a nossa.
Meus respeitos a V. Exa. e recomendações ao seu amigo Márcio.
P.S.: Dê lembranças à "Michelle". (cachorrinha que passeia em carro oficial).
Ruy Coppola, juiz do 2.º Tribunal de Alçada Civil do Estado de São Paulo.
segunda-feira, dia 16 de maio de 2005
horários: 12 horas / e 16 horas
no canal 10 da NET - assista o belíssimo documentário sobre
o homem, o político e o jornalista LUCIANO LEPERA uma produção da TV UNAERP
Novos textos pendurados no Varal da Literatura!!!!
Contos: O Homem-Pássaro (Alessandra Mascarenhas); Tarde Demais (Andréa C. Migliacci).
Crônicas: Rotinas (Tiago Feliziani).
Poemas: Leopoldina (Maria Georgina Albuquerque); Quero Te Amar (Vanderley Caixe), Poema de Um Amor Transcedental (Silas Corrêa Leite).
Não canso de me surpreender com a criatividade que nossos conterrâneos revelam nos momentos mais inesperados. Agora foi a tal Cartilha do Politicamente Correto, editada para evitar que usemos termos, digamos, ofensivos a diversas categorias de pessoas. Ela quer derrubar preconceitos.
Pela cartilha, não poderemos mais chamar um mau motorista de barbeiro, pois é ofensivo aos profissionais do corte de cabelo. Dizer que "a coisa está preta", nem pensar. Homossexuais só poderão ser "entendidos".
"Comunista" é termo banido, pois remete às vítimas do regime militar.
"Negão", "neguinha" e outras formas de apontar a diferença de cor de pele, estarão banidos. E por aí vai.
Lula ficou indignado. Não poderá mais chamar seus colegas de "peões".
Pois eu acho a idéia da Cartilha excelente. E acho reconfortante saber que temos gente preocupada em recolocar nos trilhos nosso idioma tão maltratado e mal utilizado. Em vez de criticar , deveríamos incentivar a iniciativa. Mas desde que seja feita uma pequena mudança.
Em vez de termos "politicamente corretos" a cartilha vai tratar de "moralmente corretos".
Vamos recolocar as coisas em seu devido lugar. Ninguém mais vai poder dizer "violência, impunidade, vereador, deputado, assessor parlamentar, fraudador do INSS, imposto, corrupção, comissão, traição, nepotismo, marqueteiro, voto...." e outros termos, impunemente.
Esses termos só poderão ser usados no contexto moralmente correto, quando indicarem uma função moralmente correta.
"Vereador", "deputado" e "senador", por exemplo, só poderão ser usados para designar os políticos que representam e trabalham em favor de suas comunidades. Os aproveitadores, hipócritas e coronéis não podem usar.
"Comissão" só pode ser usado para designar quantias pagas como retribuição a serviços prestados com honestidade e mérito.
"Impunidade" só servirá como atributo negativo, jamais como direito adquirido por quem tem poder ou é amigo de quem tem poder.
"Imposto" só pode designar taxas cobradas oferecer serviços essenciais.
Já pensou uma cartilha dessas? Devolvendo aos brasileiros a capacidade de indignar-se? De perceber a diferença entre o certo e o errado, o moral e o imoral? Deixando claros os limites entre direitos e deveres? Entre público e privado?
Ah, mas numa cartilha assim, eles não pensam. Nas cabeças confusas que hoje definem os rumos de nosso Brasil, política vem sempre em primeiro.
Moral é apenas um detalhe.
Luciano Pires é profissional de comunicação, jornalista, escritor, conferencista e cartunista, atualmente Diretor de Comunicação Corporativa da Dana. Visite o site www.omeueverest.com e www.lucianopires.com.br
A patricinha Lolita Pille, que tão jovem já está fazendo sucesso(?) com a venda de seus livros, por ocasião da Bienal do livro em maio de 2005, declara que "não teria problema em viver numa favela com um traficante, desde que fosse bonitinho". Resta saber o que pensam as famílias que tiveram seus filhos executados por marginais armados nas esquinas das grandes cidades, drogados pelo tal bonitinho da escritora(?).
Num primeiro instante, ficamos abismados que uma formadora de opinião(?) tenha feito tal declaração. Podemos até imaginar que ela tenha sido mal orientada por quem a conduz em visita à nossa terra, dizendo-lhe que tal padrão de declaração a tornará mais simpática aos olhos do povão e que com isto suas vendas triplicarão. O pior do ocorrido é a rede Bobo dar destaque a tal entrevista, contribuindo de forma proposital para agilizar o processo de fragilização dos valores morais e familiares que arduamente cada adulto tenta incutir na mente de jovens atordoados com a diversificação de teorias sobre assuntos que pareciam dogmas sólidos há menos de 20 anos.
Todo o trabalho de professores e parentes de alunos no sentido de enaltecer e fortalecer os conceitos básicos de boa conduta para formar a personalidade do cidadão que em breve poderá estar definindo os rumos da terra onde pretende ter orgulho em viver, estará sendo pisoteado por declarações deste porte que recebem mais destaque do que um ato de gentileza de um humilde empregado dentro de uma entidade social.
Fica evidente a má conduta em realçar tais palavras, levando nossos jovens a imaginar que realmente o que vale a pena hoje é estar do lado errado da lei, para ser visto como ícone de jovens escritoras. Com isto, se fortalece a teoria de que já não é mais preciso estudar para ocupar os cargos de liderança dentro da comunidade. Por isto nossa sociedade está tão debilitada, pois o povo está sendo doutrinado a valorizar ao "esperto" que chega ao topo sem ter tido um preparo mínimo para exercer a função. Se o cargo de Presidente pode ser ocupado um ex-operário, em breve teremos nos hospitais médicos sem terem cursado faculdade. Basta terem trabalhado por 3 anos num balcão de farmácia e certamente eles estarão aptos a nos receitar os comprimidos dos grandes laboratórios internacionais para curar os males que nos afligem no decorrer de nossas vidas.
Que certamente são menores do que a dor na alma em ver nossa gente detentora de alto potencial humano sendo conduzida ao pasto com um sorriso de imbecil nos lábios e batendo palmas aos que utilizam os chicotes sobre nossa dignidade.
Se você desejar ler outros artigos, contos e poesias de minha autoria, visite os sites :
www.prefacio.net / ranking / entre 400 e 500 leituras
www.hlage.com - cantinho do quase chará
www.sleiyver.org (procurar-me)
ou consulte arquivos da Tribuna da Imprensa (RJ) e do Farol
Haroldo P. Barboza - Matemático, Analista de computador e Poeta - Maio / 2005
Autor do livro: BRINQUE E CRESÇA FELIZ!
e-mail : hpbflu@terra.com.br - Vila Isabel/RJ
"Se a urna não imprimir, seu voto pode sumir"! (Benjamim Azevedo)
Votar nulo não é sacanagem. É ato de coragem! (Haroldo P. Barboza)
A Editora Litteris estará lançando nessa Bienal mais de 50 novos autores.
Veja a programação de lançamento do dia 13, 14 e 15 de maio.
13/05 - Sexta-feira
das 14h às 15h30
A bruxa da casa do fim da rua - Maria da Conceição de Léo Martins
das 16h às 17h30
Panegírico - a sóror Juana Inés De la Cruz - Inês Joanna Bussato
das 20h às 21h30
O amor é o sol da vida - Maria das Dores Lucena
Deus o diabo e você - Hugo França de Oliveira Bastos
das 20h às 22h
Escritores brasileiros - série ouro - Antologia Literária
14/05 - Sábado
das 11h às 12h30
O encontro ou o mal dos lagos e dos peixes - Nadia de Souza
das 12h45 às 14h15
As minhas histórias infantis - Gabriel Sonhador
Infância poética - Jorge Felipe Frazão Dias
das 14h30 às 16h
Descubra a natureza - Jô Concellos
Animais sim, irracionais nunca! - Sonia Silva
das 16h15 às 17h45
Pedaços de mim - Neide Follain
Por uma infância mais feliz - Cecilia Brito
das 18h às 19h30
Nunca fui santa - Lady Francisco
das 19h45 às 21h15
Noções do silêncio - Elza Helena dos Santos de Almeida
Todos os dias, todas as horas e para sempre - Sonia Mubarac
das 21h30 às 23h
Eu ou a peleja entre o filho do senhor e satanás - Clayton Craveiro
15/05 - Domingo
das 10h30 às 12h
Fase - Ingrid Ditzel Felchak
Passarinhos faceirinhos - Luciano Ditzel
das 12h30 às 14h
Com o olhar fixo na alma - Alexsandre Soares de Lima
Orientações humanas - Ottilia Amatto Mendes Castro
das 14h30 às 16h
Humor, graça e comédia - Para quem gosta de rir e fazer rir - Bemvindo Sequeira
Lendas que parecem vidas / O estilhaçar dos vitrais - Benedito Vidigal
das 16h30 às 18h
A dama da rua do comércio - Avelino Medina
Um poço dentro de outro poço dentro de outro poço - Sérgio Eduardo Martins Cardoso
das 18h30 às 20h
Contos sinistros - Felipe Cerquize
Lições da caminhada - Luis Borges de Farias
das 20h30 às 22h
Larápio e Pindorama - Luís Carlos Morais Junior
Quase fiquei sem pc hoje, mas meu filhão deu um jeito.
Vamos lá...
Começou hoje a Bienal e só para iniciar vou deixar as informações sobre a feira.
Guia da XII Bienal Internacional do Livro
ENDEREÇO: Riocentro - Av. Salvador Allende 6.555, Barra da Tijuca. Tel: 2442-1300. A Bienal ocupa três pavilhões: Verde, Azul e Vermelho. A entrada é pelos pavilhões Verde e Vermelho.
HORÁRIO: Quinta, dia 12 (abertura): das 12h às 22h. Sextas (dia 13 e 20): das 9h às 23h. Sábados (14 e 21): das 10h às 23h. Domingos (15 e 22): das 10h às 22h. De segunda a quinta (16 a 19): das 9h às 22h.
INGRESSO: R$ 10 e R$ 5 (meia-entrada para estudantes e idosos acima de 60 anos; é preciso mostrar documento com foto). Nas compras a partir de R$ 50, em estandes participantes da campanha "Aqui seu ingresso é reembolsado", o valor pago pelo ingresso é devolvido. Menores de 1 metro não pagam. Ingressos à venda em diversos pontos da cidade e no site www.bienaldolivro.com.br.
ESTACIONAMENTO: R$ 7. Entrada pelo portão 4 para quem vem pela Av. das Américas, e pelo portão 1 para quem vem pelo Autódromo ou pela Cidade do Rock.
Irene Ravache lê poesia na Bienal do Rio, dia 12 de Maio...
... e Júri do Prémio Camões reúne na Biblioteca Nacional carioca, dia 13 de Maio
Reúne dia 13 de Maio, às 10 horas da manhã, na Biblioteca Nacional no Rio de Janeiro, por ocasião da Bienal do Livro da capital carioca, o Júri do Prémio Camões - 17a edição.
Composição do Júri:
1- Agustina Bessa Luís - Portugal
2- Vasco Graça Moura - Portugal
3- Germano de Almeida - Cabo-Verde, indicado pela parte portuguesa
4- José Eduardo Agualusa - Angola, indicado pela parte brasileira
5- António Carlos Secchin - Brasil
6- Ivan Junqueira - Brasil.
ESCRITORES PORTUGUESES NA BIENAL Os escritores portugueses e africanos que integram o Júri marcarão presença também na Bienal do Livro do Rio de Janeiro onde haverá, com o apoio do Instituto Camões no Brasil, um balcão do IPLB - Instituto Português do Livro e das Bibliotecas/Instituto Camões.
Na Bienal vão participar também os escritores portugueses Dulce Maria Cardoso, Francisco José Viegas e João Aguiar.
IRENE RAVACHE
Dia 12, às 19 horas, No balcão do IPLB/Instituto Camões, na Bienal, haverá uma leitura de poemas pela actriz brasileira Irene Ravache, seguida da oferta de um "chocolate/café de honra". Compareça!
A Editora Hemisfério Sul Ltda. e a Novo Horizonte Livraria Ltda. comunicam o lançamento do livro infantil "Uma casa no meio da rua", de autoria da escritora Miriam Aparecida da Rocha.
Quando? Dia 14.05.2005 - sábado
A que horas? Às 14 horas
Onde? No stand nr B-09 da referida Livraria, situado na Feira do Livro de Rua de Florianópolis, que acontece no Largo da Alfândega, naquela Capital.
UMA CASA NO MEIO DA RUA - OPINIÃO DE URDA ALICE KLUEGER
Tem gente que pensa que criança não sabe o que é bom. Mas eu sei muito bem o quanto criança é inteligente e esperta, o quanto gosta de livros de alta qualidade, bem escritos, que tragam aprendizados para a vida. E Miriam Aparecida da Rocha também sabe disto muito bem.
Neste seu livro de estréia, "Uma casa no meio da rua", ela como que redimiu todas aquelas pessoas que algum dia acharam que as crianças poderiam ser bobas.
"Uma casa no meio da rua" é um livro que conta a história de uma casa que está triste, porque ninguém mais a enfeita para o Natal nem para festas de aniversário... Ė a história de uma casa que se sente só porque agora as pessoas ficam o tempo todo interessadas em coisas como computador e telefone. Só mesmo Miriam para contar esta história com tanta arte e beleza. Penso que ninguém vai se esquecer de uma história assim. Nem as crianças, e nem os adultos que têm uma criança por dentro.
Urda Alice Klueger 16.09.03
BIOGRAFIA DA AUTORA
Nasci no dia 05/05/1968, em Itajaí, SC e moro em Joinville, SC desde pequenina. Minha infância poderia ter sido triste e eu ter me tornado uma pessoa pessimista e dependente devido às várias cirurgias que sofri no fêmur, o que me impediu muitas vezes de andar. Porém, algo me dizia que era assim mesmo, que aquela fase passaria rápido. Então procurei brincar do meu jeito, sem andar com as pernas, mas voando com a imaginação. Cresci escrevendo e amo lápis, papel, livros e imagem.
Hoje sou formada em Educação Artística pela UNIVILLE e pós-graduada pela mesma Universidade em Educação Infantil e Séries Iniciais. Gosto muito de contar e inventar histórias e poesias e de apreciar obras de arte, ilustrações e fotografias.
Ah! Sou apaixonada pelo nosso folclore também, pois ele é repleto de contos, cantos e encantos.
Aqui está um pedacinho da minha história.
(Miriam Aparecida da Rocha)
PEQUENO TRECHO DO LIVRO
Já era perto do almoço quando chegou um caminhão com alguns homens. Eles desceram cheios de marretas e com outro caminhão de mudanças do lado, pois a casa havia pulado com toda a mobília dentro.
Os homens se aproximaram dela e começaram a estudar.
- Por onde vamos começar?
- Acho que pelo telhado.
- Não, não. Pela parede dos fundos.
E assim discutiram e andaram ao redor dela mais ou menos uma meia hora. A Casa estava apavorada! Será que aquele rapaz que a comprou estava mentindo? Será que era tão bom ator? Não acreditava que isso estivesse acontecendo. Precisava agir rápido para salvar sua pele, quer dizer, sua estrutura. Não podia decepcionar Zeca e seu Onofre. Quanto ao rapaz ela veria como agir depois. O problema era como se mostrar matéria morta e espantar os homens dali?
Começou por abrir e fechar as portas. Quando eles tentavam entrar ela fechava as portas, quando eles recuavam ela as abria. Os homens começaram a ficar intrigados, mas não deram bola. Resolveram começar a demolir pelas janelas. A Casa não gostou da idéia e fechou uma janela em cima da mão de um dos homens, abriu a veneziana na "cara" de outrooutro, e começou a abrir e fechar todas as sua janelas. Agora sim os homens se assustaram!
17 de Maio, Dia das Letras Galegas - Romancista galega publica em Portugal
O próximo 17 de Maio, Dia das Letras Galegas, sairá em Portugal um novo romance da escritora galega Concha Rousia.As Sete Fontes é o título da obra que será publicada em formato digital pelas Edições ArcosOnline.com (www.arcosonline.com), que assim se juntam às comemorações deste dia especial.
Não é todos os dias que um livro galego, escrito na nossa língua, é publicado em Portugal, e mais raro ainda será talvez o feito de uma editora portuguesa se associar espontaneamente ao conjunto de iniciativas que marcam todos os anos, na Galiza, o dia 17 de Maio. A obra As Sete Fontes sairá, segundo os responsáveis das Edições ArcosOnline.com entre os dias 16 e 17, e passará então a estar disponível gratuitamente na Internet, na página daquela editora portuguesa (www.arcosonline.com).
O conteúdo do romance ainda se encontra no mais absoluto dos segredos, e só se conhecem ainda alguns comentários que sobre ela têm sido elaborados. Assim, no dizer da própria autora, As Sete Fontes é um romance que fala do povo galego, mas também «da condição humana, da queda moral e da possibilidade de redenção». O professor universitário e dicionarista Isaac Estraviz, que prefacia a obra, refere que neste romance Concha Rousia «enfrenta-se frontalmente ao problema do caciquismo político e religioso e à corrupção que grassa por toda a parte».
Por sua vez, Victor Domingos, o editor, considera que há neste romance «várias tiradas de mestre». No seu entender, Concha Rousia apresenta um estilo muito equilibrado ao nível da organização ou estruturação narrativa, e sublinha que um dos pontos fortes deste romance é o facto de conseguir «conciliar um lado sentimental, quase dramático, com um outro lado bem divertido, ou até mesmo cómico».
Pela Luta Antimanicomial - Centenário de Nise da Silveira
(18 de maio: Dia Nacional da Luta Antimanicomial)
O projeto O AUTOR NA PRAÇA participa pelo 4º ano das atividades da Semana da Luta Antimanicomial - Centenário de Nise da Silveira. No evento haverá exposição de livros e leituras sobre Nise e o tema, participação de integrantes do Fórum Paulista de Luta Antimanicomial e usuários dos CAPS. Austregésilo Carrano Bueno estará autografando a nova edição do livro Canto dos Malditos, depois de 2 anos e meio cassado e retirado das livrarias. Paulo Matos autografa o livro Anchieta 15 anos - A Quarta Revolução Mundial da Psiquiatria. O cartunista Júnior Lopes estará realizando caricaturas, além da presença de escritores, músicos e atores convidados com leituras de textos sobre o tema. Ao final o evento, às 19h, haverá uma nova edição o projeto Curta na Praça, com a exibição de documentários sobre o tema.
A Semana da luta Antimanicomial acontece entre os dias 14 e 22 de maio. Toda a programação e as atividades da Semana, podem ser encontradas no sítio www.redepsi.com.br.
SERVIÇO:
O AUTOR NA PRAÇA - Pela Luta Antimanicomial - Centenário de Nise da Slveira Sábado, 14 de maio, a partir das 14h. Espaço Plínio Marcos - Feira de Artes da Praça Benedito Calixto - Pinheiros
Informações: 3085 1502 / 9586-5577 - oautornapraca@oautornapraca.com.br Realização: Edson Lima, Associação dos Amigos da Praça Benedito Calixto & Fórum Paulista de Luta Antimanicomial.
Fórum Paulista de Luta Antimanicomial: antimanicomial-sp@yahoo.com.br / Patrícia Villas-Bôas Tel. 9154-4984
PROGRAMAÇÃO DO EVENTO DIA 14 DE MAIO
Austregésilo Carrano Bueno, autografando uma nova edição do livro O Canto dos Malditos, que originou o filme O Bicho de sete cabeças. Após ter permanecido dois anos e meio cassado e retirado das livrarias, agora liberado.
Paulo Matos, autografando o livro Anchieta 15 anos - A Quarta revolução Mundial da Psiquiatria, obra nacional que reporta o marco inicial da Reforma Psiquiátrica Brasileira em 2001, a intervenção municipal no antigo manicômio da cidade em 1989.
Intervenções Musicais e Leituras de textos sobre Nise da Siveira e o tema o pessoal da Oficina de Leitura e Escrita do Caps Itapeva, coordenada por Juliano Garcia Pessanha.
Presença de Integrantes do Fórum Paulista de Luta Antimanicomial, usuários dos CAPS e familiares com depoimentos.
Projeto "Curta na Praça" - Será realizada uma sessão de curtas metragens retratando a luta antimanicomial. O objetivo é através de uma linguagem que tem um grande apelo com a maior parte da população, estimular reflexões e propor debates em torno da problemática da Luta Antimanicomial. Entre os curtas-metragens que serão exibidos, está uma entrevista com Austragésilo Carrano, autor do livro "Canto dos Malditos", que foi pano de fundo do filme "Bicho de 7 cabeças", e outras produções que abordam de maneira artística, crítica e propositiva o problema de pessoas que estão e/ou estiveram internadas em hospitais manicomiais. Esta atividade é uma realização da Associação de Educadores da USP com o projeto O Autor na Praça e em parceria com o Fórum Paulista de luta Antimanicomial e Associação dos Amigos da Praça Benedito Calixto
Nova Parceria com o Portal Nacional de Direito do Trabalho.
Com o falecimento do Dr. Antenor Pelegrino, demos por encerrada nossa parceria de contribuição aos leitores na área trabalhista, entretanto, em recente conversa com o Dr. Antenor Pelegrino Filho resolvemos novamente abrir a área Jurídica no site, intitulada - Questões Trabalhistas - Direitos e Deveres dos Empregados e Empregadores.
Justa Causa - Ato de Improbidade
(*) Antenor Pelegrino Filho
Muitas dúvidas assolam aqueles que procuram compreender o Direito do Trabalho mais profundamente, uma das questões que sempre vêem a indagação é aquela a que se refere à Justa Causa, mas o que exatamente é a Justa Causa, e em que momentos a mesma pode ser utilizada, e pensando nisso resolvi escrever essa série de artigos que abrangerão toda a matéria de Justa Causa, a partir dessa semana irei trazer a coluna semanal um dos itens disposto no Art. 482 da Consolidação das Leis do Trabalho.
Nessa semana iremos tratar da alínea "a" do Art. 482 da Consolidação das Leis do Trabalho, que trata sobre o "Ato de Improbidade", mas o que é exatamente improbidade; para isso transcrevo abaixo o que o Dicionário Aurélio de Aurélio Buarque de Holanda e Ferreira e o Vocabulário Jurídico de Plácido e Silva, trazem a respeito do termo de "Improbidade".
Segundo o Dicionário Aurélio de Aurélio Buarque de Holanda e Ferreira, improbidade nada mais é que: 1. Falta de probidade; mau caráter; desonestidade. 2. Maldade, perversidade.
E segundo o Vocabulário Jurídico de Plácido e Silva, temos que: improbidade na terminologia das leis trabalhistas é a desonestidade, a falta de retidão, o procedimento malicioso, a atuação perniciosa.
Tendo essas informações fica mais claro entender o que em si, se trata o ato de improbidade. O que necessitamos é de uma análise mais atenta, e determinar quando é que devemos proceder para a despedida com a Justa Causa por Ato de Improbidade, conforme entende o legislador.
Ao meu entendimento, considero que o Ato de Improbidade se inicia com o pensamento de causar um dano, seja ao empregador ou empresa empregadora, mas tal entendimento é difícil de ser caracterizado, além de ser muito subjetivo; logo a melhor conduta é manifestação real do empregado seja em palavras verbais, escritas ou atitudes que o leve às vias de fato, tornando se assim cabível a demissão por Justa Causa.
Mas seria necessário esperar o empregado causar o dano? Entendo que não! Pois a simples expressão da palavra em si, já constituiria em Ato de Improbidade, procuro com o exemplo melhor explanar o assunto: O empregado que em suas funções comenta que pretende danificar uma máquina para que o empregador atente mais as suas qualidades, ou que simplesmente deseja que determinado equipamento seja inutilizado, ou que não funcione em determinado período, esse empregado comete o ato de improbidade, mesmo que nem mesmo tenha chegado a tocar o equipamento, a sua manifestação demonstra explicitamente o ato de improbidade, a maldade, perversidade, a intenção de causar dano.
Vou um pouco mais além: o empregado que maldiz a sua empresa, também comete o Ato de Improbidade, pois isso revela o seu mau caráter para a empresa que o acolhe, veja que não me refiro somente aos desentendimentos entre patrões e empregados, infelizmente tão comuns em nossa sociedade, mas também às claras e objetivas manifestações de causar prejuízo moral a empresa, denegrindo a sua imagem perante a sociedade a qual faz parte.
Perceba que os comentários ao estilo de "naquela empresa só tem safado", "nem vá lá que lá eles te passam a perna", entre outros tão comuns em nosso meio social, em si já caracterizam a Justa Causa por Ato de Improbidade, verdade ou mentira sobre a empresa é uma questão de mérito a ser avaliado em juízo, entretanto isso não justifica e muito menos permite ao empregado que maldiga a empresa que o acolhe.
Além do dano material e do dano moral, temos também o dano financeiro, na qual o empregado por pura expressão de perversidade, atua de maneira a causar danos financeiros a empresa, vejamos um hipotético exemplo: O empregado é encarregado pelo fechamento de inúmeros contratos, entretanto o mesmo procura de todas as maneiras fazer com que esse contrato não seja fechado, seja colocando obstáculos ou sendo extremamente burocrático, forçando assim a desistência do contratante em firmar um contrato, na qual a empresa colheria lucros.
Esse empregado não causa um dano material por não estar danificando nenhum equipamento, e também não causa dano moral por não estar manifestando-se maldosamente sobre a empresa, logo o dano que esse empregado causa, é um dano financeiro, que ao meu entendimento é também um Ato de Improbidade, tendo em vista a conduta de dificultar e de causar um dano.
Percebamos que o empregado agindo em forma de causar um dano a empresa seja esse dano: material, moral ou financeiro, ele age desonestamente e acima de tudo promove de maneira direta e justificada para a sua despedida por justa causa por ato de improbidade.
O entendimento legal é que o empregador somente se utilize da Justa Causa por Ato de Improbidade, quando a mesma for justificada de maneira inconteste, com uma produção de provas claramente esclarecedoras e que não possa ser argüida manifestação contrária, não vindo a ter nenhuma margem de dúvida na qual se possa utilizar o preceito "In dubio pro operatio".
Na próxima semana iremos tratar sobre: Justa Causa - Incontinência de Conduta ou Mau Procedimento.
(*) Antenor Pelegrino Filho, é graduado em Direito, autor do livro "Direitos Trabalhistas da Empregadora e Empregada Doméstica", colunista do Portal Nacional de Direito do Trabalho, vice-coordenador no Brasil da Sigma Society, vice-presidente do Conselho Deliberativo da Sigma Society e membro da World Association for Hightly Intelligent People.
(Beatriz conhece Dante em um Teatro - ele fala da sonda Galileu - que mesmo morrendo e se desintegrando no espaço continua mandando fotos à terra. Beatriz se extasia manda um e-mail para o Dante do III milênio - Dante se emociona - ambos amam a cultura árabe - ambos são poetas - ambos são místicos e platônicos - surge uma correspondência estranha - Talvez Felicidade - Talvez Saudade - E quando ele diz: Viva a rosa trans-física - o extracéu - ele não supunha que ela criaria uma dimensão poética - onde as rosas são azuis e onde não há noites).
Lindo texto poético de Bárbara Lia, publicado no Cronópios.
Cruzada
Não há como falar sobre "Cruzada", o mais novo filme de Ridley Scott, sem mencionar "Gladiador", também dirigido por ele e que faz parte do mesmo gênero: o filme de época. (...)"Cruzada" tinha tudo para ser apenas mais uma imitação barata de "Gladiador" mas, felizmente, não é. Ridley Scott é um artista. Cada plano parece um quadro pintado nos mínimos detalhes e o filme é, no mínimo, uma bela viagem pela Europa e pelo Oriente nos anos de 1180..... >>>> por João Solimeo
Obra que impôs silêncio a Boff é reeditada
"Daqui a pouco, um outro há de propor que, dentro das igrejas, garçons passem bandejas de salgadinhos, mães-bentas, caldo de cana, grapete e chica-bon." Não foi exatamente assim, mas Nelson Rodrigues entendeu bem que a atualização da Igreja Católica, da missa e a opção pelos mais pobres defendidas na década de 60 por d. Hélder Câmara deflagrariam radicalização maior. O auge desse processo se dá em 1981, quando o teólogo Leonardo Boff publica o livro Igreja: Carisma e Poder (76 pp., R$ 49,90), agora relançado pela editora Record. Nele, Boff faz o anúncio do nascimento de uma nova igreja, em que os protagonistas seriam os pobres, que tomariam do clero a exclusividade sobre "os meios de produção religiosa" e trabalhariam nesse mundo pelo Reino - "utopia cristã que concerne ao destino terminal do mundo" mas que também "se encontra em processo dentro da história". >> Leia mais
Scliar explora dois percursos narrativos em sua nova obra
Um diamante é, digamos, a "pedra de toque" desta nova ficção do escritor gaúcho Moacyr Scliar - Na Noite do Ventre, o Diamante (Objetiva, 168 pp., R$ 29,90) -, a qual apresenta dois percursos narrativos claros. O primeiro, que segue até a metade do romance, descreve o périplo do mineral, tirado das entranhas de Minas Gerais, passando pelos Países Baixos até chegar ao Leste Europeu. O segundo, centrado na figura do judeu Guedali, conta como o diamante foi parar em seu ventre e, a partir daí, como o incidente marca a vida do personagem, que emigra com a família da Rússia ao Brasil. Vemos então um deslocamento em duas direções: do Novo ao Velho Mundo e do Velho ao Novo, fechando o círculo. No que se refere ao diamante, o percurso salta de uma marcha épica para um relato de conotação mais íntima, existencial. Na primeira parte, o diamante passa de mão em mão, e a narrativa, igualmente, desloca-se de personagem a personagem, como num mapa em que os pontos geográficos vão sendo aos poucos iluminados de acordo com o foco do interesse. >> Leia mais
Presidente do STJ diz que censura é violência
O presidente do STJ (Superior Tribunal de Justiça), ministro Edson Vidigal, afirmou ontem que considera "uma violência proibir alguém de se manifestar" e que condena todo tipo de censura por considerá-la "muito perigosa para a democracia". As afirmações, de caráter hipotético e geral, foram feitas após Vidigal ter sido procurado pela Folha para comentar a decisão do juiz da 7ª Vara Criminal de Goiânia, que determinou que fosse recolhido de todas as livrarias do país o livro "Na Toca dos Leões", de Fernando Morais. "Não posso comentar o caso. A Loman (Lei Orgânica da Magistratura) impede um magistrado de comentar a decisão de outro", disse o ministro. A ANJ (Associação Nacional de Jornais) classificou ontem de "grave violência contra o direito constitucional da liberdade de expressão" a determinação de recolhimento do último livro de Fernando Morais e a imposição de multa para evitar declarações dos acusados sobre o processo. >> Leia mais
Sem direito a espernear
Se não for anulada a decisão da Justiça de Goiânia, a editora Planeta tem no máximo 20 dias para retirar o livro Na toca dos leões, de Fernando Morais, de todas as livrarias do território nacional, em conseqüência de ação movida pelo deputado federal Ronaldo Caiado, do PFL de Goiás, que se sentiu caluniado pelo escritor. Primeiro, o juiz goiano Jeová Sardinha de Moraes autorizou a busca e apreensão dos exemplares existentes na editora, em São Paulo, com o "arrombamento de prédios e o reforço policial caso necessário"; depois, estendeu a ordem a todo o país; em seguida revogou-a, para finalmente voltar atrás na quarta-feira passada, fazendo a vontade do fundador da UDR, aquela conhecida organização que mobilizava fazendeiros contra a reforma agrária. (O Globo - 7/5/2005 - por Zuenir Ventura) >> Leia mais
Habemus messias literário
[comentário de Marcelo Rezende, no Digestivo]
Era previsível o que aconteceu a Miguel do Rosário. Além da nova geração de escritores escrever mal e ter o rei na barriga, falta a esses jovens um elemento indispensável para se produzir literatura: criatividade. De todos os escritores novos que têm surgido nos últimos anos, eu chamaria a atenção de um, que tem criatividade para dar e vender e ainda esbanja cultura sem ser pernóstico ou cansativo: o colunista aqui do Digestivo, Luis Eduardo Matta, que publicou um excelente romance de suspense, "Ira Implacável", para mim o melhor livro de jovem autor que apareceu, pelo menos, nos últimos cinco anos. Luis Eduardo Matta se diferencia e se destaca dos seus contemporâneos exatamente por, em vez de uma prosa umbiguista ao extremo, fazer uma literatura criativa e única no Brasil de hoje. Se estamos esperando um messias para redimir a nova literatura, para mim, esse messias já chegou e se chama Luis Eduardo Matta. O único porém é que a literatura feita por ele dificilmente será seguida pelos novos escritores brasileiros. Talvez ele continue único por muito tempo no seu estilo. Isso, é claro, se ele tiver em vista seguir a carreira literária em vez de ficar conhecido como o grande autor de um livro só.
A Editora Hemisfério Sul Ltda. e a Novo Horizonte Livraria Ltda. convidam V.Sa. e Excelentíssima família para o lançamento do livro
"O povo das Conchas" (paradidático sobre Arqueologia do litoral catarinense) de autoria da escritora Urda Alice Klueger, a realizar-se no próximo dia 11 de maio de 2005 (quarta-feira), às 15:00 horas, no stand nr B-09 da referida Livraria, por ocasião da Feira de Livro de Rua de Florianópolis. O evento realizar-se-á no Largo da Alfândega daquela Capital.
Fonte:VERDES TRIGOS CULTURAL um sítio cultural de Henrique Chagas
simplesmente fazendo diferença
PRESIDENTE PRUDENTE - SP
O romance "Fortaleza Digital", de Dan Brown, um belo thriller para quem aprecia o gênero, é o tema principal da minha coluna no Digestivo Cultural desta semana, que também fala um pouco sobre o papa Bento XVI e a Bienal do Livro do Rio de Janeiro, que abre as portas na próxima quinta-feira, dia 12. É só clicar o mouse do seu computador em
www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=1619.
Luis Eduardo Matta é autor do livro "Ira Implacável" e escreve para o site Digestivo Cultural
Passaporte Inconformado e Casa das Rugas foram o livro apresentados na ultima Quarta Feira no Consulado Geral de Portugal em Toronto, pela Dra Aida Baptista, e de Eduardo B. Pinto.
Com a galeria Almada Negreiros lotada, Dr.Veiga Domingues fez uma breve introducao dos dois livros e dos autores.
Na mesa de honra se encontravam os patrocinadores: Cirv-radio-Presidente, Frank Alvarez e pelo bcpBank, Dr. Ricardo Valadares, os autores do livro e Jose Mario Coelho que leu a biografia da Dra Aida Baptista e de Eduardo B. Pinto Dra Manuela Marujo.
Frank Alvarez elogiou o trabalho e a colaboracao de Dra Aida Baptista pelainiciativa e o apoio e a colaboracao que ao longos dos anos disensou ao Milenio.
Por sua vez o Dr.Ricardo Valadares disse que o bcp-Bank e um banco portugues e tambem cultural porque se propoe apoiar toda a cultura que se divulga nesse pais de acolhimento.
A apresentação foi brilhante nao so pelos livros, mas tambem pela maneira como foram apresentados ao publico, com algumas pessoas no publico a lerem alguns parágrafos.
Destaque para a encenacao do casal Ana e Paiva de Carvalho que apresentaram como verdadeiros e originais Angolanos o trecho da contra capa do livro Casa das Rugas. Como nao tive oportunidade de ler os dois livros, mas posteriormente irei ler, e prometo falar deles para os amigos leitores.
Passaporte inconformado, um livro com trechos onde a autora poe todos os seus sentimentos na escrita, um conjunto de cinquenta cronicas aleatoriamente escolhidas de entre muitas das publicadas- mesmo quando parted as referencias autobiograficas pretende apenas dar voz a todos aqueles que passaram por este tipo de vivencias ligadas ao abandono do espaco-berco. Essa aventura tanto pode ser descrita em historias de sucesso, como remeter para o esquecimento os que se envergonham de nao ter conseguido subir os degraus que conduzem ao miradouro do exito. Resta a certeza de que, tanto num caso como no outro, todos se sentem unidos pelo mesmo documento, um pasaporte inconformado, feito de tantas paginas quantas as entradas e saidas carimbadas pelo lacre que escorre do tempo. Num dos artigos "São Lagrimas de Portugal" fala na família numerosa da autora e que a propria teve a tarefa de partilhar com os pais a árdua tarefa de educar irmaos. Muito se podia falar spbre o livro, mas quem o possuir tenho a certeza que ira gostar da sua literature.
Casa das Rugas de Eduardo Bettencourt Pinto um Angolano que viveu em varios paises e reside actualmente no Canada, funcionario estadual, consultor informatico eeditor da revista literaria "Seixo Review". Ja publicou varios livros de poesia e ficçao.
Na sobre capa apresenta um trecho que fascinou todos na sua apresentacao do livro, que anteriormente mencionei sobre o casal Ana e Paiva de Carvalho.
"Peço-te que te cases comigo perante Africa, sob o rumor e a bencao de um embondeiro; e que caminhemos descalcos sobre a alegria das coisas simples que sejamos um do outro ate o cespusculo dos dias se fechar em nos, ate mesmo que as pernas nos tremam com o peso da idade e a porta da nossa casa se transforme na fronteira mais distante, e arrastemos, vacilantes, os pes ate chegarmos juntos dela; que nao haja nostalgia daquilo que ja nao pudermos fazer, nem saudade, nem melancolia, porque somos o principio e o fim um do outro, e asim nos completamos cumprindo a vida e nos proprios". Um livro com trechos com narrações vividas pelo proprio autor.
Foram dois livros que veio enriquecer muito a literatura portuguesa, onde nos incentive cada vez mais a sua leitura.
As ilustrações foram do conhecido pintor Paiva de Carvalho e as Editoras de Pasaporte inconformado Ninera Coimbra, e de Casa das Rugas da Editora Campo das Letras
Aos autores congratulamos pelo presente que deu a todos os portugueses.
Liberal do Couto é Jornalista, escreve para o Jornal Milênio-Stadium, Revista Saber, e tem uma rúbrica(programa) "Eco da Comunidade" na rádio Aquarela Portuguesa
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À Escola Básica Integrada de Arrifes pertencem os núcleos escolares situados nas freguesias de Arrifes, Covoada e Relva.
A freguesia dos Arrifes, considerada uma das maiores freguesias rurais de Portugal, fica situada a noroeste da cidade de Ponta Delgada, distando 4Km da mesma, abrangendo uma área de 25,35 Km2. Os Arrifes confrontam a norte com a freguesia das Capelas, a sul com S. José, a nascente com S. Sebastião, Fajã de Cima e S. Vicente Ferreira, e a poente com a Relva e Covoada. Na freguesia há a destacar os lugares de Milagres, Outeiro, Saúde e Piedade que estão agrupados em duas paróquias.
A freguesia da Covoada confronta a norte com Capelas e Santo António, a sul Relva, a nascente Arrifes e poente Sete Cidades e Feteiras, a mesma dista cerca de 5 quilômetros da Ponta Delgada e tem uma área de 15 Km2.
A freguesia da Relva situa-se a 5 Km a poente da cidade de Ponta Delgada, com uma área de cerca de 11 Km2. A freguesia confronta a norte com a Covoada e Arrifes, a sul com Oceano Atlântico, a nascente com Santa Clara e a poente com Feteiras. A freguesia dos Arrifes ocupa uma zona de terrenos que servem a agricultura e a pecuária. Quer dentro da freguesia, quer no seu redor existem pastagens para o gado bovino. Daí se dizer que é na área dos Arrifes que se encontra a maior "bacia leiteira" de todas as ilhas. Podemos dividir a sua população em dois grandes grupos: o que trabalha a terra e o que todos os dias se desloca à cidade para trabalhar no comércio, na indústria e serviços. É, de salientar, que a localidade em que a escola se insere, tem por maioria uma população que trabalha por conta de outrem. Nos últimos tempos, o desenvolvimento da indústria foi significativo, aparecendo iniciativas no campo oficinal (serralharias) e no campo industrial (lacticínios e construção civil). A nível cultural existem associações que têm por objetivo a promoção cultural e social da população. São de referir grupos como a Associação Cultural Juventude Arrifes, Escutismo, Lira Nª Sr. ª da Saúde, Casa do Povo e Grupo Desportivo "Águia Clube Desportivo". No aspecto sócio-cultural merece destaque a filarmônica de Nª.Sª. da Saúde, que teve origem no ano de 1910, e as atividades relacionadas com a casa do povo dos Arrifes: o grupo folclórico, a escola de instrumentos de corda e o grupo de marchas e cantares populares.
Em vista de estudo e sobre a temática - "O Canadá e a Realidade Emigrante Açoriana"
Os alunos da Escola integrada Básica dos Arrifes visitaram Toronto por oito dias, para verem de perto a situação da Comunidade Portuguesa no Canadá.
Com um programa bastante vasto, com visitas a centros comerciais, bibliotecas, escolas, galerias, museu dos pioneiros, terceira idade do First Portuguese CCC,Universidade de Toronto, e ao Comércio português.
Jennifer Abadesso
Miká
Na Sexta feira com um jantar no Lisboa a Noite com a presença de vários emigrantes dos Arrifes, Boas-Vindas, por L. Couto, e atuação de Jennifer Abadesso, Miká e Daniel Carvalho, no Sábado a Casa dos Açores de Toronto organizou um encontro que contou com a presença da delegação da Comissão das Festas da Praia da Vitória liderada pelo presidente da Câmara Dr.Fernando Gomes. Este encontro também contou com a presença dos finalistas e professores da Escola Básica Integrada dos Arrifes, e várias famílias que acolherem os alunos em suas residências.
Os estudantes da EBI dos Arrifes escolherem esse destino com o objetivo de conhecer de perto a vida da comunidade emigrada especialmente a Açoriana.
No entanto, para que tal fosse possível, contaram com o apoio incondicional e fundamental desta comunidade, sempre disponível e empreendedora dos seus compatriotas.
Como forma de agradecimento, aos alunos coloriram esse serão Açoriano com a apresentação da peça de teatro "De mão dada com o Morto" da autoria da Maria de Lurdes Cordeiro, avo de uma das alunas do elenco da peça e que e natural da freguesia da Covoada. O serão foi alegre e agradável, contou com uma dicção da Dra Lina Rodrigues que falou para os presentes, muito em especial para os alunos com alma e sentimento do emigrante português, onde o público ficou atento a cada palavra proferida.
Para encerrar a chave de ouro esse serão, Henrik Cipriano atuou com a presença dos alunos no palco.
No Domingo no Restaurante o Tabico, os Romeiros de São Miguel realizaram um jantar com os alunos, e para animar a festa tiveram a presença do talento de Tony Câmara, na segunda feira no mesmo restaurante foi apresentada a peça, "De mão dada com o morto" com a presença de vários familiares e também de Carlos Alberto Moniz.
Terça-Feira foi a vez de Paulo Cabral oferecer um encontro entre alunos e amigos oriundos dos Arrifes com jantar.
As professoras e alunos agradeceram a todas as pessoas que apoiaram, tanto aqueles que os acolherem nas suas casas, em jantares como Casa dos Açores, Tabico Restaurante, Paulo Cabral, David Correia, e Beatriz de Sousa com KFC. E o suporte de várias pessoas que apoiaram tanto no autocarro como em outros eventos.
Durante esta visita de estudo, tiveram contacto com a Directora da Escola do First Portugueses Professora Celine de Melo, Escolas Montessori de Carmen Shave, e muitas outras instituições como da Universidade de Toronto acompanhados pela Professora Fátima Toste.
Esperamos que esse intercâmbio de estudantes açorianos continue, lamentamos o apoio da parte do governo ser muito pouco, por isso se deve a maior parte do apoio da nossa comunidade.
Inseriram também a visita as instalações da CIRV-Fm,FPTV, e Jornal Milénio/Stadium, pela qual foi positivo
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Você já ouviu, ou até mesmo disse a frase "Fulano é uma mãe!"
A frase, pronunciada em tom jocoso, sugere que o tal fulano é um sujeito que não sabe fazer valer seus interesses, está sempre aberto a ceder e a permitir que outros levem vantagem sobre ele. Em suma, não é egoísta, o que é seu é de todos, o bem comum é sua meta maior...
Dito assim parece até que a figura é a reencarnação de Ghandi, mas todos sabemos que na prática a história é bem outra. No mundo competitivo que vivemos, ao invés de Ghandi, o sujeito é classificado como um trouxa, sujeito sem ambição, sem garra para vencer...
Em um termo que soa melhor em inglês, o tal fulano é um "loser"... Um perdedor!
Ou pra ser sincero, um Ghandi mesmo, pois se ele voltasse, seria considerado por muitos como um babaca sonhador...
No entanto, quando se trata de descobrir quem é o autor de uma ação brilhante, adivinha como o chamamos? Pois é, fulano é o "pai" da idéia...
Lembram-se da briga entre Itamar Franco e Fernando Henrique para definir quem havia sido o "pai" do Plano Real? É um mundo machista, mas mais que isso, é um mundo egoísta, o que dá no mesmo...
Tudo que carrega forte dose de sentimento é babaca. Já aquilo que é baseado na emoção, que leva às lágrimas, é coisa de maricas, mocinhas... ou então, coisa de mãe!
Sucesso é coisa pra macho! E até mesmo muitas das mulheres que se sentem vitoriosas no mundo antes exclusivo do sexo forte - o mundo dos negócios -, são pintadas como homens de saia: são bonitas, usam maquiagem, mas na prática os atributos femininos lhe servem mesmo é pra dar rasteira nos babacas sentimentalóides que lhes atravessam o caminho...
As coisas são postas desta forma. No mundo do trabalho não há lugar para sentimentalismos.
Há que ser duro, e que se dane a tal da ternura!
O negócio é o lucro, o importante é o resultado! As emoções? O dinheiro compra, e muito dinheiro manda buscar!
Até mesmo muitas das empresas que enveredaram pelo caminho de ações fortes em Responsabilidade Social admitem veladamente que o fizeram por uma opção de mercado. Um diferencial que lhes permite aumentar seus ganhos... Afinal, lembremos a frase lapidar e cruel do ex-ministro Sérgio Motta: "capitalista bonzinho é capitalista morto!"
Como não existe almoço grátis, e o sucesso profissional requer pessoas com perfil vencedor, a primeira coisa é desvestir a emoção. E nessa história entra a mãe...
Sim, porque você quer símbolo que fale mais ao coração e à emoção do que a mãe?
Na hora da realização, a figura é o pai! Mesmo que um corriqueiro exame de DNA comprove que muito famoso que canta de galo por aí sequer participou da confecção do ovo...
Mãe já é diferente.
Ela pensa primeiro nos filhos, depois nos netos e por fim... é, no marido!
É uma abnegada, conjuga o verbo renunciar em todos os tempos e modos verbais, e ainda por cima é usada como símbolo de derrotismo para os machos que lutam nos campos de batalha das profissões e dos negócios...
Mãe não precisa provar que é mãe. Ela acompanhou a produção por longos 9 meses, esteva presente em todas as fases do processo, da criação ao nascimento. Já o pai...
Você já imaginou uma mãe como dona de banco? Ou então como diretora de um Hospital particular, ou até mesmo de um Plano de Saúde?
Pois é. Seu critério não seria jamais a lucratividade, mas antes a humanidade...
Sua realização maior estaria não no retorno, mas na doação...
Ela se realiza no outro, no bem que lhe faz, no sucesso que lhe permite alcançar.
Esta é sua maior glória: a glória alheia!
Mãe é mãe.
É por isso que me admira como muitos de nós ainda preferimos tratá-las em seu dia "o dia das mães" enchendo-as de presentes.
Esquecemos seu coração, e olhamos para uma ganância que sabemos não ser dela, mas inteiramente nossa.
É o dia das lembrancinhas, quando ela quer, no máximo, que lembremos dela.
Ou então é o dia dos presentes modernosos, numa ridícula e desnecessária ostentação...
Mãe é mãe.
E por ser o que é, o máximo que espera é o que sempre nos deu e sempre nos dará: amor e renúncia.
Mãe é mãe. Nem mais, nem menos.
O Timo era meu vizinho de apartamento em 1984, ao lado do Shopping Ibirapuera, em São Paulo. Eu nunca soube seu nome, mas o apelido era Timo. Tinha uns trinta e poucos anos.
O Timo vivia com uma moça linda e magérrima, cujo nome não me lembro mais. Ela era modelo fotográfico e de passarela. Formavam um belo casal.
Uma manhã, um falatório no corredor me acordou. Levantei meio grogue e espiei pelo olho mágico. Vi uma agitação, pessoas estranhas pra lá e pra cá, vestindo fardas.
Era a polícia.
E estavam apressados, apavorados até.
Refeito do susto, corri para a janela. Lá embaixo, uma ambulância. Em segundos uma maca é colocada em seu interior e ela arranca apressada.
Assustado, me vesti e fui falar com o zelador.
- "O 'seu' Timo se atirou" foi a resposta também assustada.
Demorei a entender o "se atirou". O zelador quis dizer que o Timo havia se suicidado. Desesperado após uma briga com a companheira, entrou no quarto e deu um tiro em si mesmo. Portanto, "se atirou".
Vinte anos depois, não me esqueci do "seu Timo se atirou".
Aquele lance de humor involuntário num momento trágico me marcou profundamente, para o resto da vida.
Que poder o humor tem de causar tal impacto mesmo quando coisas muitíssimo mais importantes estão à nossa frente, não é? E se o humor tem esse poder, devemos usá-lo de forma inteligente, você não acha?
É por isso que, em tudo que faço, busco colocar uma pitada de humor. Em absolutamente tudo. O humor bem utilizado provoca sorrisos. E quando sorriem, mesmo que apenas mentalmente, as pessoas derrubam as barreiras para suas almas. É quando podemos gravar lá nossas mensagens.
Com o humor, conseguimos rir de nós mesmos. Conseguimos aliviar os momentos de tensão. Conseguimos nos vingar de quem nos atormenta.
Não sei o tamanho do problema nem o que se passava pela mente perturbada do Timo, mas alimento uma dúvida.
E se ele, em vez de um revolver, tivesse enfrentado seus problemas com humor?
Talvez levasse uma vida menos atormentada...
Talvez trocasse o desespero pela esperança...
Talvez passasse do choro ao sorriso...
Talvez salvasse sua alma...
Mas, não.
Carente de humor, seu Timo se atirou.
Luciano Pires é profissional de comunicação, jornalista, escritor, conferencista e cartunista, atualmente Diretor de Comunicação Corporativa da Dana. Visite o site www.omeueverest.com e www.lucianopires.com.br
Dia 07 de Setembro comemora-se o dia da Independência do Brasil.
Baseado nestas duas datas tão importantes para os nossos povos está
Aberta a Ciranda Portugal, não só à Ecos da Poesia mas a todas as comunidades amigas e amigos que desejem participar.
Mais tarde e porque ainda estamos muito distantes na data abriremos a Ciranda Brasil. Estas duas cirandas serão depois editadas em livro electronico (e.book) com o titulo Dois Povos - Um destino - Portugal/Brasil.
Objectivo:
Participação de todos os Luso/Brasileiros e de quaisquer outros países, que queiram demonstrar o que pensam de Portugal e do Brasil.
Sugiro para temas, as artes, cultura, etnografia, geografia, o povo, uma série e o mais variado dos temas que desejarem e onde podem incluir o modus vivent do povo.
A Ciranda Portugal terminará a 31 de Maio de 2005 dando-se inicio logo de seguida à Ciranda Brasil.
(Quando se iniciar a Ciranda Brasil emitiremos outro comunicado)
Penso que será da máxima importância a colaboração de todos.
Seja você brasileiro, português, castelhano ou de qualquer outra lingua, a sua colaboração e participação será essencial e importante, para divulgação e demonstração do que pode e da força que tem a escrita, na união de todos os povos.
Os textos, podem ser em prosa ou em verso.
Um abraço e saudações poeticas
*Victor Jerónimo é um dos fundadores do site Ecos da Poesia
Aos autores que não estejam inscritos nos Grupos Ecos da Poesia pede-se o favor de enviarem os seus textos para: victor_jeronimo@terra.com.br
REUNIÃO DOS ESCRITORES DE SÃO PAULO (enviado por Ana Peluso)
Como muitos sabem, um grupo de teimosos escritores deflagrou em novembro do ano passado o Movimento Literatura Urgente. O que querem esses teimosos: a criação de POLÍTICAS PÚBLICAS PARA A LITERATURA, com critérios claros, transparentes e democráticos.
O grupo redigiu o manifesto Temos Fome de Literatura, com 10 propostas de Programas Públicos para a Literatura e 5 reivindicações, inclusive mudanças na Lei do Livro, aprovada pelo Congresso Nacional. Conseguiu a adesão de quase 200 escritores do País todo e entregou o documento ao Ministro da Cultura, Gilberto Gil e ao Coordenador do Programa Nacional do Livro e da Leitura, Galeno Amorim.
Um documento consistente, de alto nível, que impressionou os técnicos do Ministério, dizem. Quem ainda não conhece o documento pode acessá-lo no site: www.literatura-urgente.com.br. Está no link manifesto.
De lá para cá, algumas águas rolaram. Sem muito barulho, o Movimento continuou agitando.
Conseqüência dessa articulação, vai rolar uma Reunião dos Escritores de São Paulo no próximo dia 16 de maio (segunda-feira) no Teatro Eugênio Kusnet.
A pauta: propostas de Políticas Públicas para a Literatura, inclusive as que o Movimento Literatura Urgente enviou ao Ministério da Cultura.
Marcamos a reunião com o presidente da União Brasileira dos Escritores (UBE), Levi Ferrari, que é uma das entidades representantes dos escritores na Câmara Setorial do Livro e da Leitura.
Do nosso lado (o Movimento Literatura Urgente) vamos passar informações sobre o que foi feito desde a entrega do Manifesto ao Ministério. E pensar o que fazer daqui em diante. A idéia é engrossar a voz dos escritores junto ao Ministério. E fora dele também.
Há muito tempo os escritores não se juntavam em torno de propostas comuns. Portanto, é uma reunião importantíssima para todos nós, os teimosos.
Também conseqüência dessa articulação, acaba de ser criado em Belo Horizonte (outro pólo ativo nessa história toda), o Fórum Permanente de Políticas Públicas para a Literatura.
Nem é preciso dizer: isso é um convite a todos os escritores interessados. Inclusive os das cidades vizinhas (alô cambada de Santos, Santo André, São Caetano, etc).
Pode ser que muita gente pense: ih, já vi esse filme antes. Quando? Onde?
Bem, da nossa parte, não estamos brincando. Vamos continuar teimando.
Anote na agenda, ajude a divulgar (via email, blogues, telefonemas, etc) e apareça.
REUNIÃO DOS ESCRITORES DE SÃO PAULO
Dia: 16 de maio (segunda-feira)
Horário: 20 horas
Teatro de Arena Eugênio Kusnet (R. Teodoro Baima, 94 - 3259-6409 - final da av. Consolação)
A Casa dos Açores de Toronto convida a Comunidade a participar nas celebrações do DIA DOS AÇORES.
Sábado dia 14 de Maio
16:00 - Abertura de Exposições de Artesanato.
17:00 - Apresentação de Documentários sobre os Açores.
18:00 - Recepção aos Convidados de Honra.
18:30 - Discurso da Presidência.
19:00 - Dicção de Dr. Pedro A. Bicudo, jornalista da RTP em Washington
20:00 - Variedades Musicais
PICO DE HONRA
Domingo, 15 de Maio
Bellwoods Park
10:30 - Marcha Pedestre - participantes receberão uma camisa com emblema da CAT.
12:00 - Presença de Ranchos Fólcloricos da Comunidade.
Celebramos a nossa cultura
Sejam todos BEM-VINDOS
Tel: 416 - 603 2900
772 - A Dundas St.W Toronto, On M6J 1V1
NOTÍCIA
Casa dos Açores de Toronto
14 de Maio 2005
HORA: 7pm
SITIO:
Conferência pelo Dr. Pedro A. Bicudo, Correspondente da RTP em Washington, sobre - Casa dos Açores: "Azores Corner" ou "Canada Plaza"?
Pedro Albergaria Bicudo, conhecido jornalista da RTP, nasceu nos Açores e vive em Washington. Tem um Mestrado em Jornalismo (Northeastern University, Boston), Licenciatura em Geografia (Universidade de Coimbra) e Bacharelato em Geografia-Ciências Sociais, (Universidade dos Açores).
Foi nomeado Correspondente da RTP em Washington em Agosto de 2000. Entre 1996 e 2000 foi Chefe de Delegação da RTP Internacional nos EUA, altura em que desenvolveu e implementou o projecto de parceria entre a RTP e a Universidade de Massachusetts.
Bicudo iniciou-se na RTP em 1993, ao serviço da RTP Açores. Trabalhou também para a RDP Açores.
Embora tivesse colaborado com a imprensa desde os bancos do liceu, foi como editor do semanário luso-americano "O Jornal", de Fall River; que enveredou pelo jornalismo. Antes tinha sido professor do ensino secundário em P. Delgada, Coimbra e Lisboa. Nos EUA foi também professor de Português e intérprete.
É filho da articulista etnográfica "Maria de Água d'Alto" e do falecido Prof. Edmundo Bicudo.
Tem publicado e proferido palestras em Portugal e nos EUA, concentrando-se na análise dos Media Étnicos. Destes trabalhos destacam-se:
-Televisão e "Empowerment" Étnico nas Comunidades Luso-Americanas
-Semiótica da Televisão-Espectáculo e Processo Social
-Voices in the Ghetto: The Portuguese-American Ethnic Media,
-Ethnicity, Media and the American Mosaic,
-O Desafio da Sobrevivência: Os Media Luso-Americanos
Como correspondente da RTP em Washington fez a cobertura noticiosa de grandes eventos. Cobriu as Eleições Presidenciais Americanas de 2000 e 2004; Ataques do 11 de Setembro ao Pentágono e NY; Guerra do Iraque (Washington); Cimeiras Mundiais da ONU, 2000 a 2004; Cimeira da OPEP 2001-Caracas.
Liberal do Couto Assessoria de imprensa
Liberal do Couto é Jornalista, escreve para o Jornal Milênio-Stadium, Revista Saber, e tem uma rúbrica(programa) "Eco da Comunidade" na rádio Aquarela Portuguesa
Em 1999, o escritor Paulo Coelho estava dando uma palestra no Festival de Literatura de Mântua, na Itália, quando viu, no meio da multidão, uma mulher segurando um cartaz que dizia o seguinte: "Realize meu sonho". Fale comigo um minuto, por favor."No fim do encontro, trocaram algumas palavras. A mulher pediu que o mago olhasse os originais de seu livro cujo tema era a vida das brasileiras que, como ela, trabalhavam como prostitutas na Europa. Paulo pediu que ela deixasse uma cópia na portaria do hotel onde estava hospedado. Sônia --- uma paranaense, corpo violão, pele branca e olhos verdes --- fez o combinado e pensou que nunca mais fosse encontrá-lo. Tempos depois, recebeu um telefonema do escritor marcando um encontro.
--- Ele disse que tinha adorado o meu manuscrito e pediu que o levasse ao lugar onde eu tinha ambientado a maior parte da trama, a Langstrasse, rua que fica num quarteirão conhecido como Boca do Lixo, em Zurique, na Suíça --- lembra Sônia, de 39 anos, que adotou o pseudônimo de Mariana Brasil, cuja história inspirou o "Onze minutos", de Paulo Coelho. Ela conta que o passeio na Langstrasse foi um sucesso.
--- As meninas foram correndo buscar os livros que tinham dele em várias línguas para autografar. Paulo contou para elas a história de Madalena da Bíblia e deu autógrafos --- diz.
Há dois anos, ela lançou "Entre as fronteiras (O manuscrito de Sônia)", em que conta a história verdadeira que inspirou "Onze minutos", numa edição restrita, de 250 exemplares. Agora, a editora Itália Nova lança a obra no Brasil com o título "O manuscrito de Sônia", já nas livrarias.
Morando atualmente na Itália com o atual marido e o filho de 18 anos, Sônia só quer saber da carreira de escritora. Seu próximo livro, "Jardim das cerejas", está pronto e deve ser publicado este ano.
--- Ele conta a minha vida depois da experiência no mundo da prostituição, a rotina normal de uma brasileira que recomeça numa pequena cidade italiana, carregando dentro de si um pesado passado.
Trecho do livro de Sônia, com pseudônimo de Mariana Brasil
"SEMPRE ODIEI A PALAVRA PROSTITUTA, eu via aquela profissão sob um ângulo diferente. Para mim um termo como prostituta, com todo o peso que ele contém, deveria ser atribuído a outro tipo de mulher, àquelas que têm tudo, filhos exemplares, maridos generosos, fiéis, e que são tidas em alta conta pela sociedade. Senhoras finas e entediadas que, durante tardes ociosas ou nas férias dos filhos, enganam os maridos pela si mples vontade de fazer sexo com outro homem. Prostitutas, em meu modo de pensar, são as que se casam por interesse e que adoram provocar os homens, fazendo o jogo da sedução com homens casados e carregando dentro de si sentimentos de inferioridade."
'Saí da prostituição por amor'
Mas nem sempre a vida de Sônia, que adotou o pseudônimo de Mariana para preservar a família, foi esse "mar de rosas". Ela diz que sua infância não foi muito diferente da maioria das crianças pobres do Brasil. O pai, um lavrador com problemas de alcoolismo e a mãe, dona de casa, trocaram o Paraná por São Paulo em busca de uma vida melhor. Ela conta que procurou a prostituição porque detestava a vida que levava:
--- Eu odeio a miséria --- diz, sem falso pudor, a autora que representa a Rebra (Rede de Escritoras Brasileiras) na Itália e participa de encontros que discutem a condição da mulher naquele país.
Sônia já fez de tudo na vida e diz que conhecia o mundo da prostituição apenas nos livros. Foi no início da adolescência que ela começou a ficar atenta às mudanças do seu corpo e a perceber que os homens começaram a cobiçá-la. Desde menina tinha o hábito de escrever diários.
Aos 18 anos, conheceu um homem muito mais velho e teve um filho, hoje com 18 anos. A diferença de idade acabou com o relacionamento e Sônia teve de se virar para sobreviver. Trabalhou em fábricas, shoppings, salões de beleza, restaurantes. Um dia, sentindo-se sem saída, lembrou que lhe falavam de lugares onde ela poderia conseguir numa noite o que levava um mês inteiro para ganhar. Pegou um táxi e pediu que o motorista a levasse até uma famosa casa de garotas de programa que ficava numa rua nos arredores da Augusta, em São Paulo.
--- Tudo é uma questão de escolha e a partir do momento que entrei naquele táxi e parei naquela rua com painéis iluminados, moças bonitas e bem vestidas saindo e entrando acompanhadas de homens elegantes, percebi que estava começando uma vida nova.
Ela se lembra bem dos minutos em que ficou parada em frente à porta branca da boate até decidir entrar.
--- Quando entrei, vi na pista um homem e uma mulher fazendo um show de sexo ao vivo. Nunca tinha visto aquilo e fiquei chocada. Depois que acabou, fiquei parada olhando o palco vazio. As luzes se apagaram e continuei ali, em estado de choque. Logo depois apareceu uma jovem e me perguntou o que eu estava fazendo ali. Ela olhou bem para mim, vestida diferente das outras garotas, e recomendou que eu voltasse para casa.
--- Até então, eu tinha tido apenas dois relacionamentos mas tive força suficiente para olhar para ela e dizer: "Se todas as mulheres que estão aqui aprenderam, por que eu não posso aprender?".
A jovem, que depois se tornou a melhor amiga de Sônia, acabou lhe oferecendo um emprego de recepcionista, das 22h às cinco da manhã.
--- O meu trabalho era praticamente ficar na entrada recepcionando os homens. Eu usava um tailleur preto, elegante e sexy. Aceitei o convite e comecei a fazer amizade com essa moça. Depois de um mês fiz meu primeiro programa.
Foi essa mesma mulher que, depois, convidou Sônia para trabalhar na Itália, onde chegou em 1990, ressaltando que lá poderiam ganhar mais e que em três meses Sônia poderia comprar uma casa própria.
--- No meu primeiro dia de trabalho tive relações sexuais com 14 homens, comprei um vestido maravilhoso. Às oito da noite estava esgotada e não me lembrava da fisionomia da maioria dos clientes.
Em "O manuscrito de Sônia", ela conta não apenas a sua história mas a de mulheres que trilharam o mesmo caminho. Uma das lições que aprendeu foi que é preciso cobrar adiantado, sempre:
--- Só se deve permitir intimidades depois de receber o combinado. Antes do sexo, o cliente está disposto a dar jóias, dinheiro, oferece mundos. É o momento de estabelecer o preço e receber. Depois, entre os lençóis, tudo se esvai, se esquece.
Os riscos são muitos. Os mais temidos, a Aids e as doenças sexualmente transmissíveis.
--- Eu ficava indignada com a falta de consciência de alguns, que exigiam fazer sexo sem camisinha. A maioria era de homens casados, que, sem a menor consciência, nos expunham e a própria família ao contágio. Isso sem falar de outros clientes que, sob a aparência de pessoas respeitáveis, escondiam dentro de si taras e vícios que eu achava deprimentes. Eu tinha medo desse tipo de gente.
E Sônia, a prostituta, alguma vez sentiu prazer?
--- Não digo que é impossível, não somos feitas de plástico, somos feitas de carne. Mas é muito raro.
Depois de viver como prostituta por alguns anos, Sônia conheceu um homem e acabou realizando seu outro sonho: ter uma família. Hoje ela mora numa aldeia com aproximadamente 1.200 habitantes, próxima à cidade de Alessandra, no norte da Itália.
--- Ele nasceu na Itália, tem pais, avós, e tudo isso agora faz parte da minha vida. Saí da prostituição por amor --- diz.
Ela diz que, mesmo temendo arriscar sua vida familiar, decidiu publicar o livro:
--- Meu objetivo é mostrar às pessoas que pensam em entrar neste mundo o que elas vão encontrar exatamente, um caminho sem volta. Se isso ajudar outras pessoas a não violentarem o seu eu como eu fiz, que assim seja feito
Notícias sobre a presença de Mariana Brasil presso la sede del Circolo de cultura omossessuale Mario Miele .
Via Efeso 2/a - Roma.
"O manuscrito di Sonia"
Elaine, o evento realizado em Roma no espaço Circolo Omossexual Mario Miele, sabado 30/04/2005, foi um evento particularmente especial, que me deu muita alegria, contou com a participaçao de representantes de varias associaçoes gls, atrizes e leituras de algumas partes do meu livro.
"O manuscrito di Sonia", proporcionou cerca duas horas de um bate-papo entre amigos. E isso para mim è o mais importante...e conseguirmos nos comunicar, è sermos ouvidos e ouvir......sem barreiras sociais, sem preconceito, com amor pelo ser humano...
A palavra fundamental desse encontro foi "respeito" pela propria identidade e escolhas de cada um.
Dediquei um cap. do manuscrito de Sonia a uma querida amiga transexual, e "amiga" è uma palavra grande e importante para mim, sua identidade sexual para mim sempre foi indiferente, meu respeito pela sua pessoa e por sua força interior em enfrentar sua realidade com tamanha dignidade fez com que minha voz narrativa pudesse imortalizar sua historia e permitir a tantas outras pessoas conhecer realidades diferentes atraves dos meus olhos.
Espero que outros escritores, jornalista...e quem possa fazer sua voz ser ouvida continuei essa minha luta pelos direitos humanos...de pessoas que corajosamente fizeram suas escolhas e terao sempre o meu carinho e respeito....
Mariana há treze anos mora na Europa, no norte da Itália. Sua trajetória de vida inspirou o escritor Paulo Coelho em seu romance "Onze Minutos". Atualmente em plena promoção do seu livro na Europa. Em fase final do seu romance "O Jardim das Cerejas de Mariana Brasil" que se trata da continuação do "O manuscrito de Sonia", com publicação prevista para abril de 2005 na Itália, Portugal e Brasil. È representante na Itália da Rebra ( Rede de Escritoras Brasileiras ). Faz parte do "Conselho do Cidadão" ao Consulado Geral do Brasil de Milão. Freqüenta uma escola de escritura e roteiro em Milão. Colabora com suas crônicas e textos com vários sites literários na Europa e EUA, participa de convênios e conferencias desenvolvendo assim um interessante trabalho de conscientização no "Social", ministrando palestras e encontros em escolas superiores, realizando assim seu principal objetivo que è incentivar um debate sobre as verdadeiras necessidades das pessoas, partindo dos jovens que com certeza è a realidade do nosso amanhã. O livro Entre as Fronteiras , que é um mix de realidade e ficção desnuda o mundo da prostituição nos anos noventa no Brasil e na Europa, nos mostra um pouco de sua alma e seu modo de interpretar a vida. Seu objetivo hoje é que seu exemplo de sucesso sirva de esperança para pessoas que pensam não existir outro caminho.
FICHA TÉCNICA
TÍTULO: O Manuscrito de Sônia
ISBN: 85-89989-15-1
EDITORA: ITÁLIA NOVA EDITORA LTDA
PÁGINAS: 272
AUTOR: Mariana Brasil
F.TO: 14x21
Gênero: Romance
ABACAMENTO: Brochura
PREÇO: 32,00 R$
Especial de 6º. Aniversário do projeto
Com a presença de Osmar Santos e convidados
O Autor na Praça surgiu no dia 1º. de maio de 1999, com a presença de Plínio Marcos, no evento especial pelo 6º. Aniversário do projeto, nosso convidado é Osmar Santos, um mito da comunicação no Brasil, hoje, um pintor impressionista. Haverá exposição e algumas telas de Osmar e autógrafos do livro Osmar Santos - O Milagre da Vida, escrito pelo jornalista Paulo Matiussi. O Artista plástico afro-brasileiro D`Ollynda participa do evento produzindo uma tela sobre o tema, além do cartunista Paulo Stocker (www.stockadas.net) realizando caricaturas. Informações sobre Osmar Santos e o livro abaixo.
SERVIÇO: O AUTOR NA PRAÇA - Osmar Santos e convidados no especial do 6º. Aniversário.
Dia 7 de maio, Sábado, 14h - Entrada Franca. Espaço Plínio Marcos - Feira de Artes da Praça Benedito Calixto
Informações: Edson Lima - Tel. 3085 1502 / 9586 5577 - oautornapraca@oautornapraca.com.br Realização e Produção: Edson Lima e Associação dos Amigos da Praça Benedito Calixto
Sobre o livro Osmar Santos - O Milagre da Vida, escrito por Paulo Matiussi:
A voz inconfundível de Osmar Santos ainda pulsa na memória de milhões de pessoas.Finalmente uma biografia compreende totalmente este fenômeno da comunicação. A partir de uma ampla pesquisa em arquivos de imprensa, pessoais e familiares, o jornalista Paulo Matiussi revive em um texto emocionante a trajetória de glória e sucesso do maior nome da comunicação esportiva, interrompida repentinamente por um acidente que silenciaria para sempre as locuções inesquecíveis do "pai da matéria".Esta passagem é narrada com riqueza de detalhes, como uma verdadeira seqüência cinematográfica que prende a atenção do princípio ao fim. O Nascimento de um novo Osmar Santos depois de 1994, lutando para superar seqüelas do acidente (como a perda do dom da voz, a paralisia do lado esquerdo do corpo e a falta de cinco por cento da massa cefálica), é outro ponto forte do livro. Osmar tornou-se exemplo de garra, determinação e perseverança, tributos que lhe garantiram superar o castigo imposto e encontrar nas artes plásticas a forma de expressar ao mundo a sua lição de vida.A obra surpreende pela quantidade de detalhes inéditos, por vezes polêmicos, sobre a vida adulta, com depoimentos reveladores (ao todo 86 entrevistas) de anônimos e famosos que conviveram de perto com o ídolo. Osmar Santos também foi o arauto das Diretas Já, a voz que comandou o movimento e mobilizou milhões de brasileiros em um dos momentos mais importantes da História do Brasil, o qual é registrado com grande destaque pelo livro. Imperdível.
Sobre Osmar Santos, Mudança de hábito, por Paulo Tetzner
"Osmar Santos nasceu em Osvaldo Cruz, interior de São Paulo. Começou a trabalhar na roça com oito anos. Plantava um pouco de tudo: milho, feijão, café e algodão. Estudava no período da manhã e, à tarde, trabalhava no campo. Ironicamente, tinha problemas na fala até os cinco anos. O dono da fazenda, Benedito Funchal, encarregou-se de cuidar deste problema de Osmar. Mal sabia que estava sendo responsável por uma das mais conhecidas vozes esportivas.Seu interesse pelo rádio começou cedo. Aos nove anos, logo depois de ouvir os jogos da Copa do Mundo da Suécia em 1958, começou a imitar os locutores da época, Pedro Luís e Edson Leite, ambos da Rádio Bandeirantes de São Paulo, usando uma lata de óleo vazia como microfone. A cidade de Osvaldo Cruz possuía uma emissora, a Rádio Clube. Em 1962, Osmar entrou pela primeira vez na emissora para participar de um programa de calouros, com intenção de cantar rock. Romeu, pai de Osmar, insistia com o filho para abandonar os estudos e se dedicar ao trabalho rural.Osmar almejava uma vida melhor. Estudou o primário e o ginásio em Marília. Trancou matrícula no primeiro ano de Engenharia e se formou em Educação Física. Graduou-se também em Administração pela Getúlio Vargas. Em 1963, a Rádio Clube anunciou que estava à procura de um locutor. Osmar não pensou duas vezes. Foi até a rádio e conversou com o dono, que o contratou como apresentador do principal jornal da rádio.Como locutor esportivo, principalmente de futebol, sua primeira narração foi também na Rádio Clube. Aí fez sua primeira locução e apresentação política a um grêmio estudantil. Trabalhou em campanhas de políticos como Eduardo Suplicy, Mário Covas e Fernando Henrique, além de ter se transformado na voz do movimento das Diretas Já.Osmar virou personagem das Diretas no último dia do ano de 1983, após transmitir a vitória do brasileiro João da Matta na corrida de São Silvestre. O grito de guerra que abria os comícios das Diretas: "Um, dois, três, quatro, cinco, mil... queremos eleger o presidente do Brasil", foi criação do comentarista. Cativou a admiração dos participantes do movimento, mas não conseguiu sensibilizar os políticos.Com suas andanças por São Paulo conheceu a Jovem Pan. Ainda em Marília, com transmissões cada vez mais irreverentes, criou seu famoso grito de gol. Era um jogo entre Marília e Votuporanga: "Iiiiiii queee goool!"Não pensando somente em dinheiro, mas também em oportunidades, em 1972 assinou contrato com a Jovem Pan. Montou junto com o amigo, Luiz Casadei, uma equipe e criaram frases para incrementar ainda mais ar programações: "As bandeiras estão tremulando, tremulando; Acerte o Brasil na sua vida; Ripa na chulipa, pimba na gorduchinha; Animal." Na Pan, após cinco anos de trabalho, Osmar era sinônimo de audiência, prestígio e faturamento. Atração perfeita para qualquer rádio. Todos os empresários do setor queriam e gostariam de contratá-lo. A Rede Globo se antecipou e contratou Osmar em 1977. Neste período a Globo possuía duas rádios em São Paulo: a Nacional e a Excelsior. Em 5 de outubro de 1977, Osmar teve sua estréia oficial na Rede Globo. Foi no primeiro, dos três jogos da final do Campeonato Paulista entre Corinthians e Ponte Preta.Osmar começou a mudar, a evoluir culturalmente, a ter preocupações sociais e a ter consciência do seu papel de ídolo da comunicação. Este comportamento refletiu no trabalho que fazia na rádio. Os programas tinham cada vez mais ideais políticos e sociais. Osmar Santos colheu resultados positivos de seu trabalho na Copa do Mundo de 1982, quando, durante as transmissões, a Rádio Globo conquistou o primeiro lugar em audiência, que, por duas décadas, pertencia à Rádio Bandeirante. Em março de 1983, apresentava o programa a Guerra dos Sexos. Em junho esteve nas Olimpíadas de Los Angeles. Em 1987, "O pai da matéria", como era conhecido, rompeu seu contrato com a Globo. Foi para a Manchete. Por meio de suas transmissões, em pouco tempo levou a Manchete ao primeiro lugar no Ibope. Osmar na Rádio Record, apesar de ampliar seus domínios, não esquecia a TV. As coisas começaram a melhorar quando Edir Macedo comprou o grupo Record. Tudo corria muito bem, até que problemas com a receita federal e brigas internas resultaram em troca de diretores e cortes no orçamento. Osmar e sua equipe tiveram seus contratos rompidos sem maiores explicações.O acidente Na noite de 22 de dezembro de 1984, a Rodovia Transbrasiliense foi o local da mudança. No trevo de entrada de Getulina, o motorista de um caminhão embriagado entrou na direção errada. Percebendo o erro, tentou consertar jogando o caminhão para o acostamento fazendo a conversão na intenção de fazer o trajeto correto. Chovia muito. Um rapaz que transitava no local viu o caminhão atravessado na pista e percebeu um carro vindo na direção do caminhão. Era a Mercedes de Osmar. No impacto, a cabeça de Osmar foi perfurada entre a orelha e o olho, rompendo a artéria cerebral média. Encerrava-se a carreira de um mito do jornalismo esportivo. Tinha início a luta pela vida.Alguns de seus ex-colegas da Globo descreveram um perfil de seu caráter. "O Osmar me fascinou pela forma tão criativa e, ao mesmo tempo, comunicativa com que usava o rádio", declara José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni. Carlos Nascimento, hoje na Band, considera que "ele mostrou todo o seu ideal e coragem quando assumiu a posição da voz do movimento das Diretas Já". Fausto Silva via que Osmar "tinha esse dom. Ele sempre foi querido por todas as classes".Depois de dois meses e três dias do acidente, Osmar saiu do Hospital Albert Einstein. Hoje, com 55 anos, enfrenta problemas na fala e tem dificuldades para movimentar o braço e a mão direita. Contudo, não desistiu de fazer arte. Ele escolheu a pintura impressionista. Além da pintura, Osmar dá palpites no rádio, faz visitas aos patrocinadores de sua equipe e tem uma coluna semanal no jornal Agora, antigo Folha da Tarde.O contrato com a Rádio Globo, sua coluna no jornal e a venda dos quadros são suas fontes de renda. Depois de quase dez anos longe da mídia, Osmar não vende mais sua voz nem sua imagem. Mas se fortalece e encoraja por meio de sua história contada extraordinariamente por seu amigo e jornalista Paulo Mattiusi, no livro Osmar Santos, O Milagre da Vida.
A Editora Terceiro Nome
convida para o lançamento do livro
Romãs maduras
de Marco Antonio Arantes
segunda-feira, 9 de maio, a partir das 18h30
Bar & Restaurante Fratellanza Rua Trajano, 342
Escadaria do Rosário - Centro - Florianópolis
A estréia de um grande contista
O encontro surpreendente da transgressão, da irreverência, do cuidado obsessivo com a palavra e do conto na sua melhor tradição clássica está presente nas treze histórias curtas reunidas em Romãs Maduras, que a Terceiro Nome acaba de editar. O autor, Marco Antonio Arantes, até aqui um inexplicável quase desconhecido, apresenta-nos um dos textos mais vivos, mais inquietos e instigantes do conto brasileiro contemporâneo. Ex-advogado, ex-jornalista, ex-executivo de multinacionais, largou tudo para apenas escrever, com um dos pés no realismo fantástico e o outro no estudo interminável da língua e dos clássicos. As histórias, magistralmente bem escritas, em alguns momentos lembram dois outros mestres do conto: o norte-americano John Cheever e, inescapavelmente, Gabriel Garcia Marques. Romãs Maduras é a estréia do contista em livro, mas seu talento já havia sido contemplado com o Prêmio Cruz e Souza, em Santa Catarina, nas duas vezes em que concorreu: em 1996, com "Contos de Passagem", e em 2002, com "Olá & Outras Mentiras".
Catarinense de Florianópolis, Marco Antonio Arantes viveu no Rio de Janeiro e, por muito tempo, no exterior. Em 1986, aos 40 anos, decidiu voltar para a terra natal e recomeçar, agora como escritor - Romãs Maduras é um belíssimo prenúncio.
Nesta terra de "Severinos", Faustino toma o táxi onde investe seus minguados para não perder a hora. Depois, atrai-lhe o papo com o motorista, sempre bem informado das coisas do lugar, da aldeia egocêntrica que habita e que ama, apesar de tudo. Foi dele que soube dos Malabares que um dia aportaram nos semáforos, circenses espetáculos para uma platéia estressada acelerando seus automóveis-ilhas.
"Coisa da Europa" - atestou entusiasmado o taxista, que não cansava de elogiar a técnica e destreza dos artistas populares que ganhavam seus trocados fazendo milagres com seus malabares em chamas. "Ô coisa bonita de se ver! À noite então, o fogo piruetando no escuro, mal e mal tocado pelas mãos!" - completou.
Faustino, claro, ficou curioso, e pediu para ver. Afinal, algo novo na aldeia, e não era bandinha alemã tocando sertanejo. Gostou, deu gorjeta. Que mal havia em dar gorjeta? Antes malabaristas do que flanelinha. E depois, era divertido, bonito mesmo. Paga quem quer.
Mas a aldeia, esquizofrênica que é, não pode com isso! Como aceitar que alguns jovens vestidos de palhaços possam ganhar a vida fazendo graça sob os semáforos, enquanto eles, nobres descendentes da ética protestante do trabalho, ralam todos os dias atrás de uma mesa de escritório ou de uma máquina industrial, os corpos adestrados, a criatividade reprimida? Um acinte a prefeitura autorizar um negócio desses! E depois, acaso têm alvará para as suas macaquices? Mau exemplo para as crianças de olhares arregalados que, estupefatas, espremem seus rostinhos nas janelas dos automóveis e matutam, em suas mentes de crianças, a vontade de serem, também, malabaristas no futuro. Sim, "mau exemplo, uma vergonha", brada a elite aldeã que tão naturalmente aceita as favelas que se escondem penduradas nos morros e seus filhos viciados cheirando cocaína nas portas dos colégios. O importante, claro, é manter estas fachadas de falso enxaimel, este discurso de ordem, trabalho e progresso.
E tanto fizeram, tanto gritaram, que proibiu a prefeitura os malabares sob os semáforos, para a tristeza de Faustino e de todos aqueles que se encantam com a criatividade deste povo em driblar as ¿severinidades¿ que assolam este país... e esta aldeia.
Ex-Deputado pelo Círculo da Emigração de Fora da Europa, Eduardo Neves Moreira toma posse no Elos Clube.
Autoridades presentes,Companheiros Elistas,
Minhas Senhoras e meus Senhores,
Prezados amigos:
A vossa presença nesta data, neste memorável encontro é motivo da maior alegria deste vosso amigo. Depois de ter estado afastado desta querida cidade, em boa parte destes últimos três anos, em decorrência do cumprimento do mandato parlamentar que me foi outorgado pelo voto de muitos de vós e de muitos emigrantes de fora da Europa, vejo-me regressado ao fraterno convívio da comunidade carioca, iniciando uma nova fase da minha vida, agora acrescida desta rica experiência internacional e com o espírito renovado pelo fascinante trabalho desenvolvido em defesa da emigração portuguesa junto aos poderes da República e, particularmente, na Assembleia da República de Portugal.
Quando da minha última visita ao Brasil, no final do mês de janeiro, ainda investido do cargo parlamentar, fui procurado por um grupo de diletos amigos que manifestaram o desejo de organizar um jantar para celebrar o meu regresso ao convívio quotidiano da comunidade luso-brasileira do Rio de Janeiro. Na ocasião, após agradecer-lhes a iniciativa, disse-lhes da minha intenção de lançar um livro sobre a emigração portuguesa ao final do meu mandato e sugeri-lhes fazer o lançamento do mesmo durante o evento, recebendo o apoio de todos para a concretização dessa idéia. O resultado aqui está e todos nós estamos tendo a satisfação de participar deste agradável encontro, engrandecido ainda pela posse no Elos Clube do Rio de Janeiro que me agraciou com a honra de dirigir o seu quadro diretivo e que é mais uma prova da amizade, da compreensão e da solidariedade destes valorosos Companheiros! Elistas, que depositaram sua confiança neste seu companheiro para a destacada função de defender nesta parcela da nossa grandiosa corrente de esforços e dedicação, os tão apreciados princípios elistas e as nobres finalidades do Elos Internacional da Comunidade Lusíada, tão bem delineadas em seus atos constitutivos e em seus regulamentos. O Elismo é um movimento singular, cujas finalidades são a propagação e defesa dos ideais que têm por base a Comunidade Lusíada, visando a expansão do idioma português no mundo, proporcionando uma alta confraternização de todos os que se integram esta fonte de radiação da cultura e do entendimento entre os homens. Visa, o Elismo, acima de tudo, a congregação de valores humanos dispostos a promover a boa compreensão entre os povos de todo o mundo. Entendo que o Elismo, ao cultuar a promoção do nosso idioma comum, assim como a sua origem, cultura, usos e costumes, inspirou-se na capacidade de integração do povo português, que, ao expandir-se! pelo mundo através das suas gloriosas navegações, promoveu a liga ção a outros povos e a outras culturas, forjando a criação de uma identidade especial que nos honra, nos distingue e glorifica, a qual denominamos o universalismo português. Essa capacidade de miscigenação racial e cultural, na qual predomina o sentimentalismo, a facilidade de integração e de comunicação, são fatores que são comuns tanto aos portugueses, como aos brasileiros e aos demais povos lusófonos, fiéis legatários desta bela filosofia, espaços nos quais o elismo tem procurado se difundir e nos quais deposita suas maiores esperanças de desenvolvimento de sua malha associativa. Agradeço aos companheiros elistas que se lembraram do meu nome para esta honrosa função e que me obriga a um esforço adicional para corresponder a essa confiança, cabendo-me suceder na presidência do Elos Clube do Rio de Janeiro a uma personalidade das mais respeitadas na nossa sociedade, o ilustre C.E. Rezende de Menezes, ao qual presto a minha modesta gratidão pelo trabalho desenvolvido em prol! do e! lismo. Pretendemos, nesta gestão que ora se inicia, ser um elo ativo de uma "corrente p¿rá frente", um elo sem a pretensão de ser o "elo mais forte", mas um Elos Clube que faça respeitar as suas enobrecedoras origens e que colabore na persecução de seus objetivos, fazendo-se respeitar na âmbito desta bela sociedade de pessoas tão especiais e que constituem o elismo.
Desejo falar-lhes um pouco sobre o livro que estou lançando nesta ocasião, o qual já tive o prazer de entregar pessoalmente a cada um de vós. Nestes últimos oito anos estive intensamente envolvido nos temas e interesses das comunidades portuguesas espalhadas pelo mundo, quando tive a honra de ser eleito para a Presidência e Vice-Presidência mundiais do Conselho das Comunidades Portuguesas e, posteriormente, para representar a emigração portuguesa junto à Assembléia da República. Desse trabalho, resultaram interessantes fatos e iniciativas que me fizeram sentir na obrigação de transmitir a todos os meus amigos, eleitores e pessoas que têm interesse nos problemas e na atuação dos portugueses no estrangeiro. Por isso, nada melhor de que um livro que procurasse relatar tais acontecimentos, transformando-se não só um relatório sobre o que foi desenvolvido nessas atuações, como t! ambém, numa forma de prestação de contas ao eleitorado, procurando esclarecer o que foi feito e o que se deixou de fazer, servindo de apoio a todos os que seguirem nesse caminho árduo mas desafiante, em prol da defesa dos portugueses no estrangeiro. O livro é constituído por seis capítulos: o primeiro aborda a atividade parlamentar desenvolvida no mandato encerrado em março p.p.; o segundo a ação política conduzida no mesmo período de três anos e os principais deslocamentos para participar em eventos e solenidades junto a algumas das nossas maiores comunidades no estrangeiro. Há um capítulo voltado para o trabalho desenvolvido no Conselho das Comunidades Portuguesas, órgão que é o mais efetivo representante da nossa emigração, considerando-se a sua formação através do sufrágio universal, mediante a eleição de seus representantes pelo voto direto de todos os emigrantes registrados em todos os nossos consulados existentes, dotando-o de uma representatividade difícil de ser su! perada. Saúdo a presença nesta solenidade do meu dileto amigo, D r. António A lmeida e Silva, atual presidente do Conselho Permanente das Comunidades Portuguesas, dirigente máximo do CCP e que me honra com a sua presença e a sua solidariedade. Outro capítulo é dedicado às relações luso-brasileiras, tema que tem sido uma das minhas grandes paixões e que, sempre que posso, procuro ressaltar e engrandecer em todas as minhas iniciativas e ao qual pude me dedicar durante o exercício da presidência do Grupo Parlamentar de Amizade Portugal-Brasil, constituído na Assembléia da República Portuguesa. Uma das minhas propostas para o desenvolvimento das relações inter-parlamentares luso-brasileiras, foi a de fomentar a criação de grupos parlamentares de amizade com Portugal nos parlamentos estaduais do Brasil, saudando com especial carinho a criação do Grupo Parlamentar de Amizade Luso-Brasileiro na Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, cujo presidente o ilustre parlamentar luso-brasileiro, Dr. Paulo Pinheiro, nos honra com a sua presen! ça. O livro possui ainda dois outros capítulos, um compilando uma série de crônicas e artigos de opinião, sobre os interesses da emigração portuguesa e outro transcrevendo algumas das principais entrevistas e depoimentos que tive a oportunidade de conceder durante o referido período que abrange 1988 a 2005. Espero que o mesmo possa, de alguma forma, ser útil à emigração portuguesa e que sirva para elucidar alguns temas e acontecimentos pouco esclarecidos.
Desejo, neste momento, agradecer a presença dos meus ex-companheiros da Secretaria da Receita Federal, órgão ao qual dediquei a maior parte de minhas atividades profissionais e que é um dos sustentáculos técnicos e financeiros da estrutura governamental brasileira, possuindo em seus quadros valores dos mais conceituados e expressivos dentre os que integram o serviço público brasileiro. A presença de diversos e ilustres acadêmicos, meus estimados confrades e confreiras da Academia Luso-Brasileira de Letras, muito me embevedece, dizendo-lhes do imenso prazer que desfruto com a sua companhia, a sua sabedoria e os seus ensinamentos. A eles envio o preito de toda a minha admiração. Quero, também, destacar a presença de um considerável número de meus ex-companheiros da UPEB - União Portuguesa dos Estudantes no Brasil, entidade a qual tive a honra de integrar e partici! par da sua direção nos meus tempos de estudante e que se transformou num celeiro de pessoas da maior expressividade e respeito, seja no campo profissional, social, como no político de ambos os países. Agradeço também a presença de inúmeros companheiros de lutas em prol do desenvolvimento associativo da comunidade portuguesa do Rio de Janeiro, com os quais integrei vários quadros dirigentes, seja na Federação das Associações Portuguesas e Luso-Brasileira, seja no Real Gabinete Português de Leitura, como também na Obra Portuguesa de Assistência, na Caixa de Socorros D. Pedro V, na Casa da Vila da Feira e Terras de Santa Maria e na Casa do Porto. A todos, inclusive os das demais associações comunitárias, das quais sou associado a várias, os meus melhores agradecimentos e desejo de que continuem a prestar a sua valorosa contribuição para o engrandecimento do nosso associativismo e na manutenção da nossa presença em terras brasileiras. Estou sumamente honrado com a presença da P! residente Internacional do Elos Clube, companheira Maria Araújo, perso nalidade na qual saúdo todos os dirigentes elistas que vieram trazer a este encontro o brilho de suas presenças e a todos os demais companheiros presentes e futuros, que sempre terão no Elos Clube um meio de conquistar amigos, de aprimorar conhecimentos e de colaborar nesse magnânimo trabalho que é o de aprimorar e difundir a lusofonia. Viva o Elos Clube! Viva o Brasil! Viva Portugal! Viva a Comunidade dos Povos de Língua Portuguesa!
Muito obrigado.
EDUARDO ARTUR NEVES MOREIRA Presidente do Elos Clube do Rio de Janeiro
O jornalista LUCAS FIGUEIREDO é o convidado do Sempre Um Papo, em BH, no debate e lançamento do livro Ministério do Silêncio - A história do serviço secreto brasileiro: de Washington Luis a Lula¿ (Ed. Record). O evento acontece dia 4 de maio, quarta-feira, às 19h30, no Teatro Usiminas da Biblioteca Pública Estadual Luis de Bessa, na Praça da Liberdade. A entrada é franca, numa realização conjunta da Cemig e AB Comunicação, patrocínio do Banco Rural e apoio da Usiminas, Rádio Guarani e Hotel Mercure Belo Horizonte. Informações: (31) 3261-1501 e sempreumpapo.com.br.
Você sabia que o serviço secreto brasileiro, diferentemente da CIA e do Mossad --- que estão voltados para o inimigo externo ---, tem poder para investigar e perseguir cidadãos brasileiros? E que em 78 anos de existência, nascido muito antes do golpe militar de 64, o serviço secreto do Brasil acumula mais barbaridades (chantagem, perseguição política, cumplicidade em assassinato, tortura e ocultação de cadáveres, estelionato etc.) que sucessos entre seus feitos? Aliás, você sabia que existe serviço secreto no Brasil e que ele se encontra ativo e sem controle?
O Vendedor de Laranjas
O Vendedor de Laranjas: Ao ler esse texto de Ilona Bastos eu achei que fosse poesia... com imagens inspiradoras, refrão, ritmo, rimas, aliterações, arte... enfim, poesia. Mas sua autora chama-o de crônica. Que crônica inspirada! Eu quase sinto o gosto daquelas laranjas, e vejo a cor de suas cascas brilhando sob a luz daquela tarde, e quase me lembro do talento daquele incrível vendedor como se o tivesse realmente visto... Mas talento mesmo é o de Ilona Bastos, que me faz imaginar tudo isso! (André Masini)
Romance reúne acontecimentos fantásticos sob um olhar realista
O personagem principal da obra é um carteiro. Um homem de 27 anos que vive à pelo menos sete, a mesma rotina sufocante de separar e entregar cartas. Tudo muda num certo dia de chuva. O sujeito alto, magro, dono de uma vasta corcunda, vestido em sua longa capa e capuz sobre a cabeça, sai para as ruas rumo aos correios para mais um dia de cartas. "O Homem", como o autor se refere ao carteiro, já no trabalho, se depara com uma certa carta que o instiga desde o início. A carta chega até ele por engano, já que no processo de triagem algum funcionário a selecionou para o carteiro errado. Ela não fazia parte de suas entregas.
O fato mais insólito em Carta para Ana Camerinda não são os personagens, é a chuva que surge junto com o começo do livro, e permanece até o fim. A cidade se torna um caos. A água invade casas, prédios; alaga ruas, elimina personagens, deporta pessoas, e invade a vida de todos. O único que parece menos intimidado com as águas é o Homem. Agora toda sua preocupação está na carta amarela. Ele imaginava quem seria Ana Camerinda, o que estaria escrito na carta. Poderia ser qualquer coisa, mas fosse o que fosse, agora o pertencia. Mesmo que desnudar seu conteúdo caracterizasse um crime, traição, ou a última coisa que fizesse na vida. A carta era o que mais lhe importava.
Por Fernando Paiva
Editora: Íbis Libris
Preço: R$ 25,00
Páginas: 104
ESTOU LENDO ==>> A Cabala da Inveja Cabala da Inveja, A
Nilton Bonder
Esta obra é um dos livros que compõem a trilogia: A Cabala da Comida, A Cabala do Dinheiro e A Cabala da Inveja, que procura sintetizar a visão que tinham os rabinos, apresentando conceitos baseados em um provérbio talmúdico, que afirma que uma pessoa se faz conhecida através de seu copo, seu bolso e da sua ira . A Cabala da Inveja faz uma análise mais profunda sobre a questão da violência a partir das relações humanas rotineiras. Revela a agressividade que liberamos e a que estamos expostos nas interações mais triviais. Aprender a gostar do inimigo, identificar novas formas de buscar a paz e desenvolver um "bom-olhado" são possibilidades apresentadas ao estabelecer pontos entre o mundo concreto e o espiritual.
Uma das maiores graças na minha vida é o dom de escrever, essa mania que trago desde menina. Tendo sido alfabetizada aos três anos de idade senti que lápis e papel seriam as ferramentas de meu trabalho.
Esse romance traz a reunião de muitos poemas. Os momentos de afastamento, esquecimento, o amor, a dor, os segredos, a persistência, a coragem, e maior que tudo, a Esperança. Todos os ingredientes da vida de todos nós. São as contingências da vida. E cada poema revela os sentimentos que conduziram os personagens e tornaram possível a composição desta história.
Assim, com a minha disponibilidade para reuni-los, os fatos se desenrolaram dentro de uma programação direcionada. Amei e sofri com as angústias, as dúvidas. Mas fui feliz por poder trazer à luz acontecimentos tão reais e tão marcantes.
"EULÁLIA" é meu segundo romance. Todos os personagens são de minha criação, como produto da minha percepção e análise da vida.
Fonte:VERDES TRIGOS CULTURAL um sítio cultural de Henrique Chagas
simplesmente fazendo diferença
PRESIDENTE PRUDENTE - SP
PROJETO MUTIRÃO 14 - ESPAÇO 2 DE ARTESDE 06 DE MAIO A 30 DE JUNHO DE 2005
TEATRO PLÍNIO MARCOS / SALA LINNEU DIAS(TANAH CORRÊA / ORLEYD FAYA / ALEXANDRE BORGES / JULIA LEMMERTZ)PRODUÇÃO GERAL - ORLEYD FAYA
VIDA LOKA... ESPAÇO 2 DE ARTES / TEATRO PLÍNIO MARCOS
GRUPO CIA TEATRAL ARTE NOBRE (www.primopreto.com.br)
GÊNERO - DRAMA (ESTRÉIA)QUARTAS-FEIRAS ÀS 21h00 - DIAS 01, 08, 15, 22 e 29 DE JUNHO QUINTAS -FEIRAS ÀS 21h00 -DIAS - 02; 09; 16; 23 e 30 DE JUNHO
DURAÇÃO DO ESPETÁCULO: 60 MINUTOS / RECOMENDADO A PARTIR DE 14 ANOS
SOBRE O ESPETÁCULO O espetáculo aborda, além do preconceito com os negros, temas como a periferia, policiais corruptos, desigualdade social, homossexuais, massacres nos presídios, entre outros. "Vida Loka" fala pelos excluídos, o lixo humano da sociedade, segundo a própria sociedade.
FICHA TÉCNICA Direção Geral - Reynaldo Sapucaia
Direção Artística - Daniel Torres
Texto - Daniel Torres e Ricardo Ocampos
Cenografia - Criação coletiva
Sonoplastia - Daniel Torres
Trilha Sonora - Daniel Torres e Ricardo Ocampos
Maquiagem e Figurino - Ana Feraboli
Fotografia e Vídeo - Dany Salazar
Iluminação - Daniel Torres
Produtora de Elenco - Ana Feraboli
Produtores Associados - Adilson Gutierrez/Cleiton Calixto/Paulo S. de Campos
Assessoria de Impressa - Daniel Torres
A ARTE DE AMAR: PRAZERES E DESPRAZERES
ESPAÇO 2 DE ARTES / TEATRO PLÍNIO MARCOS
GRUPO OLHARTE
GÊNERO: TEATRO DE REPRISE
SEXTAS-FEIRAS ÀS 21h00 - DIAS - 06; 13; 20; 27 DE MAIO - 03; 10; 17; 24 DE JUNHO
DURAÇÃO DO ESPETÁCULO: 120 MINUTOS / RECOMENDADO A PARTIR DE 12 ANOS
SOBRE O ESPETÁCULO As pessoas da platéia, voluntariamente, sobem ao palco e contam as suas histórias que serão dramatizadas pelos atores. Enquanto estes elaboram a cena, um músico toca canções inspiradas pela história do narrador e quando ela é encenada, o narrador-protagonista fica em um lugar privilegiado, sendo espectador e, ao mesmo tempo, sendo parte de sua história.
FICHA TÉCNICA
Direção - Andreza Buzaid e Lucia RussoElenco - Beatriz Pini / Carol Mateus / Mariana Kawazoe / Marlene França / Natália Giro
Sonoplastia e Música - Ricardo Costa
Figurinos - Regina Marcotriggiane
Cenário - Marcelo Alves
Produção - Raphael Gusmão
Divulgação - Fernanda França
Fotos - Fernando Paiva
AS MELHORES COMÉDIAS DE ARTHUR AZEVEDO ESPAÇO 2 DE ARTES / TEATRO PLÍNIO MARCOS
CIA EX ABRUPTO
GÊNERO: COMÉDIA
SÁBADOS ÀS 21h00 - DIAS - 07; 14; 21; 28 DE MAIO - 04; 11; 18; 25 DE JUNHO
DURAÇÃO DO ESPETÁCULO: 70 MINUTOS / RECOMENDADO A PARTIR DE 08 ANOS
SOBRE O ESPETÁCULO Em "Amor Por Anexins" o Senhor Isaias narra, de maneira cômica e inteligente, a luta pela conquista de seu grande amor, utilizando-se de seu maior dom: falar anexins.
No segundo texto, "Uma Consulta", uma Senhora viúva entra por engano no escritório de um advogado e, apenas depois de muitas confusões engraçadas percebe que se enganou de porta.
FICHA TÉCNICA Texto - Arthur Azevedo
Elenco - Alexandre Bitencurt / Mara Lima / Miltom Ostronoff
Direção - Miltom Ostronoff
NO LIMIAR DA VIDA ESPAÇO 2 DE ARTES / SALA LINNEU DIAS
CIA TEATRAL SEMEARTE (ESTRÉIA)
GÊNERO: DRAMA
SÁBADOS ÀS 20h00 - DIAS - 07, 14, 21 E 28 DE MAIO
DURAÇÃO DO ESPETÁCULO: 75 MINUTOS / RECOMENDADO A PARTIR DE 10 ANOS
SOBRE O ESPETÁCULO Escolher, decidir qual caminho tomar nem sempre é tarefa fácil, principalmente quando estamos no limite entre vida e morte, razão e emoção, ficar ou partir.Questões como essas são tratadas no espetáculo de temática espírita, composto de cinco diferentes histórias que têm em comum situações-limite e a presença da espiritualidade nos intuindo ou influenciando.¿No limiar da vida¿ conduz as cinco histórias de uma maneira dinâmica e sensível, permitindo ao espectador refletir sobre o uso do livre-arbítrio.
FICHA TÉCNICA Elenco - Eliane de Souza / Marcelo Stanczyk / Mariana David / Aguinaldo Gabarrão / Ariadne de Souza / Carolina David / Diego Zanella / Rodrigo Campitele / Luciana David / André DavidTexto e direção - Aguinaldo Gabarrão
Assistência de Direção - André David
Concepção e Operação de Luz - Alexandre Fernandes
Operação de Som - Ximena Moraes
Figurinos, Adereços, Fotos de cenas - A Equipe
Produção - Companhia teatral Semearte
PLÍNIO NO SOFÁ... OU... CENAS DO MUNDARÉU ESPAÇO 2 DE ARTES / SALA LINNEU DIAS
CIA SOLO DE TEATRO
GÊNERO: DRAMA
SÁBADOS ÀS 21h00 - DIAS - 04, 11, 18 E 25 DE JUNHO
DURAÇÃO DO ESPETÁCULO: 55 MINUTOS / RECOMENDADO A PARTIR DE 14 ANOS
SOBRE O ESPETÁCULO Constituído por cenas de três peças de Plínio Marcos (Quando as Máquinas Param, Navalha na Carne e Dois Perdidos Numa Noite Suja), o espetáculo tem como ponto comum a intensa relação entre as personagens pungentes e cruéis, que denunciam a miséria, o desamor, a corrupção, a exploração e a fome. Todo o espetáculo é construído a partir de um sofá. Lá se desenvolvem as cenas e as personagens se acomodam e discutem problemas como se estivessem em casa. Algumas casas são aquelas que não vemos e não consta no catálogo de endereços, mas todas elas existem.
FICHA TÉCNICA Textos - Plínio MarcosAdaptação - Marcos César Duarte
Direção - Mário Rebouças
Iluminação - Diego Guiraldi
Sonoplastia - Ana Karina Marques
Elenco - Renato Forner (Zé, Vado e Tonho) / Denise Inácio (Nina) / Rosângela Ungarette (Neusa Sueli) / Fernando Farias (Paco)
O DOENTE IMAGINÁRIO ESPAÇO 2 DE ARTES / TEATRO PLÍNIO MARCOS
TANGARÁ TEATRO DE CRIAÇÃO COLETIVA (ESTRÉIA)
GÊNERO: COMÉDIA
DOMINGOS ÀS 20h00 - DIAS - 08; 15; 22; 29 DE MAIO - 05; 12; 19; 26 DE JUNHO
DURAÇÃO DO ESPETÁCULO: 70 MINUTOS / RECOMENDADO A PARTIR DE 10 ANOS
SOBRE O ESPETÁCULO Adaptação inédita do clássico da comédia mundial (Molière) .
FICHA TÉCNICA Tradução e Adaptação: Tangará
Direção: Tangará
Elenco: Tangará
Figurino: Tangará
Sonoplastia: Éder Soares
Iluminação: Rafael Biccin
OBCESSION - RUMO AO SUCESSO ESPAÇO 2 DE ARTES / SALA LINNEU DIAS
W.R. PRODUÇÕES
GÊNERO: COMÉDIA MUSICAL
DOMINGOS ÀS 19h00 - DIAS - 15, 22,29 DE MAIO - 05, 12, 19 E 26 DE JUNHO
DURAÇÃO DO ESPETÁCULO: 90 MINUTOS / RECOMENDADO A PARTIR DE 10 ANOS
SOBRE O ESPETÁCULO Laila Muller, uma mulher frustrada, comete um crime e vai presa.
Na cadeia conhece Satine Reis, perigosa, invejosa e disposta a destruir todos os seus sonhos.
Jorge Alvarenga, um produtor atrapalhado e cheio de idéias mirabolantes, aproveita o sucesso da mais nova detenta e decide produzir um show para a moça dentro do presídio feminino.
Crime, ambição, traição e muita dança. Assim é "Obcession - Rumo ao Sucesso".
FICHA TÉCNICA Autor - Marcelo Lideolli
Coreografia e Direção - Anderson Rodrigues
Produção - WR Produções e Eventos
Elenco - GISELE SECHINATO (Laila Muller) / BARBARA CORREA (Satine Reis) /
MARCELO LIDEOLLI (Jorge Alvarenga) / THIAGO DI GENNARO (Tata Furacão) /
JOYCE BARBOZA (Clarisse Cruz) / GIL TELLES (Detenta 2) / GABI BRITTO (Detenta 3) /PAULA SILVA (Detenta 4) / PRISCILA LOPES (Detenta 5) / FRANCIS SOARES (Jornalista 1) /ELVIS LEAH (Jornalista 2) / CLAUDIO JUNIOR (Fotógrafo 1) / PAULO HENRIQUE (Fotógrafo 2) /LEANDRO RUSSO (Fotógrafo 3) / ROGERIO LIMA / JORGE MUNIZ
PARA CRIANÇAS CONTANDO MARIA BORRALHEIRA
ESPAÇO 2 DE ARTES / TEATRO PLÍNIO MARCOS
GRUPO TEIA DE ARTES
GÊNERO: INFANTIL
SÁBADOS ÀS 16h00 - DIAS - 07, 14, 21 E 28 DE MAIO - 04, 11, 18 E 25 DE JUNHO
DURAÇÃO DO ESPETÁCULO: 60 MINUTOS / LIVRE
SOBRE O ESPETÁCULO Três meninas fazem uma visita noturna ao sótão da casa de uma delas e começam a contar a história da Maria Borralheira. A inspiração vem dos objetos encontrados no local e ao mesmo tempo em que contam a história também representam. A história da Maria Borralheira é uma adaptação livre da Cinderela e suas variantes. Criada coletivamente a partir dessas leituras, levando o público a uma interação e reconhecimento do que está assistindo. Após o termino do espetáculo os personagens convidam todas as crianças a participarem de uma oficina de artes plásticas.
FICHA TÉCNICA Direção - Georgya CorrêaCriação Coletiva - Grupo TEIA
Elenco: Laila Siwek / Ligia Kohan / Nicole Fernandes / Renata Halada
Produção e direção sonoplástica - Paulo Bozoli
Concepção visual - Georgya Corrêa e Magda Crudelli
Cenografia e adereços - Magda Crudelli e Georgya Correa
Confecção de cenografia figurinos e adereços - Ludmilla Correa / Ligia Kohan / Renata Halada
Produção executiva - O elenco
Produção Teia de Artes - Núcleo Teinha
SERVIÇO:
PROJETO MUTIRÃO 14 - ESPAÇO 2 DE ARTESRUA CLÉLIA, 33 - 2. PISO-SHOPPING POMPÉIA NOBRE - BAIRRO POMPÉIA -FONE 3864-3129
VALOR DO INGRESSO - 12,00 (PREÇO ÚNICO PARA ESPETÁCULOS ADULTO E INFANTIL)
(6,00 - classe artística/estudantes/aposentados/pessoas com mais de 60 anos/professores rede pública)
TEATRO PLÍNIO MARCOS: LOTAÇÃO 90 LUGARES / AR CONDICIONADO
SALA LINNEU DIAS: LOTAÇÃO 80 LUGARES / NÃO TEM AR CONDICIONADO
ESTACIONAMENTO NO SHOPPING (2,00/hora com carimbo do teatro)
NÃO TEM ACESSO PARA DEFICIENTES FÍSICOS
ASSESSORIA DE IMPRENSA - SONIA KESSAR
FONES: (11) 3864-3129 / 8143-2271
imprensa@espaco2deartes.com.br / kessar@terra.com.br
ATENÇÃO: CIAS. DE TEATRO, MÚSICA E DANÇA: INSCRIÇÕES ABERTAS PARA O PROJETO MUTIRÃO 15 (JULHO / AGOSTO DE 2005)
PARA PARTICIPAR, ENVIE UM E-MAIL COM RELEASE E FICHA TÉCNICA PARA:
SONIA KESSAR - ASSESSORA DE IMPRENSA - ESPAÇO 2 DE ARTES
kessar@terra.com.br ou imprensa@espaco2deartes.com.br
INFORMAÇÕES SOBRE O PROJETO MUTIRÃO ESPAÇO 2 DE ARTES - TEATRO PLÍNIO MARCOS E SALA LINNEU DIAS
TANAH CORRÊA/ORLEYD FAYA / ALEXANDRE BORGES/JULIA LEMMERTZ
O Teatro Plínio Marcos é um teatro privado, situado dentro do Shopping Pompéia Nobre, no bairro da Pompéia, Zona Oeste de São Paulo.
Inaugurado em março do ano 2000, por iniciativa de Tanah Corrêa; Alexandre Borges; Julia Lemmertz, e Orleyd Faya, o teatro compõe, junto com o Cine Arte Lilian Lemmertz, e a Sala Linneu Dias, o Espaço 2 de Artes.
QUANTO AO SURGIMENTO DO MUTIRÃO
O projeto nasceu da necessidade que sentimos de possibilitar o uso do Teatro Plínio Marcos a companhias que nos procuravam, e que não podiam arcar sozinhas com os custos da sala. Veio-nos então a idéia de unir forças, dividindo entre essas companhias a pauta e o aluguel do Teatro: estava criado o Mutirão.
Desde o seu lançamento, em Novembro de 2002, já passaram pelos palcos do Teatro Plínio Marcos 150 companhias de Teatro; Música; e Dança que, ao longo das 14 edições realizadas, foram aplaudidas por mais de 110 mil espectadores.
O QUE O MUTIRÃO OFERECE Duas salas, descritas a seguir (*), localizadas no interior do Shopping Pompéia Nobre, que conta com estacionamento. Equipamento de som
Equipamento de luz
Depósito para cenários e figurinosServiço de limpeza e manutençãoAssessoria de Imprensa para o Projeto (Sonia Kessar)
(*) CARACTERÍSTICAS DAS SALAS DO ESPAÇO 2 DE ARTES:
Teatro Plínio Marcos (Palco Italiano) Palco: Boca de cena: 10 m
Profundidade: 4.40 mIluminação: 25 refletores de 500 W
Mesa de luz de 12 canaisSonoplastia: Mesa de som - Cilotron
CD - Phillips/DE-TEAC/Potenciômetro Gygnus
04 caixas acústicasAcomodação: 90 lugares (poltronas) / ar condicionadoCamarim coletivo - banheiros feminino e masculino
Sala Linneu Dias (Arena)
Palco: 9 m X 7.20 m (modulável)
Iluminação: 14 refletores de 500 W
Mesa de luz de 12 canais
Sonoplastia: Mesa de som - Phonic
CD - SONY/DE-TEAC/Potenciômetro Gygnus
02 caixas acústicas
Acomodação: 80 lugares (arquibancadas) / não tem ar condicionado
Banheiros feminino e masculino
IMPORTANTE: Cada companhia deverá trazer seus montadores e operadores de som/luz, e cenografia; além de seu bilheteiro.
O AGENDAMENTO
As edições do Mutirão são bimestrais e cada grupo ocupa um dia fixo da semana, durante os dois meses de sua participação no projeto.
Para se inscrever, é preciso enviar, por e-mail, um projeto e o currículo do grupo; além de uma solicitação de participação, contendo: nome e contato do responsável pelo grupo junto ao projeto (RG; CPF; endereço e telefone); número da edição e dia da semana que pretende reservar; nome do espetáculo; autor; e direção.
É importante compreender que essa solicitação não significa, para nenhuma das partes, uma confirmação imediata da participação. Aproximadamente um mês antes do início da temporada, a companhia será procurada pela organização do Mutirão, para confirmar seu interesse, e comparecer a uma reunião com todos os "mutirenses" do período, para assinatura de contrato e esclarecimento dos detalhes do funcionamento.
OS CUSTOS
Por toda a estrutura oferecida, a companhia deve pagar R$ 125,00 (cento e vinte e cinco reais) por espetáculo. O custo para cada grupo é, portanto, em média, de R$ 500,00 (quinhentos reais) mensais (04 espetáculos/mês).
Este valor é pago ao teatro em forma de cheque pré-datado, no valor correspondente ao número de espetáculos que o grupo vai realizar no mês; e que é entregue à organização do projeto no ato da assinatura do contrato, para ser descontado no quarto dia útil do mês seguinte à realização dos espetáculos.
O valor dos ingressos é discutido entre os participantes de cada edição.
Orleyd Faya - Idealizadora e Coordenadora do Projeto Mutirão
Leia a Entrevista da ucho.info
com os Delegados Antonio Carlos Cardoso Rayol e Lorenzo Martins Pompílio
da Hora.
Festival de Talentos Tec Toy
Festival
Hermanos TEC TOY
No
dia 09/04, o Hermanos Bar deu início ao
Festival de Cantores.
As
inscrições estão abertas e a taxa é de R$5,00.
Clique
no cartaz e saiba mais sobre o evento
Por * Celso Brasil da Abrali
Lançamento
Internacional em São Paulo
O Futuro feito Presente
Primeira Antologia Poética Internacional do Grupo Ecos da Poesia
Aconteceu,
com muito requinte, no último dia 2 de abril, na Casa de Portugal de São
Paulo, o lançamento da primeira Antologia Poética do Grupo Ecos da
Poesia, fundado pelos Poetas Victor Jerónimo e Mercedes Pordeus.
A edição, apoio cultural, promoção e lançamento ficaram sob a
responsabilidade do Projeto Cultural ABRALI e contou com a presença
de mais de 70 pessoas, num clima de confraternização, Poesia e muita
descontração. Saiba
mais...
O Jornal Portal Brasil
está concorrendo ao IBEST 2005 nas categorias Blogger RJ e Entretenimento
Divulgação Cultural
“Gente
da Nossa” TV visto em todo o mundo na www.gentetv.com
Toronto
– Depois de 17 anos de programação na televisão e mais de 880 programas
realizados,Gente da Nossa TV
agora leva a comunidade Lusa do Canadá a todo o mundo com o seu programa
através do portal da internet www.gentetv.com.Leia
mais...
Talentos do Brasil
Poetas do
Mato Grosso do Sul
Ruberval
Cunha e o repente performático
Aliando
técnicas teatrais, declamação, discurso poético e música, Ruberval
Cunha criou o repente performático (ou improviso guaicuru) que vem dia a
dia ganhando reconhecimento e espaço nas mais diversas áreas. Leia
mais...
Há 14 anos em Los
Angeles, o ator santista Márcio Rosário só assimila realmente
que está na maior capital... Leia
mais
Rubenio Marcelo
Rubenio
Marcelo é Advogado,pesquisador cultural,músico e poeta/compositor,
escritor titular da Cadeira nº 35 e Secretário-Geral, da Academia
Sul-Mato-Grossense de Letras. Leia
mais
Lindsay Moita
Lindsay Moita,
uma jovem linda. descontraída, risonha, inocente. Leia
mais
Luis Eduardo Matta
Nasceu na cidade do Rio de Janeiro, onde mora, a 21 de novembro de 1974,
descendente, pelo lado paterno, de uma família de católicos libaneses. Leia
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